Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




Leitura obrigatória

por Jorge Assunção, em 14.09.09

Without painful overhauls, euro-zone countries such as Spain, Italy, Greece and Portugal seem set for years of meager growth, making their debts harder to pay.

Autoria e outros dados (tags, etc)


23 comentários

Sem imagem de perfil

De Rui Pedro a 14.09.2009 às 20:11

Para quem não é assinante, o artigo está disponível aqui:

http://www.freshplaza.com/news_detail.asp?id=50546
Sem imagem de perfil

De António P. Castro a 14.09.2009 às 20:22

A intromissão do Governo de Espanha na campanha eleitoral portuguesa deveria ser, de pronto, repudiada por Portugal.
Infelizmente, temos a desgraça de Governo que temos.
Oxalá o evoluir da situação não obrigue o PR a intervir. Vamos ver.
Sem imagem de perfil

De aeme a 14.09.2009 às 22:02

Arre homem você saíu agora duma caverna ou é só a armar à padeira de Aljubarrota , mas na versão completamente indescritível ?
Sem imagem de perfil

De António P. Castro a 14.09.2009 às 22:49

A cretinice atinge, por vezes, limites insuspeitados.
Certos comentários a comentários provam-no à saciedade.
Imagem de perfil

De nobilissimavisione a 14.09.2009 às 21:26

Julgo que a Grécia tem sido, nos últimos tempos, o membro da UE com maior crescimento económico - porquê, não sei. Mas são 4 situações bastante diferentes. Será que se jsutifica meter tudo no mesmo saco?
Sem imagem de perfil

De PR a 14.09.2009 às 21:37

Bom artigo.

Agora expliquem-me como ainda querem investir milhares de milhões em comboios em vez de investir na competitividade dos países (mais e melhor formação, melhor máquina tributária e combate à fraude fiscal, apoios ao turismo e industria do mar, etc ). Quando teremos governantes que investem no médio /longo prazo e não olham apenas para o curto prazo.
Tenho orgulho de dizer que Portugal tem uma das melhores unidades de investigação de polímeros da Europa mas estar-me-ei a marimbar se tivermos o comboio de passageiros mais rápido da Europa. Para quê? Para ir a Madrid? Para ir de Lisboa ao Porto? E quanto tempo demora uma viagem de Lisboa a Castelo Branco de comboio? E o transporte de mercadorias? E os nossos portos? Melhorar por aí, sim, seria tornar-nos competitivos.

O fado já poucos o cantam, Fátima está no sitio, vai-nos safando o futebol...

Quanto a nuestros hermanos , não se pode crer em tudo o que se lê. 60% das notas de 500€ andam por lá. De certeza que não será para comprar o jornal ou pagar o cortado.
Imagem de perfil

De João Carvalho a 14.09.2009 às 22:14

Boa nota. A sério: boa nota.
Imagem de perfil

De Jorge Assunção a 15.09.2009 às 01:54

"Quanto a nuestros hermanos , não se pode crer em tudo o que se lê. 60% das notas de 500€ andam por lá. De certeza que não será para comprar o jornal ou pagar o cortado."

Também não é para comprar casas (eu colocava o link do artigo, mas não o encontro):

"To put things in perspective, Spain now has as many unsold homes as the US, even though the US is about six times bigger. Spain is roughly 10% of the EU GDP, yet it accounted for 30% of all new homes built since 2000 in the EU. Most of the new homes were financed with capital from abroad, so Spain’s housing crisis is closely tied in with a financing crisis."

Mas sabe que a questão da economia informal não é desconhecida por parte daqueles que analisam a situação espanhola. Como pode ler aqui (numa justificação acertada do porquê que a subida de impostos de Zapatero não é solução para nada):

"Secondly, the biggest unspoken issue we are seeing in one economy after another is the retreat of a lot of activity back into the informal sector. So called economic “greying”. Just look what is happening to revenue in Italy. Again, we have seen this happening throughout the East. The contractions in the Baltics are nowhere near 20% in my view (although they are, of course, very large), people simply are declaring less and less. This is a problem the IMF are struggling with day in and day out in Latvia. But this whole process makes things very difficult for government finances, as we are seeing. More tax increases on the very rich and professional middle classes will be entirely unproductive as they will only accelerate this process."
Sem imagem de perfil

De PR a 15.09.2009 às 09:23

Obrigado Jorge pelo link para o artigo.

Claro que é sabida e mais do que sabida esta questão da economia informal. Portugal, Itália e Espanha sofrem desse mal (mais Espanha do que os outros dois se me lembro das últimas estatísticas que vi). A Rússia e outros países instituíram a flat rate tax de modo a tentar "converter" alguma economia informal.
Pelo que se disse na altura, os resultados não foram maus de todo.
Pode não ser a solução mas talvez, apenas talvez, se juntarmos a isto um aumento de severidade nas penas para casos de fraude fiscal e outros crimes económicos as coisas possam mudar um pouco.

www.manualdapoupanca.com

Sem imagem de perfil

De Carlos Santos a 14.09.2009 às 23:05

Jorge, Aceitar de forma acrítica um artigo só porque ele vem no WSJ é o tipo de argumento de autoridade que pessoalmente repudio. Era o mesmo que colocar um CV no fim de cada post que faço. Tu levas a sério um artigo tão bem informado em que o articulista começa por dizer: "Even as France and Germany begin to show signs of economic recovery", esquecendo-se de mencionar que há um 3º país nesse pelotão da frente da retoma?
Pessoalmente, não perco o meu tempo com jornalistas mal informados. Infelizmente também existem.
Abraço,
Carlos Santos
Imagem de perfil

De Jorge Assunção a 14.09.2009 às 23:31

Carlos,

"Aceitar de forma acrítica um artigo só porque ele vem no WSJ é o tipo de argumento de autoridade que pessoalmente repudio."

Ao menos não me acusas de só ler a revista Maria. Já é um upgrade face a outros debates que foste tendo na bloga.

"esquecendo-se de mencionar que há um 3º país nesse pelotão da frente da retoma?"

Estamos no pelotão da frente da retoma? E a Grécia, também faz parte desse pelotão, uma vez que cresceu os mesmos míseros 0,3% que Portugal no último trimestre? Podemos esperar portanto crescimento económico acima da média para todos estes países nos próximos anos? Não tarda, estás como o McCain: "the fundamentals of our economy are strong". Eu compreendo-te.
Sem imagem de perfil

De Carlos Santos a 14.09.2009 às 23:54

Jorge, ignorando a parte provocatória, eu limito-me a perguntar-te: em que te baseias para considerar que seria possível um crescimento superior a 0,3% no último trimestre? O contra-factual de um crescimento fortemente dependente do consumo privado é simples de fazer: se não tivesse havido um reforço das prestações sociais e reembolsos antecipados de IRS, eu tenho sérias dúvidas que a subida do desemprego pudesse ser contrariada pela inflação negativa e pelas taxas de juro. Curiosamente, há quem proponha num programa que pretende modesto um "paradigma" novo para a economia, em que se esforça por comprimir o consumo privado.
Quanto às minhas coordenadas económicas, elas estão tão longe das do McCain, que achava que o crescimento, nesta crise, podia resultar de uma mera redução fiscal, que eu me arrisco a dizer que a visão de um liberal como justamente te assumes está mais próxima da dele do que a minha alguma vez esteve. Exemplo: descer o IRC (no teu caso não precisarei de dizer a taxa!) adiante de quê se as empresas não têm clientes? E comprimir o consumo privado, e já agora as despesas do Estado em bens e serviços, faz o quê para promover essa procura das empresas? É possível exportar? Com certeza, mas suponho que não ignoras que o comércio mundial está em contracção e com perspectivas dantescas na sequência dos golpes e contra golpes entre os EUA e a China, pré-G20. Doha??
Carlos
Imagem de perfil

De Jorge Assunção a 15.09.2009 às 01:25

"em que te baseias para considerar que seria possível um crescimento superior a 0,3% no último trimestre"

O crescimento de 0,3% deve-se ao estímulo económico fortíssimo que este governo aplicou para esses resultados surgirem (aliás, quanto mais não fosse por motivos eleitorais, o governo gastaria o máximo possível para que os números fossem positivos). Mas isso pouco importa, quer porque a um governo exige-se que não governe para um trimestre, quer porque a questão essencial prende-se com a insustentabilidade de manter o estímulo ad eternum, especialmente em países onde a dívida é um problema, como é o nosso caso. Pelo que, mais cedo ou mais tarde, a economia tem de aguentar por si. E ai seremos confrontados com os problemas estruturais que ficaram por resolver - problemas estruturais que não sendo totalmente iguais, nem com o mesmo grau de gravidade, afectam países como a Espanha, Grécia, Itália e Portugal - que a jornalista, informada, faz muito bem em realçar. Ou seja, pouco me importa se no último trimestre podíamos/devíamos ter crescido mais ou menos, o que me interessa é: e daqui a um ou dois anos, como será? Voltamos ao crescimento habitual desta década que passa? É isso? Com um problema acrescido: nos próximos anos estaremos mais endividados, com um défice elevado e teremos de voltar a fazer consolidação orçamental (o que vai ser uma coisa nada bonita de se ver e chega a ser triste que tal assunto esteja ausente da campanha eleitoral). Quanto ao comércio mundial, pois se os Estados Unidos e a China começarem com medidas proteccionistas (inacreditavelmente iniciadas por Obama), muito mal estamos, mas tal como na crise internacional, o nosso papel para a resolução do problema é nulo e as consequência negativas de uma situação do género são inevitáveis, a única solução que nos resta é esperar que os outros optem pelas políticas acertadas.
Sem imagem de perfil

De Carlos Santos a 15.09.2009 às 02:30

Jorge,

Apenas duas notas. O proteccionismo começar em Obama não é verdadeiramente inacreditável: ele disse-o no Michigan, e disse-o no Ohio em plena campanha eleitoral. Isso está no meu livro. Sucede, que por acaso, não começou: se pesquisares no meu blogue sob o título "Buy China" descobrirás novas de há meses em que a China anunciava uma clásula de exclusividade uso de produtos nacionais no seu stimulus package. Depois de no G20 ter dito o contrário. Não me parece de facto que o comércio internacional caminhe na melhor direcção.

Quanto aos fortíssimos estímulos do governo, eu reformularia a formulação, mas isso é uma consideração normativa, para políticas adequadas de gestão de conjuntura. Quem não tiver fé na mitologia da mão invisível ou do leiloeiro Walrasiano (há um artigo interessante no Journal of Economics Literature a esse respeito) perguntar-se-á sempre onde estavam nesta crise os processos de correcção automática de mercado. E a verdade é que não existiam, até porque como saberás a Alemanha e a França não deixaram contrariamente à retórica de abril, de aquecer as respectivas economias.
Todas as economias em recuperação seguiram uma receita comum. A expectativa de que uma crise onde os mecanismos são todos indutores de redução de crescimento se resolva por si só a podia perpetuar.
O crescimento da última década de que falas, foi baixo. Devo contudo recordar-te o discurso da tanga e a originalidade da recessão auto induzida que se seguiu, e o défice Santana Lopes (o auditado, não o cosmético)? Folgo contudo em saber que reconhecerás, no seguimento das tuas palavras, obra a este Governo: que baixou o défice para um mínimo em 35 anos de democracia: e tu sabes que 2009 sofreria sempre um agravamento por efeito dos estabilizadores automáticos.
Carlos Santos
Imagem de perfil

De Jorge Assunção a 15.09.2009 às 03:28

"ele disse-o no Michigan, e disse-o no Ohio em plena campanha eleitoral."

Disse-o, sempre achei uma medida errada e quando afirmou tal coisa a conjuntura económica não era propriamente a mesma. Na altura, aliás, admiti que eram declarações sobretudo de carácter eleitoralista, uma vez que nos dois estados em questão o proteccionismo encontrava forte apoio popular. Mas, e por isso o rótulo de inacreditável, a conjuntura também mudou desde então. Não me parece que medidas proteccionistas possam ser inseridas nas "políticas adequadas de gestão de conjuntura". Basta recordar a grande depressão e no quanto a Smoot-Hawley Tariff Act poderá ter contribuído para o acentuar/prolongar da mesma.

"E a verdade é que não existiam, até porque como saberás a Alemanha e a França não deixaram contrariamente à retórica de abril, de aquecer as respectivas economias."

Concordo, mas então explica-me este post:

http://ovalordasideias.blogspot.com/2009/09/angela-merkel-pior-conselheira-para.html

Também tu, por vezes, recorres excessivamente à retórica. E presumo que Adam Posen (sabes que não é bom aceitar de forma acrítica um artigo de opinião), tal como Krugman, não conhecia o estímulo alemão em Março de 2009. ;)

Mas recordo que Merkel, como Sócrates, tem umas eleições para ganhar, logo, tinha de apostar tudo no estímulo à economia.

"e tu sabes que 2009 sofreria sempre um agravamento por efeito dos estabilizadores automáticos."

Sei, mas sei que não explicam tudo e mais penso saber sobre o que irá acontecer se a economia continuar nos próximos anos com taxas de crescimento ridículas.
Sem imagem de perfil

De Luís Lavoura a 15.09.2009 às 11:01

Disparates de um jornal conservador norte-americano.

Todos os estados dos EUA partilham a mesma moeda desde há duzentos anos, apesar de terem economias extremamente diferentes.

O mesmo acontece com todos os estados da União Indiana, e com todos os estados do Brasil, e com todos os estados da Federação Russa.

Não há qualquer razão para que o euro não seja a moeda comum de países com economias distintas.
Imagem de perfil

De Jorge Assunção a 15.09.2009 às 17:44

Disparate é o que o Luís afirma, que compara casos não comparáveis. O problema está relacionado com a discussão sobre o que é uma área monetária óptima e a UE não o é certamente, passo a explicar:

1) em todos os casos que aponta existe um governo central que, a qualquer altura e perante situações diferenciadas nos seus estados, pode responder através de transferências do orçamento central. Por exemplo, nos Estados Unidos existe uma segurança social a nível federal, na UE, embora os países partilhem a moeda, cada país tem a sua segurança social. Quando a Califórnia está com dificuldades e a Florida está em boom económico, o governo federal americano cobra impostos na Florida e distribui subsídios na Califórnia, na UE, à falta de um orçamento central, isso não acontece. Acho que não é preciso fazer um desenho.

2) a integração do mercado de trabalho. Nos Estados Unidos, e provavelmente nos outros casos que aponta, é muito mais fácil um trabalhador sair do seu estado para outro estado onde existe maior probabilidade de encontrar emprego. Na UE, por várias razões (diferenças linguísticas, culturais, etc...), a mobilidade laboral é bastante menor.
Sem imagem de perfil

De Luís Lavoura a 15.09.2009 às 17:57

Essa coisa das áreas monetárias ótimas é um disparate completo.

Nos EUA durante 150 anos o governo federal foi minúsculo e tinha um orçamento desprezível. Nunca fez transferências de uns estados para os outros, e eles tinham economias ainda mais diferenciadas do que atualmente.

Na Índia não há grande mobilidade de mão-de-obra, dado que as línguas faladas são totalmente diferentes. Um goês não pode ir trabalhar para a Bengala dado que não percebe patavina de bengali. A mobilidade da mão-de-obra na Índia é menor do que na Europa.

Isso de áreas monetárias ótimas é conversa de economista. É um disparate completo. A moeda é apenas um meio de troca. Os salários são mais altos ou mais baixos numa mesma área monetária.
Sem imagem de perfil

De Luís Lavoura a 15.09.2009 às 18:14

Para que você compreenda melhor que essa coisa da "área monetária ótima" é um disparate, repare que, desde que o mundo é mundo, todas as áreas monetárias foram e são projetos políticos, e não projetos económicos.

Porque é que a Federação Russa tem uma só moeda, o rublo? Por razões meramente políticas, e não económicas. Da mesma razão a Indonésia tem uma só moeda, a qual é diferente da moeda das Filipinas e da moeda da Austrália. Isto nada tem a ver com economia, tem tudo a ver com projetos políticos de poder. A Indonésia tem um governo central com uma dimensão minúscula, e tem ilhas com níveis de desenvolvimento económico brutalmente distintos, e no entanto vive perfeitamente tendo uma moeda única. O mesmo se diga de milhentos outros países.

Por outro lado, o Canadá, que tem uma economia fortemente integrada com a dos EUA, tem uma moeda distinta, pela mesma razão - porque são projetos políticos diferentes.

O mesmo se passa com a Zona Euro: tem uma moeda comum devido a um projeto político.

A economia nunca se afunda por causa da moeda. O mais que pode acontecer é alguns países, como Portugal, que têm fortes dívidas afundarem-se. O mais que pode acontecer é algumas pessoas, como os portugueses, que auferem salários acima da sua produtividade, terem que reduzir esses salários.
Imagem de perfil

De Jorge Assunção a 15.09.2009 às 19:44

"desde que o mundo é mundo, todas as áreas monetárias foram e são projetos políticos, e não projetos económicos."

Confesso que não o compreendo. Mas deve ser por não estar habituado a conversa de físico. O Euro é um projecto político? Claro, há muito que já percebemos isso, por isso a discussão económica aquando da sua criação foi tão limitada (era blasfémia apontar os problemas económicos que a não existência de uma área monetária óptima traria) e os povos nunca perceberam as vantagens e desvantagens que tal projecto implicava. Mas lá por ser um projecto político não implica que não possamos discutir o assunto do ponto de vista económico (da mesma forma que é importante discutir se havia integração política suficiente na UE que justificasse a criação de uma moeda própria enquanto projecto político). E muito menos leva a que tal discussão seja disparatada, mas eu já dou um desconto ao Luís que não sabe debater de outra forma.

"O mais que pode acontecer é algumas pessoas, como os portugueses, que auferem salários acima da sua produtividade, terem que reduzir esses salários."

Mas sabe porquê que essa é a única solução com que nos deparamos, não sabe? Sabe também qual era a solução habitual para resolver a solução não sabe? Agora, como não temos política monetária própria para desvalorizarmos a nossa moeda como sempre o fizemos, temos de recorrer à diminuição dos salários. É a única solução para aumentar a competitividade mas, infelizmente, nenhum dos países em causa quer recorrer a ela.
Sem imagem de perfil

De Luís Lavoura a 16.09.2009 às 17:29

1) Não é só o euro que é um projeto político, todas as moedas nacionais o são. Porque é que toda a Rússia usa uma só moeda? Porque essa moeda faz parte do projeto político "Rùssia". O mesmo se diga do dólar americano, do real brasileiro, etc. Todas as moedas (tal como todas as companhias de aviação "de bandeira") são projetos essencialmente políticos, e não económicos. Nesse sentido, o euro nada tem de original.

2) Ainda bem que não podemos desvalorizar a "nossa moeda" (o antigo escudo), porque isso era, de facto, uma forma de o Estado roubar a alguns cidadãos mais produtivos e competitivos a sua riqueza para favorecer outros cidadãos (e empresas) menos competitivos. O Estado não tem nada que fazer tal coisa, em meu entender. Em meu entender, os cidadãos e as empresas que não forem competitivos - e só esses - é que devem descer as suas remunerações e os seus preços. Não deve ser todo o país a ver diminuída a sua riqueza para apoiar umas tantas empresas mal geridas e que não se sabem modernizar.

Comentar post





Links

Blogue da Semana

  •  
  • Afinidades

  •  
  • Lá fora cá dentro

  •  
  • Mais ligações

  •  
  • Informações úteis


    Arquivo

    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2016
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2015
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2014
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2013
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D
    66. 2012
    67. J
    68. F
    69. M
    70. A
    71. M
    72. J
    73. J
    74. A
    75. S
    76. O
    77. N
    78. D
    79. 2011
    80. J
    81. F
    82. M
    83. A
    84. M
    85. J
    86. J
    87. A
    88. S
    89. O
    90. N
    91. D
    92. 2010
    93. J
    94. F
    95. M
    96. A
    97. M
    98. J
    99. J
    100. A
    101. S
    102. O
    103. N
    104. D
    105. 2009
    106. J
    107. F
    108. M
    109. A
    110. M
    111. J
    112. J
    113. A
    114. S
    115. O
    116. N
    117. D