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Já cá faltava a piroseira

por João Carvalho, em 07.09.09

«(...) o ambiente dentro da TVI ainda com José Eduardo Moniz e esposa (...)»

(Paulo Ferreira, no Simplex)

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21 comentários

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De Ana Mestre a 07.09.2009 às 13:50

Ou seja José Eduardo Moniz e a MULHER:MMG.
Já agora umas palavrinhas do próprio:

José Eduardo Moniz diz que “há um cerco à liberdade de informação”
03.09.2009 - 16h07 Luciano Alvarez
José Eduardo Moniz considera "um escândalo" o cancelamento do Jornal de Sexta da TVI. Não sabe se houve ou não interferência política, mas diz que a “liberdade de informação está a ser alvo de um cerco cada vez mais apertado”. “Há um polvo que a aperta cada vez mais”, acrescenta.

José Eduardo Moniz, que abandonou o cargo de director-geral do canal há cerca de um mês, afirmou hoje ao PÚBLICO que cancelamento do Jornal Nacional de sexta-feira “é um escândalo empresarial e político” e “um sinal dos riscos que corre a liberdade de informação em Portugal".

Moniz, que é casado com Manuela Moura Guedes, sub-directora demissionária da TVI e apresentadora e coordenadora do Jornal de Sexta, considera ainda uma “fraqueza, um sinal de falta de inteligência e uma confrangedora incapacidade de lidar com a liberdade de informação ” acabar com o jornal.

Questionado se considera que houve interferência política no cancelamento do Jornal de Sexta, José Eduardo Moniz respondeu: “Não sei se houve ou não, mas que há várias fragilidades com a ligação da estação ao exterior há.”

“A inocência deixou de fazer parte da minha bagagem há muito tempo. Acredito que as coisas não acontecem por acaso e nada deve ser desenquadrado do seu contexto”, acrescentou.

O Jornal de Sexta foi alvo nos últimos meses de diversas críticas duras por parte do primeiro-ministro, José Sócrates, e por vários membros do Governo e do PS. Moniz anunciou mesmo que ia avançar com um processo judicial contra Sócrates, por considerar as suas declarações injuriosas.

Questionado sobre estas críticas de José Sócrates, Moniz: acrescentou: “Preocupa-me pouco o que pensa José Sócrates. Neste momento, o que me preocupa mais é o estado da liberdade do de informação em Portugal, que está a ser alvo de um cerco cada vez mais apertado. Há um polvo que a aperta cada vez mais.”
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De João Carvalho a 07.09.2009 às 18:00

O que me preocupa é a ERC demorar a encontrar e a dar conta da explicação do caso, Ana.
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De alberto fontinha a 07.09.2009 às 14:15

Senhor João Carvalho

Acompanho os seus posts excelentes e muito tenho aprendido com a sua escrita. Desta vez, não percebo onde quer chegar. Pode explicar? É que eu leio no dicionário que esposa significa consorte, casada, companheira, noiva.
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De João Carvalho a 07.09.2009 às 17:04

Julguei já ter dito tudo antes, Alberto, mas lá vai.

O inverso também é verdade: esposo significa o mesmo, para o género oposto, mas não se usa. Há muitas décadas (pelo menos, desde os fins da Guerra) que o termo 'esposa' está em desuso. De resto, como sabe, o dicionário está cheio de palavras que não se usam e algumas das quais até consideradas de mau tom.

Pior ainda (porque a sociedade também tem regras e não sou eu que as dito), o uso do termo 'esposa', mesmo que em referência à Mulher de outro e não à nossa, é considerado de muito mau gosto.

Obrigado pelas suas palavras e continue a aparecer por aqui.
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De alberto fontinha a 07.09.2009 às 17:10

Obrigado pela resposta. Fiquei esclarecido e bem me parecia que andava por aí mais uma influência de telenovela brasileira.
Abraço
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De João Carvalho a 07.09.2009 às 17:44

Abraço retribuído, meu caro.
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De Chloé a 07.09.2009 às 19:55

Alberto, já nem nos ritos do casamento religioso se usa dizer esposa...
Depois, é mera questão de gosto.
O marido da esposa adora trazer o casaco aos ombros ou, melhor ainda, blusão e gravatita.
Vai a funerais e dá prendas, por exemplo, uma malinha à esposa.
Por norma adora cumprimentar: - dá sempre dois beijinhos, se possível audíveis a boa distância.
Terrenos escorregadios;-)

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De João Carvalho a 07.09.2009 às 20:27

Ora bem.
Ainda se ao menos ele usasse blusão e gravatucha, fosse a funerais e desse malinhas e outras prendas, mas soubesse ficar pela menção insonora dos beijinhos e não chamasse pela esposa...
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De Chloé a 08.09.2009 às 13:54

:-):-):-):-)
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De Ana Mestre a 07.09.2009 às 14:56

A comissão permanente da Assembleia da República reúne-se quinta-feira, a quatro dias do início da campanha eleitoral, numa reunião onde as demissões na TVI não deverão ficar de fora das declarações políticas dos partidos.

"O caso da TVI fará o pleno de todas as intervenções, de todos os grupos parlamentares", previu o líder parlamentar do BE, Luís Fazenda, em declarações aos jornalistas à saída da conferência de líderes que agendou para quinta-feira a reunião da comissão permanente.
"É um caso muito importante, sobre o qual se têm pronunciado todos os grupos parlamentares", acrescentou, considerando que não se deverá "deixar cair qualquer véu de suspeição nesta campanha eleitoral" envolvendo as demissões na TVI.
Além do período de declarações políticas, que será alargado dos habituais três minutos para cinco, na agenda da reunião da comissão permanente estará ainda a leitura da mensagem do Presidente da República sobre o veto ao diploma das uniões de facto.
"O presidente [da Assembleia da República] propôs a realização de uma comissão permanente para se fazer a análise da mensagem do senhor Presidente da República sobre as uniões de facto e também para procedermos à regularização da situação de alguns deputados, os que querem retomar e um outro que promove a renúncia", adiantou o vice-presidente da bancada socialista José Junqueiro.
Além disso, continuou, como terceiro ponto ficou marcado um período de declarações políticas "com tema livre, que cada um dos partidos escolherá".
No final da reunião da conferência de líderes todos os partidos foram unânimes no acordo à realização da comissão permanente.
"Vai haver debate político, a Assembleia da República vai cumprir a sua missão e ser o centro do debate", sustentou o vice-presidente da bancada do PSD Montalvão Machado.
Por outro lado, continuou, não poderia passar-se para a próxima legislatura a leitura de uma mensagem do Presidente da República que "é dirigida a este Parlamento e a estes deputados".
Pelo CDS-PP, o líder parlamentar Pedro Mota Soares corroborou a necessidade da comissão permanente se reunir, argumentando que se "o Governo continua a executar e é normal que o Parlamento possa fiscalizar o que está a acontecer no país".
Pedro Mota Soares sublinhou ainda a importância de se debater a "situação que se está neste momento a viver na TVI, em que uma decisão vinda de Espanha de uma administração toca em conteúdos editoriais portugueses, que, face à lei portuguesa, é ilegal".
"A solução a que se chegou é, apesar de tudo razoável. Há evidentemente razões para que haja uma comissão permanente esta semana", acrescentou o deputado do PCP António Filipe, concordando com a existência de "questões muito prementes na vida política social e politica nacional que deverão ser debatidas", nomeadamente relativas ao emprego.
O desemprego, o agravamento das condições sociais e as "dificuldades às liberdades públicas" serão, de acordo com líder da bancada do BE outros dos temas que o seu partido levará à discussão na reunião da comissão permanente.
De acordo com a Constituição, "fora do período de funcionamento efectivo da Assembleia da República", funciona a Comissão Permanente da Assembleia da República.
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De João Carvalho a 07.09.2009 às 17:05

As 'esposas' também assistem?
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De mdsol a 07.09.2009 às 15:53

Eu acho que é uma homenagem que fazem ao João Carvalho... Como não tem link não fui ler, mas só pode ser isso.. Com que então a fazer escola... Hummmm muito me conta!
:)))
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De João Carvalho a 07.09.2009 às 17:06

Não me fale em escola que me lembro da ministra da Educação. Hehehe...
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De Pedro Correia a 07.09.2009 às 17:16

Ugh. Ainda bem que não tem link.
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De João Carvalho a 07.09.2009 às 18:02

Está no teu 'post' anterior. É escusado duplicá-lo. Hehe...
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De ariel a 07.09.2009 às 18:46

Bem, como sabe João eu para o peditório das "esposas" digo logo Livra! Mas como considero que o autor do post tem um estilo monocórdico e está em campanha, fico sem perceber o seu real pensamento. Se alinha no estilo Jorge Gabriel, ou se utilizou o "esposa" querendo com isso dar um tom depreciativo. Fico na dúvida. Aquele estilo de prosa é muito pouco entusiasmante e não me cativa.
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De João Carvalho a 07.09.2009 às 20:23

Se dúvida subsistir, só por isso já o texto é mau, não é?
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De ariel a 07.09.2009 às 20:56

Como digo, sou um pouco mais exigente nas minhas leituras :)))
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De João Carvalho a 07.09.2009 às 22:00

Só lhe fica bem. Bom também para quem escreve.

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