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Portugal, 2009

por Pedro Correia, em 17.07.09

Excelentes pistas de reflexão neste editorial do Pedro Santos Guerreiro´.

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6 comentários

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De João Carvalho a 17.07.2009 às 21:31

É como dizes, compadre: excelente. Não sei é se toda a gente acha o mesmo.
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De Carlos Barbosa de Oliveira a 17.07.2009 às 22:51

A conclusão é correcta, mas várias das pistas seguidas para chegar à conclusão são erradas, Pedro. Em 2004, 2005 e 2007 escrevi diversos artgos sobre o assunto. Demasiado extensos para caberem num blog, porque envolvem dados estatísticos e comparativos, mas um dia destes dias- se para tal tiver paciência- voltarei a abordar o assunto.
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De Pedro Correia a 17.07.2009 às 23:11

Acho óptimo que o faças, Carlos. Este é um daqueles temas que merecem reflexão permanente.
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De Ana Vidal a 18.07.2009 às 00:59

A velha questão das vantagens dos funcionários públicos face aos privados. Surpreendeu-me a notícia quando a ouvi, pensei que era exactamente o contrário no que toca a salários: menos trabalho e emprego mais seguro, mas também mais mal pago. Estava enganada.
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De Jorge Assunção a 18.07.2009 às 01:07

A propósito disso, Pedro, vale a pena ler isto:

http://www.isegi.unl.pt/ensino/docentes/pportugal/ficheiro.asp?file=132.pdf

"Em Portugal, os salários dos funcionários públicos, em especial no caso das mulheres, são significativamente superiores aos salários dos trabalhadores do sector privado que são dotados de iguais qualificações. A existência de um prémio salarial associado com o exercício da função pública é comum na generalidade dos países da União Europeia. O que é notável no caso português é a magnitude desse prémio. Do conjunto dos países da UE, Portugal apresenta, folgadamente, o mais elevado diferencial de salários entre trabalhadores
do sector público e do sector privado."

Isto foi escrito em 2001, num relatório do Banco de Portugal de Pedro Portugal e Mário Centeno. O que Maria Manuel Campos e Manuel Coutinho Pereira vem agora demonstrar é que o problema acentuou-se ainda mais depois disso. Nada de estranhar. Este ano com o aumento de 2,9% dos salários dos funcionários públicos ainda piorará um pouco.
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De Pedro Correia a 18.07.2009 às 08:38

Este é, sem dúvida, um dos problemas do estrangulamento português: sucessivos governos enxertaram consecutivas levas de funcionários num aparelho administrativo que não cessava de crescer. Em muitos concelhos do País, fruto de uma divisão administrativa que já pouco tem a ver com a realidade nacional, a Câmara é a principal entidade empregadora, num autêntico cenário de terceiro mundo. Quem paga a festa, naturalmente, é o contribuinte. Nenhuma reforma importante em Portugal se concretizará sem a reforma da administração pública.

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