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A degradação do regime

por J.M. Coutinho Ribeiro, em 03.07.09

O caricato episódio protagonizado por Manuel Pinho no Parlamento não deve ser lido à luz da imputada e merecida fama de arrogância deste governo. Nem deve ser tida como uma manifestação do claro esboroamento do poder "rosa". Se é verdade que qualquer das leituras é justificável, parece-me que o problema é mais grave: o que o episódio revela é a degradação do regime. Uma degradação que tem a ver, desde logo, com o facto de muitos dos que ocupam - e ocuparam - altos cargos políticos não terem ponta de classe para tal. Muitos deles, nem bons presidente de Junta de Freguesia dariam. E, assim, é difícil acreditar neste país.

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3 comentários

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De Amêijoa Fresca a 03.07.2009 às 18:55

O inexorável apodrecimento
alastra de forma viciosa,
repele o desenvolvimento
e atrai a cultura capciosa.

Limpando a podridão
da nossa sociedade,
tamanha é a devassidão
repleta de imbecilidade.
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De Slsalgueiro a 03.07.2009 às 19:35

Camilo Castelo Branco no seu livro " Senhor Ministro" definiu assim o "manguito": ".. trejeito de ante-braço e mão... gesto anguloso que exprime mudamente todos os desdéns e ironias figuradas da retórica ; não se acha assinalado como indecente nos compêndios da civilidade, mas também não está bastante usado em desavenças de deputados nas salas das sessões ondem se fazem as leis e os manguitos para a nação."
Qual a melhor defenição camiliana actual para o gesto do Sr. Ministro?
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De renovar agueda a 03.07.2009 às 23:16

Para que exista democracia não basta que existam eleições. Óbvio.

Importa também os requisitos para o exercício dos cargos públicos. A lista tem que ter um Bom Engenheiro. É insuficiente ser economista.

E a abstenção?

Os que votam em candidatos a primeiros ministros que não podem sufragar directamente?
É apenas surrealismo?

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