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Momento de glória

por Pedro Correia, em 03.07.09

"La fragilidad política del primer ministro portugués, José Sócrates, se agravó ayer con un escándalo mayúsculo en el Parlamento que provocó la dimisión del ministro de Economía, Manuel Pinho." Relato do insuspeitíssimo El País: os dedos em riste de Pinho, naturalmente, são notícia em toda a Europa. O homem que ainda ontem à noite, na SIC Notícias, garantia estar "de consciência tranquila" conhece enfim o seu momento de glória.

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12 comentários

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De Carlos Dias Ferreira a 03.07.2009 às 10:08

Pedro:

É triste que o nosso país seja noticia por este mundo devido a atitudes de arrogância e prepotência como o de ontem na A.R..
Teremos de explicar ao Sr. M.Pinho que a praça de touros do C. Pequeno não é naquele local (AR) e que a educação graças a Deus ainda não paga imposto.
Só retenho mais uma MENTIRA do sr Pinto de Sousa ao país dizendo que o ministro em causa tinha pedido a demissão quando ele (ministro) afirmava aos jornalistas "enquanto houver gente a perder emprego fico no governo".
Entretanto já começou a tentativa de "apagar tipo esponja" este acto, para os lados do Largo do Rato e é vê-los a comparar esta atitude indigna de um ministro com o que se passou entre J.Eduardo Martins e Afonso Candal, ou seja o PS no seu porreiro, pá.
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De Pedro Correia a 03.07.2009 às 22:24

Carlos, tens toda a razão. O ex-ministro confundiu São Bento com o Campo Pequeno. Não tinha alternativa senão abandonar o recinto. Foi com as chocas...
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De macarvalho a 03.07.2009 às 10:09

Não sei se ria, se chore. A atitude, inqualificável, demonstra a total falta de educação, respeito e princípios que deveríamos ver nos que nos governam ou orientam. Pelo menos é o que esperamos ver.

Infelizmente, o país é nosso e é onde vivemos. Essa é que é a tragédia!
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De l.rodrigues a 03.07.2009 às 10:11

É de notar que o insuspeito El País também erra, ao afirmar que Bernardino Soares estava no uso da palavra quando era Louçã, e portanto o imperativo do gesto. Já que as palavras, para atingirem o mesmo impacto, iriam certamente afectar o bom funcionamento dos trabalhos.

Eu até começo a achar que Manuel Pinho mostrou muito respeito pela instituição Parlamento.

Sugere-me ainda outro pensamento: se o Manuel Pinho dominasse a linguagem gestual dos surdos e tivesse usado esses gestos para mandar Bernardino Soares comer uma poia, afirmando de caminho que a mãe dele tinha verrugas no vaginásio, será que teria as mesmas consequências?

Será também que me estiquei neste comentário? A ver vamos...
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De macarvalho a 03.07.2009 às 10:45

Francamente? Entendo que sim ....
A linguagem deve ser sempre subtil, não necessariamente para chocar nem demasiado explícita.
É isso que distingue uns dos outros.
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De l.rodrigues a 03.07.2009 às 10:58

A linguagem apenas deve ser adequada ao que se quer dizer e a quem se quer dizer. Neste caso, "o que" é algo que só eu posso aferir, e "a quem" é a variável que não depende de mim, já que a audiência deste blogue não é apenas minha.

O que distingue uns dos outros, é serem diferentes entre si, como diriam os cantores de La Palisse.
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De Anonimo a 03.07.2009 às 10:21


Caríssimo,

Para ver antes de ir para a Praia.

http://jansenista.blogspot.com/2009/07/cada-um-exibe-os-presentes-que-mais.html

Melhores desejos de continuação de boas ferias,
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De Pedro Correia a 03.07.2009 às 22:25

Obrigado pela dica. Tem graça e vem a propósito.
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De José Maria Pimentel a 03.07.2009 às 12:32

É um país caricato este. Ministros incompetentes e, não poucas vezes, desonestos mantêm-se no cargo. Ministros inoportunos que insultam, se ridicularizam ou contam uma anedota despropositada são obrigado a demitir-se perante a indignação geral!

É espantoso. Preferia ver um bom ambiente insultuoso no parlamento, como nos finais do sec XIX
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De Pedro Correia a 03.07.2009 às 22:26

Nessa altura, ao que consta, as coisas eram um pouco piores. E acabaram mal, como sabemos.
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De João Pedro a 03.07.2009 às 13:27

Não é verdade. o ministro Pinho teve o seu momento de glória quando Hugo chavez agradeceu "a los ministros Pino, Lino...Lino, Pino".

Já agora, voltar às Cortes do Sec. XIX não era mau: veríamos os representantes do reino com expressões como "V. Exª é uma nódoa", "O Exmo Deputado é uma lmabisgóia", etc. Depois acabava tudo em duelo. Alguém imagina Louçã de florete em riste?
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De José Maria Pimentel a 03.07.2009 às 18:24

Para quem se queixa de fracas audiências dos debates parlamentares...! :)

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