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Outros tempos (2)

por Jorge Assunção, em 25.06.09

O PS «estranha» a «rapidez» com que a PT vendeu a Lusomundo Media à Olivedesportos. O deputado socialista Augusto Santos Silva disse ao PortugalDiário que esta «época de transição política não é a mais indicada» para avançar com um negócio desta dimensão, manifestando «estranheza» pelo «tempo escolhido».

 

É trocar vendeu por comprou e Olivedesportos por TVI e a situação é a mesma. Talvez algum jornalista queira perguntar a Augusto Santos Silva se «estranha» o negócio que agora está em cima da mesa.

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16 comentários

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De João Carvalho a 25.06.2009 às 16:34

Risco sistémico em cima da mesa. Basicamente.
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De Jorge Assunção a 25.06.2009 às 18:58

Basicamente é isso. :)
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De Pedro Correia a 25.06.2009 às 23:01

Questão incontornável.
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De Carlos Dias Ferreira a 25.06.2009 às 16:58

Jorge:

Suponho que sejam as influências do grande amigo e ditador Chavez só que Portugal ainda não é a Venezuela.
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De Jorge Assunção a 25.06.2009 às 19:02

Não é a Venezuela, mas já temos mais semelhanças com essa do que com alguns países desenvolvidos europeus.
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De Pedro Correia a 25.06.2009 às 23:01

Será que algum jornalista já ousou fazer essa pergunta ao ministro? Nos tempos que correm nada admira. Mesmo nada.
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De Teresa Ribeiro a 25.06.2009 às 23:46

Muito bem lembrado, Jorge.
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De Bruno - Planetas a 26.06.2009 às 15:06

Parece que afinal há coerencia por parte do PS , a julgar pela decisão do 1ºMinistro.
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De João Carvalho a 26.06.2009 às 15:09

Também acho que não...
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De Jorge Assunção a 26.06.2009 às 15:21

Se há coisa que este PS não tem é coerência. O argumento invocado para vetar o negócio, bem como o timing para a divulgação do mesmo prova-o. Quem acabou com o negócio foi Ferreira Leite na entrevista e Cavaco Silva no dia a seguir. E até hoje o discurso do PS é que estávamos na presença de um negócio entre duas empresas privadas. A decisão política de vetar o negócio explica bem o quão privada é a PT.

O problema, caro Bruno, é que o essencial ficou por discutir: as acções douradas do Estado na PT.
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De Jorge Assunção a 26.06.2009 às 15:28

Só uma nota: também ficava bem perguntar a Manuela Ferreira Leite se concorda ou não com essas mesmas acções douradas.
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De Bruno - Planetas a 26.06.2009 às 15:48

Caro Jorge, confesso que, relativamente às GoldenShare não tenho uma opinião definitiva, se por um lado concordo que o Estado deve ter uma palavra sobre sectores estratégicos para o País, por outro, todos sabemos que isso apenas tem servido os aparelhos partidários. Já a respeito da interferência no negócio, apenas julgo que se estávamos perante um caso entre empresas pq razão o país entrou em alvoroço, até o Presidente deu voz às suspeitas de ataque à liberdade de imprensa?!

Abraço
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De João Carvalho a 26.06.2009 às 16:00

Simples, Bruno: deter uma posição de 'golden share' implica, designadamente (como está na legislação), defender os interesses do Estado, embora tentando não prejudicar a empresa em causa. E os interesses do Estado estão, como é natural, acima de todos os outros.
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De Bruno - Planetas a 26.06.2009 às 16:02

Soa muito bem, mas na prática tem servido mais para outras coisas que não essas, infelizmente, sublinho!
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De João Carvalho a 26.06.2009 às 16:07

Escusa de sublinhar, se não disser quais.
De qualquer modo, a posição privilegiada que a 'golden share' implica é para defender os interesses do Estado. Entre eles, por exemplo, evitar que a PT seja adquirida por capitais estrangeiros.
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De Bruno - Planetas a 26.06.2009 às 16:49

A esse respeito não há qualquer desacordo.

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