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por Patrícia Reis, em 19.01.14

Um filho vai para a Faculdade, com 17 anos, média alta. Um filho escolhe o curso. Nada de pressões, excell ou pesquisas sobre isto ou aquilo, o rapaz deve estudar o que quiser. Um filho odeia o curso, a mediania e tudo o que por ali abunda. Continua a marrar e a ter boas notas. Vai ao director de curso e, respeitosamente, explica que se vai embora, para outro lado qualquer, para um curso que "alimente o cérebro". Uma mãe apoia. Um pai apoia. Um padrasto apoia. Fácil? Nah!

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7 comentários

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De Nuno Pereira a 19.01.2014 às 16:48

Um filho pode ir para a Faculdade, com 17 anos, média alta. Um filho tem em mente o que quer seguir com garra. Nada de pressões, excell ou pesquisas sobre isto ou aquilo, o rapaz deve estudar o que quiser. Um filho adora o curso, a cidade e tudo o que por ali abunda. Continua a marrar e a ter boas notas. Vai ao director de curso e, respeitosamente, explica que se vai embora, para outro lado qualquer, para um curso que "alimente a familia". Uma mãe a ganhar o salario mínimo. Um pai desempregado. Um estado que não apoia. Fácil? Nah!

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De Patrícia Reis a 20.01.2014 às 10:36

Pois, nah, não sendo uma palavra é bom nestes casos. O caso que relata é pior? É. beijos
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De José Catarino a 19.01.2014 às 19:39

Não é nada comigo, mas o moço não estará a querer começar pelo fim? Quem quiser passar além do Bojador, tem de passar além da dor. Einstein, antes de alimentar o cérebro com as suas teorias da relatividade, partiu pedra com as equações de Maxwell...
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De jo a 19.01.2014 às 22:46

E trabalhou no registo de patentes.
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De Patrícia Reis a 20.01.2014 às 10:38

Talvez, nunca se sabe. Boa semana.
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De lucklucky a 20.01.2014 às 02:31

Como a escola/universidade é formada pela cultura igualitarista não terá grande sorte. Diferença é algo que não acontece na escola, foi toda desenhada para ser igual.

Arranje um emprego. E depois outro, e depois outro até encontrar o que procura. Encontrará aí mais estímulos ao cérebro.
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De Patrícia Reis a 20.01.2014 às 10:37

Provavelmente:)

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