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Impagável Pinho

por J.M. Coutinho Ribeiro, em 16.01.09

Que Manuel Pinho não tivesse sabido, previamente, que a fábrica de Mangualde do grupo Peugeot-Citroen ia despedir 400 trabalhadores, já não abona muito a seu favor. Mas a situação piora quando o ministro desvaloriza, ao dizer que o despedimento de 400 trabalhadores «significa uma parte pequena, significa um terço da fábrica de Mangualde». Uma ninharia que não basta para apoquentar o brioso governante. Ainda ficam lá 1000, pensará.

 

 

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22 comentários

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De Pedro Correia a 16.01.2009 às 18:22

O mesmo ministro quem em 2006 decretou alto e bom som: "A crise acabou." Uma frase que, se Portugal fosse o Egipto, merecia ser inscrita no alto de uma pirâmide.
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De J.M. Coutinho Ribeiro a 16.01.2009 às 23:42

O homem é um visionário :-)
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De Pedro Oliveira a 16.01.2009 às 18:27

O pior meu caro, é que estes senhores assinaram um protocolo com a industria do sector automovel, dando-lhes dinheiro, para não haver despedimentos.Uma palhaçada !
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De J.M. Coutinho Ribeiro a 16.01.2009 às 23:43

Pois. E, pelos visto, nem se deram ao trabalho de informar quem deviam.
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De Carlos Barbosa de Oliveira a 16.01.2009 às 18:29

Concordaria com Manuel Pinho se ele fosse coerente e aplicasse o mesmo raciocínio ao governo. Um terço dos ministros poderiam ser dispensados. Ninguém notava e melhoravam as contas públcas.
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De Ricardo S a 16.01.2009 às 22:15

E poderia começar por ele próprio, que pelos vistos só sabe ir ver jogos de ténis ao jamor por alturas do estoril open e largar umas gaffes, como esta.
Certamente que depois de Outubro já não estará lá. Felizmente.
Cumprimentos.
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De J.M. Coutinho Ribeiro a 16.01.2009 às 23:43

Não, o Pinho não pode ir embora - é sempre tão divertido :-)
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De João Carvalho a 17.01.2009 às 08:58

Não posso concordar, meu caro. Quantas vezes aparece ele? Mês sim, mês não? Menos ainda? Não é tão divertido que possa dar-se a esse luxo de andar sumido...
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De Amêijoa Fresca a 16.01.2009 às 19:00

Este ministro miserável,
com toda a sua desfaçatez,
tem uma atitude deplorável
que ofende qualquer bom português.

Muita gente tentará esconder
estas podres verdades,
assim, continuaremos a viver
com mais estas imbecilidades!
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De J.M. Coutinho Ribeiro a 16.01.2009 às 23:44

é que o que é, vate!
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De Leonor Barros a 16.01.2009 às 19:10

O que seria deste governo sem o verbo desvalorizar...
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De J.M. Coutinho Ribeiro a 16.01.2009 às 23:44

E também sem o verbo valorizar. Depende, depende...
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De Leonor Barros a 17.01.2009 às 00:30

Depende, realmente, mas é impressionante o que usam e abusam do verbo quando a conversa não lhes convém...
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De mike a 16.01.2009 às 19:38

É caso para dizer que para fazer contas dessas podiam chamar a minha filha de 10 anos.
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De J.M. Coutinho Ribeiro a 16.01.2009 às 23:45

Pinho estava sem calculadora :-)
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De mike a 16.01.2009 às 23:55

E a falar, coisa que ele devia fazer menos vezes. Ou devia pensar primeiro. Que miserável falta de senso e sensibilidade.
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De ACCB a 16.01.2009 às 20:15

É a forma porteguesinh de ver a questã: São só 400, podia ser 800.
Partiu uma perna?
Podia ter morrido!
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De J.M. Coutinho Ribeiro a 16.01.2009 às 23:45

Mais ou menos isso :-)
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De João Carvalho a 16.01.2009 às 21:01

Lembro que Pinho acabou a dizer que, nesta crise, temos de estar mais unidos e que ia informar-se melhor do caso. Não ficaram mais tranquilos por saber isto?
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De J.M. Coutinho Ribeiro a 16.01.2009 às 23:46

Eu fiquei completamente tranquilo. Aliás. nunca deixei de estar :-)
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De João Carvalho a 17.01.2009 às 00:14

Foi o que pensei. Hehehe...
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De Bruno Pereira a 18.01.2009 às 20:01

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