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O avençado mental

por Rui Rocha, em 29.09.12

António Borges, o consultor do governo para as provocações, chamou hoje ignorantes aos empresários que se opuseram à alteração das taxas da tsu.

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12 comentários

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De c a 29.09.2012 às 20:02

Avençado mental é uma boa graça. Parabéns!
(Borges tem alguma razão)
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De Rui Rocha a 29.09.2012 às 21:44

Obrigado, C. Vamos ver. Depende do sector de actividade. Os empresários que vivem do consumo interno não são ignorantes. São avisados. Os outros podem não ter a mesma fé nas virtudes da medida. E sim, creio que é mais uma questão de fé saber quais os efeitos que teria.
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De Periscopos a 29.09.2012 às 21:33

Parece-me que ele só pode ser um submarino ao serviço da CGTPCP.
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De Rui Rocha a 29.09.2012 às 21:47

É uma possibilidade. A outra é a de estarmos realmente perante alguém verdadeiramente genial: há muito tempo que não via tanta gente de esquerda preocupada com ataques a empresários. Mais um bocadinho e a CGTP ainda lhes faz um jantar de desagravo.
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De Vortex a 29.09.2012 às 21:46

esteve certo e delicado
o prec chegou ao patronato.
devem mudar diariamente a fralda
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De Rui Rocha a 29.09.2012 às 22:13

De acordo com Borges, só os que não defenderam a alteração das taxas da tsu. Os outros podem aspirar à salvação.
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De monge silésio a 29.09.2012 às 22:47

Borges tem razão. Mas esqueceu-se de acrescentar: politicos e sindicalistas.
Sabemos bem que a nossa classe empresarial (com excepção de umas dezenas) vive do crédito, do Estado e da caloirice.
Quando a Alemanha e a Suécia faziam há pelo menos 15 anos o ajustamento salarial...esta genta subia os salários pensando que produziam ou trabalhavam muito (rectius: serviam e abanavam-se, imaginando que era produtividade). O politico porque tinha de ganhar eleições. o sindicalista porque tinha que garantir filiados e quotas, o ... patrão porque ...ia na onda...não sabia.

Borges disse há uns meses que os salários teriam de baixar. Logo um cortejo de alminhas...a serem simpáticas, enfim protegendo o direito de antena (e honorários). O certo é que baixaram e vão baixar...

Confunde-se desejo, com necessidade e esta com realidade.

A meu ver a grande crítica é a seguinte: onde está o famoso estudo que convenceu os iluminados a dizerem ao consumidor de espetáculos numa sexta-feira de bola e Paulo Caervalho que "eureka!"...
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De Rui Rocha a 29.09.2012 às 22:56

Lamento, MS. Mas a apreciação de Borges de hoje não se dirige à qualidade genérica dos empresários. Com uma crítica dessa natureza também eu seria capaz de concordar. As palavras de Borges tinham como únicos destinatários aqueles que se opuseram à alteração da tsu. Essa mesma que ainda não foi justificada pelo "tal" estudo.
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De Anónimo a 29.09.2012 às 23:11

Borges julgou que nos passaria despercebida a artimanha na TSU. O Mr. Borges quereria com a introdução da TSU que a banca continuasse a andar em roda livre. O financiamento à economia deixaria de passar pela banca, que até vai receber apoios, mesmo aqueles que dizem não precisar talvez venham a precisar, e passaria a estar nas mãos do trabalhador. Adicionalmente, Mr. António Borges, que é uma grande sumidade em matéria empresarial (tem de nos mostrar os ratios de suas empresas e de seus empreendimentos) esquece que o mercado funciona com as pessoas e não o contrário.

Já agora, repare o que um rapazito, que até passou para além do 1º.ano da faculdade, diz aqui no American Enterprise Institute (Portugal marca um autogolo):

http://www.freedompolitics.com/news/portuguese-4127-economy-portugal.html

Tá visto que este é mais um ignorante!!!!
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De Rui Rocha a 30.09.2012 às 23:21

Para além de tudo o mais, o que parece uma idiotice é, para alguém que devia ajudar o governo, vir colocar mais achas na fogueira num assunto em que o executivo ficou praticamente esturricado.
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De JS a 30.09.2012 às 12:13

Borges desabafou com a incontenção " de quem assiste à morte do seu bebé. Amor de mãe, percebe-se. Ofensa genérica, discutível, que raspa na indiferença de muitos, mais preocupados com Balanços do que com politiquices.

Se a medida era a melhor ou não, há economistas, e leigos, de ambos os lados. Morta ou protelada?. Veremos.

Mas vamos ao cerne da afirmação:
Quantos ex-alunos do 1º ano, com êxito, do Prf . Borges, são Empresários de sucesso, ou um rotundo fracasso ?. E quantos, algum dia, virão a sê-lo?.

Não há por aí excelentes, brilhantes, formados e Professores, em Economia e Finanças, a fazer, há anos, asneira e da grossa?. Lembro-me de alguns e recentes.
The proof of the pudding is in eating ".
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De Rui Rocha a 30.09.2012 às 23:22

Sim, creio que ficou evidente quem foi um dos progenitores da criança.

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