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Pensai duas vezes

por Leonor Barros, em 14.01.09

Há alturas em que me sinto nos antípodas da Igreja Católica. Declarações como a de D. José Policarpo advertindo para o “monte de sarilhos” que o casamento com muçulmanos pode trazer não ajudam em nada. Onde devia haver tolerância, existe uma advertência carregada de preconceito, distante dos princípios basilares de respeito mútuo, compreensão e diálogo. Lamentável.

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60 comentários

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De João Carvalho a 14.01.2009 às 14:11

Repare, Leonor, que D. José Policarpo falou de tolerância, respeito mútuo, diálogo, necessidade de conhecimento do Alcorão, etc., etc, o que parece perfeitamente correcto.

A intervenção do cardeal-patriarca desenrolou-se ao longo de uma tertúlia que durou mais de duas horas e a notícia do 'Público' (com origem na Lusa) a que se refere estende-se o suficiente para dar outra ideia.

De resto, como todos sabemos, não faltam histórias de dramas terríveis sobre mulheres ocidentais que casam com muçulmanos e vão para os países dos maridos. Não lhe desejaria tal sorte, Leonor. Sinceramente.
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De Leonor Barros a 14.01.2009 às 14:29

Mas João, exactamente pelo diálogo, acho muito grave que alguém como D. José Policarpo ponha a tónica na dificuldade de uma união entre pessoas de religião diferente, neste caso, católica e muçulmana. Parece-me que estas afirmações são claramente contra o que devia ser o espírito cristão. Eu própria já presenciei uma dessas cenas de propaganda anti-muçulmana numa sessão de preparação para o Baptismo.
É óbvio que para uma mulher ocidental a integração não será fácil e de resto, que fique bem claro, não legitimo nem aceito violência ao abrigo do Islão ou qualquer outra religião. Uma religião cristã não deve fazer este tipo de apelos. Fico ainda mais desiludida.
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De João Carvalho a 14.01.2009 às 16:27

Porém, Leonor, acho que lendo bem a notícia fica clara a defesa do diálogo pelo cardeal-patriarca. Confesso que nada me deixou perceber que o tal alerta (e alertar antes do drama é uma obrigação) tivesse sido a tónica: foi apenas o título que o 'Público' deu a uma notícia que é longa e que podia merecer outro título entre vários possíveis.
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De Leonor Barros a 14.01.2009 às 16:37

Os jornalistas são uns malandros ;-)
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De TragédiaGeek a 14.01.2009 às 14:41

O casamento, por si só, pode trazer um monte de sarilhos para qualquer pessoa. Se o marido pratica uma religião que favorece o homem em tudo e vivem num país onde a lei do Islão é a lei do Estado, coitada dela. Acho que sim, deve pensar muito bem.
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De Teresa Ribeiro a 14.01.2009 às 20:32

Leonor, subscrevo palavra por palavra aquilo que o TragédiaGeek acabou de dizer!
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De Leonor Barros a 15.01.2009 às 09:01

Não disse em momento algum que não devia pensar, Teresa, deve pensar sempre e muito em qualquer circunstância, ainda mais numa que traz profundas alterações a todos os níveis. O meu post não diz que as mulheres não devam pensar, antes que o Cardeal Patriarca foi infeliz nas afirmações, porque é quem é.
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De Pitucha a 14.01.2009 às 14:41

O Cardeal Patriarca não é a Igreja, tão pouco a religião, muito menos a cristã (ainda se fosse católica)! Tudo isso são generalizações que só têm de mal isso mesmo, serem generalizações. No fundo como as palavras do Cardeal Patriarca: só têm de mal ser generalizações. Mas há tanto de verdade nelas, Leonor, tanto de verdade...
E não falo de relações pessoais, falo do diálogo, da tentativa de abertura aos outros, o tal de multiculturalismo. Já andei por essas águas, em termos profissionais, e digo-te, por experiência própria (e generalizando, mais uma vez), é diabólico dialogar com os mulçumanos.
Haverá excepções, como sempre, como em tudo! Servem para confirmar regras.
Beijos
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De Leonor Barros a 14.01.2009 às 14:47

Em momento algum digo que é fácil dialogar com muçulmanos, Pitucha. A Igreja Católica em Portugal é também representada por D. José Policarpo, logo é também a imagem da Igreja, naturalmente. Cada indíviduo tem o livre arbítrio e deve escolher de acordo com o sue coração e cabeça. Rejeitar apenas porque é diferente e, neste caso, de uma religião diferente choca-me.
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De João Carvalho a 14.01.2009 às 16:29

Rejeitar é o que não consta da notícia, Leonor. Bem pelo contrário.
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De Leonor Barros a 14.01.2009 às 16:37

O rejeitar é meu, João, não disse que a notícia dizia ;-)
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De rms a 14.01.2009 às 14:51

Você é uma mera costela de Adão e há-de arder no Inferno. Amén. Ou Allah U Akbar. Ou qualquer coisa do género.
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De Pitucha a 14.01.2009 às 14:55

A mim o que me choca é a forma como as mulheres são tratadas nessas sociedades, é o conforto com que o mundo aceita isso, como aceita a mutilação genital feminina em nome da tradição, como aceita outras violências contra as mulheres.
Pega no direito civil marroquino (que é dos mais avançados no mundo árabe) e vê os "direitos" das mulheres (até me engasgo a usar a palavra "direitos"). Isso choca-me! Nem imaginas quanto. (E desgosta-me o politicamente correcto que está na base de muitas das críticas às palavras do Cardeal Patriarca, que, acredito, não ser o teu caso).
Enfim, desculpa esta contra-resposta, tão contra os meus princípios blogoesféricos, mas em matéria de "mulheres" descontrolo-me um pouco!
Beijos
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De Leonor Barros a 14.01.2009 às 15:01

Pitucha, os choques não são em alternativa nem se excluem. Obviamente que tudo isso me choca. Como já referi, a violência e desrespeito não podem ser legitimadas pela religião, sou claramente contra, sem quaisquer atenuantes. A mim também me desgosta o politicamente correcto mas desgosta-me profundamente que o Cardeal Patriarca tenha este tipo de atitudes.
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De CM a 14.01.2009 às 15:03

Cara Leonor, estamos habituados a ouvir discursos "politicamente correctos" e, nessa base, as pessoas deixaram de ouvir a verdade dos factos.

Alguns dos comentadores já se pronunciaram sobre algumas das "dificuldades" que encontraram na sua vida com o chamado "diálogo" interreligioso. Portanto, não vou ser aqui redundante.

Apenas direi que, como cristão e católico, estou cansado do respeito unilateral que a Igreja Católica no seu todo tem dado ao Islão. Como disse, e bem, a Pitucha , "é diabólico dialogar com os muçulmanos ". Eles não nos têm respeito; para eles, nós somos apenas " Kéfir", ou seja, infiéis.
O Islão é uma ideologia de combate sem quartel aos infiéis (nós todos), ao passo que o Cristianismo é a doutrina do Amor.

Eles pensam até que irão conquistar a Europa "através do ventre das (suas) mulheres..."

Muito haveria a dizer...
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De Leonor Barros a 14.01.2009 às 15:14

O diálogo inter-religioso não é obviamente fácil. A questão não é o Islão no seu todo, a questão é a um nível pessoal advertir para o perigo. Como já referi, já fui advertida numa sessão de preparação para o Baptismo, numa situação em que nada tinha a ver, enfim, uma cena patética. A doutrina do Amor deve ser cultivada também nestes gestos de amor ao próximo. Correndo o risco de me repetir, arrepia-me, seja de que lado for, a não aceitação apenas porque se é Outro. Diferença não tem de ser incompatibilidade , não devia ser nunca.
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De CM a 14.01.2009 às 16:04

Concordo inteiramente consigo, Leonor: a diferença não tem de ser incompatibilidade...
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De Leonor Barros a 14.01.2009 às 16:11

Por isso estamos aqui á conversa :-)
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De J.M. Coutinho Ribeiro a 14.01.2009 às 15:18

Por acaso, Leonor, eu não fico assim tão ofendido com a palavras do Cardeal.
Uma mulher que case com um muçulmano pode arranjar, com efeito, uma carga de sarilhos por causa da diferença religiosa. Basta que o marido leve a sério a sua religião, ou a sério, pelo menos, como a vemos relatada por aí.
E note-se: não estou com isto a dizer que a reghião deles é pior ou melhor dop que a nossa. Mas é tão diferente que pode ser mesmo uma carga de sarilhos.
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De Leonor Barros a 14.01.2009 às 15:19

É claro que sim, mas não somos o Cardeal Patriarca. Há uma diferença substancial.
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De Anónimo a 14.01.2009 às 15:06

O Cardeal Patriarca disse uma coisa absolutamente óbvia e do mais elementar senso comum. Conhecendo minimamente a religião e as práticas dos povos em causa é óbvio que se deve pensar, não duas mas várias vezes, antes de se meterem nisso. E vice-versa, eu diria.

Logo, estar nos antípodas disto é um disparate.

Isabel Sampaio
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De Leonor Barros a 14.01.2009 às 15:17

Disparate é adjectivar desta forma a opinião alheia com tantas certezas. Estamos, de facto, nos antípodas
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De João Eduardo Severino a 14.01.2009 às 15:20

A Leonor fala de um filme que nunca viu. Se visse o filme que eu vi no Paquistão, onde mulheres ocidentais casadas com muçulmanos eram chicoteadas por terem tirado o véu dentro de uma loja; as mulheres paquistanesas de burka a sair à rua apenas entre as 18.00 e as 19.00 horas para fazerem as suas compras e outras a viver entre muros das suas casas com quatro metros de altura para que não fossem vistas por nenhum homem enquanto arranjavam o quintal ou estendiam a roupa, então, não nos apresentava este seu filme abstracto.

Nota: Bendita a hora em que o cardeal avisou as raparigas portuguesas dos riscos em casar com muçulmanos.
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De Leonor Barros a 14.01.2009 às 15:43

Não, João, de facto, não vi esse filme. A opção de casamento foi dessas mulheres, a elas cabe decidir. Que o representante máximo de uma religião que advoga o amor e a tolerância faça esse apelo não me parece bem.
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De Minderico a 14.01.2009 às 20:34

Uma coisa me intriga;

O Casto Cardeal referiu-se apenas às cachopas. Não disse nada quanto a cachopos casarem com Mulçumanas..
Acho estranho ;-)

E viva a (in)tolerância religiosa dos castos!
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De Once a 14.01.2009 às 15:49

Acho que são as pessoas esclarecidas e informadas que têm por obrigação alertar as outras Leonor.
E se não forem os que têm alguma projecção mediática não serão certamente os anónimos ..
Acho ainda que se está a fazer um pequeno cavalo de batalha numa frase dita, dentro de um contexto, numa intervenção que durou mais de duas horas e em que a compreensão e o respeito pelo povo muçulmano estiveram sempre "em cima da mesa".

Agora .. que o que ele disse é verdade .. aí não sejamos ingénuos ao ponto de pensar que não.
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De Leonor Barros a 14.01.2009 às 16:10

Once, não é uma pessoa esclarecida a informar as outras, é 'apenas' o Cardeal Patriarca, representante da Igreja Católica, baseada no amor, respeito mútuo e tolerância a advertir para o casamento com Outro diferente de si. Há uma diferença substancial.
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De Francisco a 14.01.2009 às 17:38

O Cardeal Patriarca limita-se a ser o 'representante' da Igreja Católica na Diocese de Lisboa; mais nada!
Mas D. José Policarpo fez muito bem em dizer o disse. Cumpriu a sua obrigação de pastor: acolhe quem quer, recusa quem quer! E o que o Cardeal Patriarca fez foi simplesmente alertar para dificuldades específicas com um 'outro'. Não com todos os 'outros'. Generalizar a partir do que ele especificamente disse é abusivo.
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De Leonor Barros a 14.01.2009 às 17:41

Estou esclarecida quanto ao pastor. Pensava que a Igreja era Amor.
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De Francisco a 14.01.2009 às 21:28

E que tem uma coisa a ver com outra? Aparentemente estamos aqui a falar de coisas diferentes. O Patriarca de Lisboa não disse 'não amem um muçulmano'! Disse, e ainda agora voltei a ouvir, que uma mulher que encarasse a hipótese de casar com um muçulmano se arriscava a sérios problemas. É mentira isto? À porta da Mesquita de Lisboa, uma mulher que se definiu como 'católica e muçulmana' e que casou com um muçulmano confirmou (com exemplos) ser verdade o que o Cardeal disse. E também Moisés Espírito Santo, apresentado (e reconhecido) como sociólogo das religiões, corroborou as palavras de D. José Policarpo- via Telejornal RTP1. Onde está o 'preconceito' e a 'distância dos princípios basilares de respeito mútuo, compreensão e diálogo'? O que está em causa são os direitos das mulheres face às leis do Islão. Pelo que leio, isso para si é menor...
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De Leonor Barros a 14.01.2009 às 21:41

Se ler com atenção vai encontrar a minha posição relativamente aos direitos das mulheres face às leis do Islão.
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De Pedro Oliveira a 14.01.2009 às 16:14

Confesso que as palvaras não me causaram indiferença, se alguém quer casar com outra pessoa deve no minimo saber ao que vai, o mulçumano concerteza não vai esconder a sua religião,nem se é praticante ou não, portanto há tempo na fase antes do casamento, para perceber estas coisas e muitas outras. Posso estar a ser romântico,mas é o que penso.
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De Leonor Barros a 14.01.2009 às 16:18

Nem mais, Pedro
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De José Gomes André a 14.01.2009 às 16:47

Eu estou de acordo com a Leonor. É claro que o Cardeal tem o direito de dizer o que pensa, mas não faz sentido aplaudir apenas porque ele foi "politicamente incorrecto". A questão aqui não é a coragem da sua intervenção, mas a justeza ou a validade do que disse. E neste respeito, vejo dois problemas complicados:

1) A mensagem ecuménica - central no ideal cristão - foi às urtigas. Estabelecer uma divisão moral como a que está implícita no discurso de D. José Policarpo parece-me ser contraditório ao espírito central do cristianismo.

2) A generalização é um pouco ridícula. Há muçulmanos fanáticos? Claro que sim. Há muçulmanos que podem abusar das suas mulheres? Claro que sim. Mas também há milhões de muçulmanos moderados, espalhados por todo o mundo (e pensem por um bocadinho na secularista Turquia), que podem ser excelentes maridos.
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De Leonor Barros a 14.01.2009 às 17:36

Exactamente, José.
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De João Eduardo Severino a 14.01.2009 às 19:20

Não, não é exactamente. O José não tem o mínimo de razão. Vou-me embora porque já estou enjoado.
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De Leonor Barros a 14.01.2009 às 19:24

Está no seu direito, João, pode e deve ir-se embora se está enjoado. Lamento que assim seja.
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De M.B. a 14.01.2009 às 18:46

A grande maioria dos comentários sobre o Islão coincide, com rara excepção, por um lado, num saudável desejo de tolerância e de diálogo inter-cultural e inter-religioso e, por outro, numa conformação ao politicamente correcto que tolhe o indispensável raciocínio e a recomendável avaliação das características e natureza da ideologia. Infelizmente, a grande maioria dos comentários é também acompanhado de uma ignorância crassa da ideologia delineada por Maomé. O primeiro passo que se recomenda é a separação do Islão como doutrina dos muçulmanos como pessoas. Os muçulmanos como pessoas são como quaisquer outras: há os bons e os maus, os simpáticos e os antipáticos. Tenho um amigo muçulmano que é uma excelente pessoa, aliás como a maioria. Infelizmente, e porque é muçulmano, acha que o Hamas é uma organização filantrópica. O Islão como doutrina é uma ideologia de cariz claramente fascista, essencialmente legalista e de escassíssima dimensão ética. O papel da consciência ética no Islão é esmagadoramente obliterada pela obediência/submissão (Islão significa literalmente submissão) à lei de Alá tal como decorre do Corão e da Sunna/Hadith (compilações de relatos da vida de Maomé), para a qual o Corão remete. O problema é que tanto o Corão, que é tido como um discurso ipsis verbis, imutável, infalível e não interpretável do deus, como a Sunna contêm uma série de preceitos absolutamente repugnantes para uma consciência ética rudimentar. Isto se, por um lado, não anula a necessidade, e até o dever, de um diálogo respeitável e respeitoso inter-religioso e inter-cultural, não anula, por outro, o dever de verdade, o dever de preservação da integridade da consciência na justiça dos seus juízos e avaliações e, portanto o dever de utilização de uma linguagem pertinente e exacta na sua descrição. A Igreja age bem na procura de um diálogo e de um entendimento. Mas peca por falta de afinco no pastorear da Verdade, por falta de comparência ao dever de esclarecimento das consciências. Qualquer religião pode dizer que tem o mesmo deus de outra. Até os seguidores de Baal ou de Ga Gorib o podem fazer. Mas a verdade é que algumas religiões têm no seu centro, em bom rigor, o Grande Animal. O Cardeal Patriarca peca apenas por falta de inteligência, o que é pena, porque a Igreja tem gente com melhor cabeça.
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De M.B a 14.01.2009 às 19:18

Quanto à Turquia «secularista», é bom esclarecer que a Turquia é «secular» apenas por constrangimento de uma elite militar aliada de uma fina camada da sua população. A esmagadora maioria da população é devotamente muçulmana, com tudo o que isso acarreta. Foi essa mesma Turquia «secularista» que levou a cabo, há não muito tempo, o genocídio do povo Arménio, um povo cristão que tinha raízes milenares no território que lhe correspondia e que foi totalmente dizimado. A religião cristã do povo Arménio não foi um aspecto de somenos na raiz do extermínio. É esta mesma Turquia «secularista» que, ainda nos nossos dias, condiciona e constrange, se necessário com brutalidade, o culto de outras religiões que não a muçulmana. Claro que isto não são matérias que interessem por aí além a comunicação social ocidental, que tem muitos outros afazeres.
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De CM a 15.01.2009 às 00:49

Bem, meu caro amigo, desta feita foi mais explícito. Os meus parabéns.

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