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Valha-o Deus, homem

por Rui Rocha, em 17.02.12

D. Manuel Monteiro de Castro, o novo cardeal português, entende que "a mulher deve poder ficar em casa, ou, se trabalhar fora, num horário reduzido, de maneira que possa aplicar-se naquilo em que a sua função é essencial, que é a educação dos filhos”. É de homem. Das cavernas, benza-o Deus. Desde logo, é lamentável que transpareça do discurso uma visão funcional das mulheres. Se bem a conheço, a visão oficial da Igreja Católica apela à integridade ontológica, independentemente de qualquer função. É nessa perspectiva que se entende, por exemplo, a defesa da proibição do aborto. Entendamo-nos. O lugar das mulheres é onde elas quiserem, mesmo que não sirvam para nada ali onde estiverem. O mesmo se aplica aos homens. Sendo que, no caso destes, a probabilidade de não servirem para nada seja lá onde for é bem maior. Tal como a de fazerem ou dizerem asneira. Depois, as palavras de D. Manuel são incompreensivelmente redutoras. Existem tantas funções essenciais para as mulheres em casa, no escritório, na praia ou no campismo que os dois mil e tal anos de história da Igreja Católica não foram suficientes para as enumerar, quanto mais para as perceber. Mesmo admitindo que uma dessas funções não é dizer missa. Mas, para além disso, esta intervenção é profundamente discriminatória. Na verdade, não admito a D. Manuel que me exclua da possibilidade de, a ficar alguém em casa a educar os meus filhos, ser eu próprio a fazê-lo. Pode um ser humano ter uma visão do Paraíso? Acho que sim. No meu caso, passar os dias com os meus filhos, brincar com eles, ajudá-los, ensinar-lhes o pouco que sei, aprender com eles, zangar-me e logo correr a abraçá-los, rirmos e chorarmos juntos, tudo isto me parece a antecipação do Céu em plena Terra. Digo que não tem comparação, não desfazendo, com a função de Cardeal ou de Penitenciário-mor da Santa Sé. Melhor, só mesmo se a minha mulher pudesse estar em casa connosco. Mas isso, de tão bom, tão bom, talvez já fosse pecado. Por isso, espero que D. Manuel, ungido pelo Espírito Santo, possa um dia ver a luz que o ajude a despir-se, em bom recato se a isso a Providência ajudar, do preconceito que a vontade de Deus o fez exteriorizar. Até lá, resta-lhe enfiar o barrete. Cardinalício.

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367 comentários

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De Beirão a 17.02.2012 às 19:02

Fiquei na dúvida se não estará a ironizar. O novo cardeal não fez mais que transmitir o pensar da Igreja: além de tudo o resto, a mulher é, essencialmente, uma educadora dos filhos. Parece-me ser isto uma simples 'obviedade'. Ah! já me esquecia : dizer o que disse o Cardeal é terrível discriminação sexual, um monstruoso crime de lesa-pátria. Só comparável a esse nefando crime da discriminação racial. Ai de quem se atreva a um simples olhar de desagrado a um negro! Está feito...
A isto se chegou!?
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De jonasnuts a 17.02.2012 às 19:20

Beirão.... o seu comentário, esse sim, é irónico, certo?

"Além de tudo o resto, a mulher é, essencialmente, uma educadora dos filhos"?

Não sei que mulheres é que conhece, mas são muito diferentes (de mim e) das mulheres que eu conheço (e que me criaram, sem que nunca tenham sido, essencialmente, educadoras, felizmente.
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De Anónimo a 17.02.2012 às 22:25

Valha-nos Deus, homem, se as mulheres não tiverem oportunidade para educar seus filhos, assim como os homens. É óbvio que a mulher é a mãe, o colo, o conforto, o socorro e, também em matéria de educação, o sustentáculo de qualquer criança (macho ou fêmea). Espero que a mulher possa ter a oportunidade de voltar a ser mãe e não só a ter os filhos e entregá-los a outros para os educar (claro está, se ela e ele quiserem). Claro está que a mulher deve poder querer ficar em casa e, se quiser, trabalhar em horário reduzido.
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De jonasnuts a 17.02.2012 às 22:35

Não sou um homem. Sou mulher, mãe, trabalhadora (realizada profissionalmente, e adoro o que faço, e faço bem).

Vamos ao óbvio. Aquilo que é óbvio para si, não é necessariamente aquilo que é óbvio para mim, obviamente.

Os pais, os familiares próximos, os adultos que rodeiam uma criança são o seu sustentáculo. E, deixe-me que lhe diga, que se eu ficasse em casa a tomar conta do meu filho, seria um colo patético, de tão infeliz que andaria.

Caro que a mulher deve poder querer ficar em casa e, se quiser, da mesma forma que deve poder, se quiser, trabalhar no horário que lhe der na real gana.

E, já agora, o mesmo se aplica aos homens.
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De Anónimo a 17.02.2012 às 22:38

Parece que diz essencialmente o que eu escrevi. Afinal em que discordamos do cardeal, mulher!?
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De jonasnuts a 17.02.2012 às 22:45

Se pelo meu comentário anterior não compreende em que discordamos, não me parece que haja esperança de que venha a fazê-lo em função da quantidade de palavras que eu possa vir a acrescentar :)

Provavelmente, explico-me mal.
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De Anónimo a 17.02.2012 às 22:50

Fico com a sensação que você quer poder escolher pelas outras mulheres. A sua opção não está colocada em cheque pelas afirmações do cardeal, nem pelas minhas.
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De jonasnuts a 17.02.2012 às 22:54

Eu quero escolher por mim, aliás, eu escolho por mim. Quanto às afirmações do senhor cardeal, acho-as redutoras, para ser simpática e minimalista, em relação a TODAS as mulheres.

Se o senhore cardeal afirma "naquilo em que a sua função é essencial, que é a educação dos filhos" está a falar de mim, também. Não só, certamente, mas também.
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De Anónimo a 17.02.2012 às 22:58

Mas a mulher é mesmo, essencialmente, mais importante na educação dos filhos, pelo menos nos primeiros anos de vida.
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De jonasnuts a 17.02.2012 às 23:04

Porquê? Porquê a mulher e não o homem? Porque não ambos? E, por via da diversidade, incluamos os avós.

As crianças precisam de estar rodeadas por quem as ame. Ser mãe não é condição sine qua non para amar um filho.

Normalmente a mãe ama. Mas o pai também. Porque é que ele é menos importante? Porque não pode engravidar ou amamentar? Pode (e deve) criar laços de outras formas. Amor, nunca é demais.

Reduzir o amor à condição feminina ou maternal, se preferir, é ter muito pouco respeito. Pelas mulheres e, sobretudo, pelos homens.
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De Anónimo a 17.02.2012 às 23:05

Porque as crianças estão, essencialmente, mais dependentes da mãe nos primeiros anos de vida. Se isto a choca tem de contrariar a ciência.
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De jonasnuts a 17.02.2012 às 23:12

Bom, vamos por partes.

Uma criança, em absoluto, depende da mãe única e exclusivamente enquanto habita o seu útero. Uma vez nascida, não depende da mãe. Depende de quem lhe proporcione as condições de sobrevivência, que tanto pode ser uma mulher como um homem. E isto é ciência, ramo, biologia.

A ideia de que as crianças dependem mais das mães nos primeiros anos de vida é sociológia, não é biológica.

E eu passei o primeiro ano de vida do meu filho, com ele, em casa. Porque quis. :)
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De Anónimo a 17.02.2012 às 23:17

A dependência da criança nos primeiros anos de vida é natural, faz parte da sua essência. Há uma segunda gestação, desta feita extra-uterina. Nós estamos a escrever sobre algo que vai para além da mera sobrevivência. A sobrevivência é outra matéria, e, aí sim, depende de qualquer um que a proporcione.
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De jonasnuts a 17.02.2012 às 23:20

Lá está.... sociologia, não biologia.

E aquilo que é natural para si (e para o cardela) não é obrigatoriamente natural para o resto do mundo, logo, não é essência.
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De Anónimo a 17.02.2012 às 23:22

É biológico.
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De jonasnuts a 17.02.2012 às 23:26

Mas é biológico porquê? Porque lhe apetece?

Se fosse biológico era essencial, o que faria com que todos os órfãos morressem. Sabemos não ser esse o caso. Logo, não é biológico, é sociológico.
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De Anónimo a 17.02.2012 às 23:29

É biológico porque se compreende também nas alterações, dessa natureza, que se produzem.
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De jonasnuts a 17.02.2012 às 23:33

Ok, avanço com ciência poético, assim como assim, não sei se estou a falar com um, dois ou 10 anónimos:

Na Natureza, nada se perde, tudo se transforma.
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De Anónimo a 17.02.2012 às 23:37

Tem "falado" com o mesmo anónimo. Quando compreender a existência da poesia na ciência talvez sua opinião mude.
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De jonasnuts a 17.02.2012 às 23:43

Pode ser que sim, mas dúvido.

Falando curto e grosso, não percebo que tem o cu a ver com as calças.

Começámos na biolgia, à mistura com afirmações "Mas a mulher é mesmo, essencialmente, mais importante na educação dos filhos, pelo menos nos primeiros anos de vida." mas afinal não é biologia.... é poesia.....

Ao menos aprenda a separar aquilo que são as suas convicções (altamente respeitáveis e legítimas, cada um com as suas) do que é a biologia.

Não tente é misturar argumentos científicos com a poesia da ciência, que isso é uma fuga para frente pouco honesta.
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De Anónimo a 17.02.2012 às 23:52

Você julga que a biologia é algo independente de todas as outras vertentes do SER. Você talvez venha a compreender quando entrar na área das neurociências.
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De jonasnuts a 17.02.2012 às 23:54

Ok. Fica combinado. Quando eu entrar na área das neurociências, venho aqui concluir o debate.
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De Pois...Pois. a 18.02.2012 às 14:23

Anónimo:
Cantas bem, mas não alegras a Joana...
Esse discurso todo cheira-me a sacristia, que no momento está a perder terreno.
Força Joana, dá-lhe para trás, que eu já não tenho pachorra para aturar Talibans.
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De Sim, Sim a 18.02.2012 às 15:24

Sim, vejo bem que o incenso te perturba. Dá-lhes, anónimo, que estou contigo.
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De Filomena a 18.02.2012 às 00:15

Há muitos erros científicos nas poesias, sabia? Autênticas aberrações!!!Procuro, se conseguir.
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De Filomena a 18.02.2012 às 00:25

* Procure, se conseguir.
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De Anónimo a 18.02.2012 às 15:23

Sim, você acabou de mostrar essas aberrações. Dá-lhes, anónimo, que estou contigo.
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De Manuel biólogo a 17.02.2012 às 23:46

Os cromossomas, por mitose, metade são da mulher e a outra metade do homem, entendido? A ciência não lhe assiste, anónimo.
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De Anónimo a 17.02.2012 às 23:49

Em que é que o que afirma nega a minha afirmação? Se você compreendesse a ciência não avançaria com tal disparate.
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De Manuel biólogo a 18.02.2012 às 00:59

Quem lhe disse que não sou cientista?Em várias áreas, por que fique esclarecido, animal racional! Ou quer que lhe faça um teste?
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De Manuel biólogo a 18.02.2012 às 01:02

*para que fique esclarecido, mais ainda, ciências exatas!
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De Sim, sim a 18.02.2012 às 15:21

Você pensa que por saber fazer contas e cálculos já é cientista. Você usa a ciência, mas não é cientista. Dá-lhe, anónimo, que estou contigo.
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De Manuel biólogo a 18.02.2012 às 16:42

Procure na net o que são ciências exatas, antes de dizer disparate! ignorância é o que não falta e outras dores.
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De Sim, Sim a 18.02.2012 às 21:54

Para ser um cientista exa(c)to é necessário saber que as ciências evoluem. O conhecimento não é estático. Procure onde quiser, porque através da net a sua ciência não evoluirá.
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De oliveira a 18.02.2012 às 11:31

Não é contrariar a ciência, é contrariar a NATUREZA!
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De jMenezes a 18.02.2012 às 16:54

Sabe que se pode induzir a condensação( provocar chuva) havendo nuvens! Quer saber com que produtos químicos? Estude e aprenda, se conseguir!
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De Anónimo a 17.02.2012 às 23:08

Por outro lado o amor é uma condição, e não depende do género. É o género que depende dele (do amor).
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De jonasnuts a 17.02.2012 às 23:16

Não generalizemos o amor. O amor é uma coisa para si e outra coisa para mim, e outra coisa para o vizinho do lado.

Não é igual para todos. Nem em forma, nem em intensidade, nem em género.
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De Anónimo a 17.02.2012 às 23:19

O amor é como a sabedoria: sendo único tudo pode, imutável em si mesmo, renova todas as coisas; ele se derrama de geração em geração, em qualquer género. O amor é dom, sendo dom é dádiva, sendo dádiva, busca-se.
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De jonasnuts a 17.02.2012 às 23:25

Começámos na ciência, acabamos na poesia.

Os argumentos científicos terminaram? É que poesia, há para todos os gostos (e eu nem sou apreciadora), já ciência, havendo diversidade, é mesmo assim, mais difícil.
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De Anónimo a 17.02.2012 às 23:30

O amor encontra-se na diversidade mas não é diverso, é único.
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De A. a 18.02.2012 às 04:11

Parece-me que se está a esquecer da amamentação, que até há pouco tempo (dezenas de anos, isto em centenas de milhares do homem) representava a diferença entre a vida e morte e que, a não ser proporcionada pela mãe, teria se sê-lo necessariamente por outra mulher, sendo um fenómeno minoritário na história, a amamentação por leite de outra origem.
Sendo de crer que a amamentação não é cultural, mas biológica, pode-se talvez inferir que enquanto durar há uma relação de eleição entre mãe e filho...
Se atentarmos que até há pouco tempo - também dezenas de anos -, mãe e pai trabalhavam a pouca distancia física das crianças, e não parecendo uma ousadia supor que esse desejo de proximidade da prole será biológico e cultural em ambos os progenitores, não me parece um dislate o que disse o Cardeal.
Pertenço a uma geração em que a mãe estava em casa e liberta das tarefas que se costumam associar ao "estar em casa" pela existência de empregadas e tenho uma pena imensa destas crianças que chegam a casa ou tarde ou com os pais cansados de um dia de trabalho.
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De jMenezes a 18.02.2012 às 16:51

Que sabes tu de sabedoria?
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De Princesa da Luz a 18.02.2012 às 14:16

Até concordo. Mas deve ser a mulher a optar
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De Sim, sim a 18.02.2012 às 15:37

Que optem os dois, mas façam-no em ou com consciência.
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De Rui Rocha a 18.02.2012 às 22:46

E o homem é essencial em quê?
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De Anónimo a 18.02.2012 às 22:56

Rui, o homem é essencial, mas não entra no "essencialmente" desta matéria. Tendo em conta alguns comentários, parece que ser criança dependente da mãe em um período da vida é uma monstruosidade. Até onde chega a "emancipação"!!!!
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De Fernando a 18.02.2012 às 08:31

"Essencial" não significa "exclusivo". E é óbvio que no nosso processo de crescimento e de formação psicológica/afectiva/emocional... no processo de crescimento e maturação de todas as crianças ocupa um papel fundamental e essencial a figura da mãe. Isto não quer dizer, obviamente, que se retire qualquer outro valor ou importância à figura da mulher, seja no campo profissional, no campo social, no campo político, etc, etc, etc... Elas podem ser, efectivamente, uma mais valia nestes campos.
Regra geral, a ligação afectiva de uma criança nos primeiros anos de vida (e considerando, claro, algumas excepções) é mais vincada para com a mae, do que para com o pai (ainda que este seja, também, fundamental no processo de crescimento!).
Então qual é a polémica das afirmações do Cardeal?!
Não lutamos (nós todos) para que o tempo de "licença por maternidade" seja ainda mais alargado, para o caso de a mulher desejar usufruir dele, à semelhança, por exemplo do que se faz nalguns países da Europa, onde esta licença pode ir até aos 2 anos?
Sinceramente, às vezes parecemos um pouquinho tendenciosos e irracionalmente alérgicos a tudo o que seja dito por alguém da Igreja.
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De cec a 18.02.2012 às 10:55

disse tudo Fernando.

e como mulher acrescento: tenho pena da grande maioria das mulheres de hoje. entraram numa espiral de realização profissional que até dói...
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De Rui Rocha a 18.02.2012 às 22:49

Pois não, Fernando. Mas, o essencial é o oposto do acessório. E se a função essencial da mulher fosse a que o cardeal lhe atribui, tudo o resto seria acessório. Inaceitável.
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De Anónimo a 18.02.2012 às 22:57

O cardela não disse isso, disse: "Deve poder". Quem deve poder tem a possibilidade de optar.
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De Fernando a 19.02.2012 às 12:33

Disparate, Rui Rocha! Um disparate atrás de disparate para justificar o seu disparatado post inicial.
Leia exactamente aquilo que o Rui Rocha escreveu: "a mulher deve poder ficar em casa, ou, se trabalhar fora, num horário reduzido, de maneira que possa aplicar-se naquilo em que a sua função é essencial, que é a educação dos filhos”.
Percebe a diferença entre "naquilo em que a sua função é essencial" e "aquilo que é a sua função essencial"? (esta parte ninguém o disse mas é o que pulula na sua cabeça).
A diferença entre uma e outra afirmação é enorme!!!! O Rui Rocha só o não percebe, porque não quer perceber, não lhe dá jeito. Prefere manter vivo o disparate da sua argumentação
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De 19950 a 18.02.2012 às 09:01

joana,ele não entende porque é ,,,,,. quanto ao cardeal já não se usa, pois é.
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De Hamleto a 18.02.2012 às 18:28

Lamentável este preconceituoso cardeal. São estes "religiosos" que põem as igrejas vazias.
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De Rui Rocha a 18.02.2012 às 22:50

Exactamente.
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De Rui Rocha a 18.02.2012 às 22:44

Tudo demasiado claro e óbvio.
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De Anónimo a 17.02.2012 às 22:27

Já agora, a Igreja Católica não tem mais de dois mil anos, o cristianismo sim.
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De Francisco A a 17.02.2012 às 23:17

Deus não existe: É uma invenção de homens de há mais de 2000 anos? Consegue ter uma ideia da "ciência" que eles teriam nesses tempos? A arma das religiões são a morte (o medo da morte); sem isso que argumento teriam? Pois sendo a sua arma(das religiões) a morte, faz ideias de quantas mortes provocaram? Esqueça DEUS NÃO existe; espere até morrer!
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De Anónimo a 17.02.2012 às 23:28

Se eu esperasse por Deus até morrer, então, já seria um cadáver. Deus é vida, e viver é também interpretar a existência no sentido ontológico.
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De Francisco A a 17.02.2012 às 23:35

Sabe que há cadáveres a temperaturas apropriadas à espera da cura? Tem sorte, já aprendeu alguma coisa comigo! Se, tiver a sorte de rapidamente ir ter com o seu deus, que tanto deve ansiar, terá a resposta:NÃO EXISTE! Existem homens e mulheres.
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De Anónimo a 17.02.2012 às 23:40

Bem, você já viu tudo. Esse é mesmo o problema de quem julga tudo saber. Deus existe, e existe porque eu acredito n´Ele.
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De Francisco A a 17.02.2012 às 23:49

Quem é o senhor para dizer que eu vi/sei tudo? É muita prepotência, pense no seu inferno! O senhor não bate bem!
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De Anónimo a 17.02.2012 às 23:56

Você é que revela crenças que nem eu abordei. Quem está em conflito é você. Compreendo que tenha necessidade desses desabafos.
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De Francisco A a 17.02.2012 às 23:56

Acredite no que quiser! Será que o seu deus não é uma Ela? Assim, poderia escrever: sim porque eu acredito N'ela! Ou será que não aceitaria um deus mulher?
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De Anónimo a 17.02.2012 às 23:59

Logo vi, são traumas. Em que pretende ser ajudado?
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De Francisco A a 18.02.2012 às 00:05

Agora o anónimo é adivinho e quer ficar com a última palavra! Fala em traumas, trate-os! Divirta-se como puder!
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De Pois...Pois. a 18.02.2012 às 14:29

Eu tenho um trauma.
Acredito que Deus é chinês !
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De Sim, Sim a 18.02.2012 às 15:27

vejo bem que anda com o olhar vesgo. Dá-lhes, anónimo, estamos contigo.
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De Pois...Pois. a 19.02.2012 às 05:35

Não vês nada !
Tens a mania que vês !
Quem vê tudo, é aquele olho enorme dentro do triângulo!

Estes talibans até espumam !
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De Rui Rocha a 18.02.2012 às 22:50

Também começo a convencer-me disso, Pois Pois.
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De T. a 18.02.2012 às 04:14

Já o Santo Padre João Paulo I, apoiado pela melhor doutrina disse que Deus é Pai e Mãe.
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De Paula a 18.02.2012 às 08:39

Quem lhe disse que os papas são santos, homem?
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De T. a 18.02.2012 às 12:57

Sua Santidade é um título que o Papa ou o Dalai Lama usam.
O Clooney, quando fala com o Dalai Lama chama-lhe Santidade. Quem diz Clooney diz outra das suas estrelas de cinema favoritas.
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De Paula a 18.02.2012 às 16:30

O que é que o sr clooney tem que ver com isto,T? É outro seu deus, homem? Santidade? Qual santidade qual quê? Esses animais (papa bentoXVI, dalai lama, e similares, racionais como cada um de nós, têm servos qual abelhas: uns a fazer-lhes cócegas nos pés, outros a fazer companhia nos chás, outros ainda, deslumbrados simplesmente presos aos olhares deles...
Não sei se hei-de rir agora ou mais logo.
Juízo, é o que faz falta, T(!) para de se adaptar ao planeta Terra, Planeta Terra!(onde estamos)
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De A. a 18.02.2012 às 12:10

Também acho. Tal como o Pai Natal.
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De O SÁTIRO a 18.02.2012 às 04:42

EH.EH.EH:
Deus não existe......e pronto.
o triste tem a certeza absoluta.vá lá, escreve com maiúsculas.
a verdade é esta:
vc não tem Q.I. para perceber se Deus existe ou não.
e decreta q não.assim sem mais nem menos...
coitado.
coma adubo para entender alguma coisa sobre Deus..
pq nesse estado...não chega lá.
coitadinho
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De Pois...Pois. a 18.02.2012 às 14:32

Estes decretam que deus existe e pronto.

Os índios do Brasil, só descobriram deus, quando os portugueses lho venderam e porque preço !
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De Sim, Sim a 18.02.2012 às 15:39

A parvoeira a querer misturar-se com a teologia. A ignorância é mesmo atrevida.
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De Paulo Tripeiro a 20.02.2012 às 23:12

Os índios...?!?! Ignorância das ignorâncias!! O Deus cristão, não tenho dúvidas, mas Deus/es já eles "conheciam" há muito!!! Problema de europeu: ele é que "descobriu" o Brasil e os outros continentes!! UAU!! Antes nada existia!!! Só com os europeus é que os índios descobriram Deus!! AH AH AH AH
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De Tó Zé a 18.02.2012 às 08:59

Na verdade, o cristianismo não deve ter aparecido quando Cristo tinha douze anos, mas quando era um pouco mais velho, como tal, duvido que o cristianismo tenha sido fundado há mais de 2000 anos, a não ser que tenha sido fundado antes de Cristo nascer.
De qualquer modo, aquela treta de que o puto era especial à nascensa é um bocadinho contraditória, porque senão, Israel tinha-se tornado independente com o libertador em criança e não em adulto (tal nunca chegou a acontecer porque ele pregou a paz, o que irritou Judas se bem se lembram).
A igreja católica tem mais ou menos a mesma idade do Cristianismo se acreditarmos que o primeiro papa foi Pedro.
Desculpem a correção ao comentário de que o Cristianismo tinha mais de 2000 anos.
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De Sim Sim a 18.02.2012 às 15:43

A bem da verdade cristão é um termo dado aos judeus "dissidentes" da religião vigente ou dominante. A questão dos anos é secundária.
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De iserra a 18.02.2012 às 13:18

tenho adorado os comentários da jonasnuts, mas o Sr. Anónimo é um autêntico machista e não tem nenhuma sensibilidade o que é ser pai. quantas mulheres trouxeram filhos, nunca quiseram saber deles e abandonaram-os. já vi casos que as mães abandonavam e os pais ficaram tomar conta dos filhos. admiro a coragem e a valentia dos pais de educaram os seus filhos. não venham falar que é biologia, porque isto não é! isto tem a ver a mentalidade de cada um. e para quem é pai ou mãe pela primeira vez, nenhum deles está preparado e só com a vinda do primeiro filho, é que se ganha experiência.
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De Tentugal a 18.02.2012 às 15:55

O vocabulário é sempre o mesmo, "machista etc.", quando não há argumentos e não se consegue perceber o que está escrito.
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De Rui Rocha a 18.02.2012 às 22:53

As palavras existem para serem usadas.
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De Rui Rocha a 18.02.2012 às 22:52

Tem razão, Iserra. Os comentários da Jonas são excelentes.
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De cneves a 17.02.2012 às 21:24

Eu já desconfiava, que um comentário idiota de um cardeal que o é igualmente, não iria ficar sem companhia. E não é que afinal existe um "Beirão" que também o é - idiota igual ao idiota cardeal?
E desconfio que no seu comentário trocista, é igualmente racista o que o torna num "Beirão parvalhão"...
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De dona nadeia a 17.02.2012 às 22:36

isto é um site moderado? Apre! Olha se não fosse. Sem nível.
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De cneves a 17.02.2012 às 23:05

Pelo que percebi à "entrada" é um "site" moderado onde só entra quem quer e toda a gente sai quando quer - se não se sentir revista nos comentários dos outros. Mas também já percebi que para dona nadeia o conceito de "nível" deve ter mais a ver com aquele instrumento que os trolhas usam e que tem uma bolha que indica a horizontal ou a vertical das paredes...
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De Rui Rocha a 18.02.2012 às 22:53

Muito bem, Cneves.
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De dona nadeia a 23.03.2012 às 18:00

Viva sinhor cneves e viva tambem sinhor rui.
na minha insignificante sabedoria sei que o nível, além de um instrumento de trolha também pode significar um estádio de sabedoria.
Mas temos que admitir que os há sem fio, e pior do que isso, sem peso na ponta do fio.
Do alto dos meus irrequietos anos vos abençoo aos dois, porque Deus disse: deixai vir a Mim os pobres de espírito pois fá-los-ei entrar no Reino dos Céus.
Um cordials xi-coração de
dona nadeia : )
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De Fernando Mendonça a 17.02.2012 às 23:08

Está a fazer-lhe comichão este post? Coce!
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De O SÁTIRO a 18.02.2012 às 01:54

Ora cá está o típico "progressista" de meia tijela.
à 1ª opinião diferente......
fica sem argumentos.......
e deita-se ao insulto
ó homem
se não tem Q.I para perceber e escrever...
não escreva ........reconheça q é fraco da cuca e pronto
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De cneves a 18.02.2012 às 10:54

Ao "sátiro": Melhor é dar sentido ao nick que escolheu, que para comentar coisas sérias, estamos entendidos. Mas dá para perceber quem é que "verga a mola" lá por casa, enquanto você lê o jornal refastelado no sofá...
Fala-me de Q.I... onde é que leu sobre isso? Faça um teste ao seu e logo vê os resultados que obtém!
Olhe, enquanto estivemos aqui os dois a perder tempo, deixei de ajudar a minha esposa na lide da casa...
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De ana a 21.02.2012 às 20:48

'deixou de AJUDAR a esposa'... ele até AJUDA.

... kkkkkkkkkkkkk
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De ana a 21.02.2012 às 20:51

Mas de resto tens razão em tudo...
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De ladrilhador de cedofeita a 17.02.2012 às 22:34

Concordo inteiramente.
A carneirada do politicamente e do socialmente correcto são hoje os novos velhos do restelo. Olaré!
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De Rui Rocha a 18.02.2012 às 22:54

É uma visão possível da realidade.
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De Laura Ramos a 18.02.2012 às 04:33

Percebo-o. E concordo.
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De Rui Rocha a 18.02.2012 às 22:55

Eu acho que também o percebo, Laura. E não concordo .
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De Laura Ramos a 19.02.2012 às 01:41

'Tá bem, Rui. Acho que, mesmo assim, nos encontramos algures a meio do raciocínio :)
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De Português de Portugal a 18.02.2012 às 05:39

Aquilo que eu digo é: Queremos evoluir? Queremos. Um dos passos para tal: Abolir Igreja Católica. Queremos pessoas com mais cultura, e mais conhecimento científico? Extinguir qualquer tipo de ensino religioso das escolas (não sei se isso já foi avante) qualquer órgão responsabilizado por "doutrinar" e tornar "crentes" as pessoas(até crianças, isso é, a meu ver, crime Moral)
Falar nos livros escolares de História o papel da Igreja Católica na Humanidade (morte, estupro de povos indígenas, de pessoas eruditas e sábias seja Johanes Kepler, Erastótenes, Giordono Bruno, intolerância para com homossexuais), etc, etc
Acusar a Igreja Católica de se apropriar de bens materiais de várias famílias, de desonestidade intelectual, de pregador de falácias, de tanta tanta tanta mer da...
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De j. a 18.02.2012 às 13:05

Agora pare um bocadinho e pense em todos os grandes cientistas católicos. Alguns deles mesmo muiiiito católicos, como Pasteur - sim o do leite pasteurizado.
E pense num monge chamado Gregório Mendel que descobriu as leis da hereditariedade...
A questão do conflito entre ciência e religião é uma questão filosoficamente ultrapassada há mais de um século.
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De jMenezes a 18.02.2012 às 16:59

Só conhece o exemplo do leite? E as pipetas de pasteur (coitadas, tão ignoradas) e tão preciosas para aferir o menisco!
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De Anabela a 18.02.2012 às 17:13

Prove que esse conflito acabou! Dica: só acabará quando a religião inventada por necessidades de incompreensão acabar. Mas prove, s.f.f.!
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De Rui Rocha a 18.02.2012 às 22:56

Há erros históricos. É um facto. Creio que nem a própria Igreja Católica tem já a pretensão de os branquear.
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De Manuel Paulino a 18.02.2012 às 13:48

Somos um povo com uma cultura muito opinativa. Temos o piniões sobre tudo e uma enorme falta de sentido prático. Andamos todos a fingir que as mulheres são iguais aos homens e não são. Basta ver o óbvio: só as mulheres conseguem parir. Ter filhos não é uma questão de opinião, é uma questão de sobrevivência. As mulheres têm mesmo que ter filhos. Se querem ter um carreira, uma profissão, têm todo o direito mas primeiro está a sobrevivência da espécie e por isso, têm mesmo que parir. É incomodativo, passam mal, é doloroso, etc., mas não há alternativas. Deixemos de nos enganar a nós próprios.
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De Rui Rocha a 18.02.2012 às 22:57

E em que é que parir está relacionado com o que aqui se discute?
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De Pedro a 18.02.2012 às 15:30

Beirão, o seu comentário demonstra a sua imbecilidade. O seu racismo demonstra que é burro!!
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De eternosorrir a 18.02.2012 às 20:45

Tens lençois???....enforca-te....
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De Rui Rocha a 18.02.2012 às 22:40

Beirão, não estava a ser irónico.
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De jonasnuts a 17.02.2012 às 19:21

Há comentários que nos fazem perder a fé, nos católicos, e há posts que nos recuperam essa fé :)

Obrigada :)
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De Rui Rocha a 18.02.2012 às 22:58

Eu é que agradeço, Jonas. O destaque e os comentários.
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De Cristina Torrão a 17.02.2012 às 19:35

O discurso do cardeal peca precisamente por essa «visão "funcional" das mulheres», querendo impor-lhes uma «função essencial», reduzindo-as a donas-de-casa e educadoras, como se só elas fossem responsáveis pelos filhos.

De resto, a ideia de o Estado contribuir mais para as famílias, a fim de que as mulheres, que o queiram, tenham a possibilidade de trabalhar num horário reduzido, ou mesmo poder ficar em casa, até é louvável. Mas partindo sempre de uma opção da mulher, ou seja, acho que seria bom que o Estado lhes desse essa oportunidade. Ou aos homens, em substituição. Seria bom que as crianças passassem mais tempo com os pais, embora também seja verdade que o mais importante não é a quantidade de tempo, mas a qualidade.

Linda, essa maneira de falar dos filhos, Rui!
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De Helena Sacadura Cabral a 17.02.2012 às 20:54

Obrigada em nome das mulheres à Cristina.
Eu quero poder optar tanto como um homem. Aceito que durante nove meses o meu ventre seja a única casa deles, o porto seguro onde se fizeram gente. Mas uma vez neste mundo, ser pai ou ser mãe tem obrigações mútuas. Se só a mãe amamenta o pai pode, nesse caso, fazer tudo para a aliviar. Deve.
E a opção tem que ser um direito de ambos, porque educar é uma tarefa do pai e da mãe. Não apenas de um.
Também eu eduquei e tive uma carreira. E não quero ser desvalorizada como mãe por tê-lo feito!
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De Elisa a 18.02.2012 às 14:05

Eu também sou mãe, amamentei os meus filhos, o pai estava presente mas como teria gostado, se pudesse economicamente, ficar em casa durante pelos menos os seus primeiros quatro anos de existência, com uma redução digna de ordenado e poder regressar ao trabalho quando achasse bem. Era importante que a mulher se pudesse poder escolher mas infelizmente quem manda não nos permite a escolher, não temos poder economico para escolher, e depois andamos desesperadas a correr de um lado para o outro quando a vontade era estar com os pequenitos. Agradeço ao Anónimo que permitiu este debate inteligente.
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De Rui Rocha a 18.02.2012 às 22:58

Exactamente, Helena.
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De Paulo a 14.03.2012 às 13:54

Boa tarde

Sempre com opiniões que tocam e acertam, fazem muita falta, "cabeças" que pensam.
Obrigada
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De O SÁTIRO a 17.02.2012 às 21:01

esta malta não sabe ler.
falta-lhes a 4ª classe.
onde é q o cardeal IMPÕE?
em lado nenhum.
ele disse PODE...
sabe distinguir um verbo do outro?
neste blog ena blogosfera não sabem..
é a ileteracia "progressista" no seu esplendor
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De jonasnuts a 17.02.2012 às 22:38

Sim disse pode, mas borrou a pintura quando usou a frase "função essencial".

Eu sou mulher, logo, multitasking, logo, tenho várias funções essenciais e, visto que vivemos em Portugal, no século XXI, até posso escolher quais são as funções quero como essenciais, para mim.
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De Pedro Melo a 17.02.2012 às 22:47

Oh valha-me deus! Deus não existe e pessoas como o Sátiro também não deveriam existir! Quer comparar-se ao R.R.? Tenha juízo homem e aprenda a ler o que conseguir.
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De O SÁTIRO a 18.02.2012 às 01:06

Pedro Melo
como vc não tem argumentos...é uma cabeça oca, cheia de caca de galinha.....
axa k eu não devia existir.!
´Pois desiluda-se..
há muitos milhões como eu....
e ainda vão existir mais.
não me refiro á europa...q tá em decadência acelerada, por causa de ocos como vc.
mas na Ásia, áfrica e américa latina há centenas de milhões como eu
e muitos milhões são perseguidos barbaramente
e não desistem
vc não entende, claro
é preciso Q.I.
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De Não Sátiro a 18.02.2012 às 17:19

Quem mediu o seu Q.I., foi deus ou sátiro?
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De cneves a 18.02.2012 às 11:19

Ao Pedro Melo: Eu não sou tão radical dizendo que "Deus não existe", mas a minha fé sofreu de facto alguns irreparáveis abalos. Desde logo, para que é que Deus precisou de criar criaturas como este "sátiro" que saltita por aqui, falando, falando, mas sem dizer nada, poluindo o espaço qual ácaro, defendendo a sua "dama" do barrete cardinalício e falando de responsabilidades familiares sem que saiba do que fala?
Quem profere bacoradas - para usar um termo popular - como ele profere, não pode falar em literacias, em QI , em, em verbos ou tempos verbais.
Quem escreve sem nada dizer, precisa de reclamar com Passos Coelho por acabar com as "novas oportunidades", nem que fossem só para ele aprender alguma coisa. Hehehehe !
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De Rui Rocha a 18.02.2012 às 23:00

O ponto não está no pode, Sátiro. Está na atribuição de uma função essencial. O que faz de todas as outras secundárias.
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De Luis a 18.02.2012 às 00:19

Parece-me que o comentário do novo cardeal foi tirado do contexto e dita só a parte em que pressupostamente o cardela quer colocar a mulher em casa , parece realmente sexista. Mas na verdade não foi essa a ideia de quem leu todo o seu discurso . Se inicialmente fiquei constrangido pela noticia , logo fiquei mais ilucidado ao ler todo o texto . Entenda ou não ser sexista , o que se defendeu é nesta altura de tremenda baixa de natalidade na Europa (Portugal com especial incidência) , deva ser dada a opção á mulher de durante uma fase da sua vida decidir desempenhar a sua vocação profissional de forma parcial e deva ser dada também a oportunidade de ela optar por favorecer o seu tempo na sua maternidade. Uma familia não é só constituida pela mulher , é o casal e os filhos (e muitas vezes os avós , tios , etc.) No entanto possamos ou não admitir , é sobre a mulher (ainda hoje) que recai a pedra basilar do seio familiar. É sexista ? não me parece , é uma constactação . Sociedades que nós dizemos socialmente desenvolvidas já desde á vários anos estão a dar essa oportunidade ás mulheres , apoiando-as depois na reinserção da vida profissional . Alemanha (alguns estados), Inglaterra, Noruega , Dinamarca podem ser exemplos .A haver discriminação será pela positiva. Podemos todos considerar que a maternidade é uma opção privada , e é , mas não pudemos continuar a pensar que é um luxo. A falta deste luxo está a fazer com que a Europa esteja a perder a sua posição global e que Portugal esteja a um passo de não conseguir assegurar um sistema social nos próximos 20 anos. Sejamos objectivos , daqui a 20 anos , por cada cidadão com menos de 35 anos haverão 3 cidadãos com mais de 60 anos, ou deixa de haver sistema de saude e de segurança social ou temos de inverter as coisas. Sejamos pragmáticos . Nota á parte , por mais que gritemos pela equidade entre sexos , por mais que alguns defensores extremos defendam que os sexos tendem a ser iguais , acontecem os factos que desmontam esses argumentos , um dos quais , muito curriqueiro de se dar é que por regra quando alguêm está aflito , quando um soldado está ferido , quando o stress é enorme , pnsa-se , grita-se , clama-se pela mãe e não pelo pai . É sexista ? pode ser , é real e bem real. A mulher tem um papel social e maternal insusbstituivel , fruto de uma evolução humana ? talvez , mas é na mulher que a familia se apoia ainda segundo as nossas tradições .Estas podem mudar com os seculos mas neste momento é ainda isso que perdura. Para os mais cepticos e agnóticos , diria mesmo para o darwinitsas , a coisa ainda é mais simples , no reino animal qual é a base familiar ? Somos fruto de euma evolução , seja divina ou animal , não está em causa a filosofia que aceitamos , mas em q uma delas a base conduz-nos a dar mais valor na sociedade á mulher . A meu ver até se deveria dar mais valor ao seu papel mas isso já seria uma descriminação pela positiva ...
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De Fernando a 18.02.2012 às 08:43

No meio de tanto disparate que já aqui se escreveu neste blog, obrigado pela sua lucidez!
Haja gente assim, que sabe ler, e ir à essência das palavras ditas e dos discursos que são feitos e não os descontextualiza para alimentar polémicas.
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De jMenezes a 18.02.2012 às 17:28

A polémica revela a mentalidade de alguns portugueses; é óptima! Ou cansa-se de ler e responder? Haja polémica, chamem-se outros temas, podemos ser óptimos a fazer sopa de cebola e cirurgiões noutras horas, qual é o problema? Polémica! Polémica!
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De Augusto a 18.02.2012 às 10:39

Depois de ter lido todos os comentários até aqui, com muitos disparates e presunções, surge este com qualidade. Vá lá que há quem saiba esclarecer as turbas mentes.
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De Rui Rocha a 18.02.2012 às 23:02

Um excelente comentário, Luís. Parece-me todavia uma interpretação benigna. Nada sustentada, por exemplo, numa outra passagem das declarações: "o homem chega a casa e não tem com quem falar"...
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De Luis a 22.02.2012 às 16:39

Entendo o seu ponto de vista mas mais uma vez o comentário é tirado do contexto e fica só a frase .
Temos de perceber algumas coisas , 1º a hierarquia da Igreja nem sempre fala numa linguagem que é compensivel para o comum dos homens o que está mal e é isso que dá azo a muitas polémicas que depois se reduzem a nada .
2º No seu texto o dito cardeal enfatizou que a falta de convivio familiar leva a um elevado nivel de divorcios . É certo que a meio do seu texto estava lá a frase que retirou mas no contexto que lhe disse.
O que o cardeal quereria afirmar , o que eu depreendo ao ler o seu documento , é que a familia para permanecer como tal , precisa de tempo de convivio , o que nós referimoscomo tmpo de qualidade para convivermos , é compreensivel que com as rotinas que hoje a sociedade que construimos nos impoem , os casais possuem cada vez menos tempo para conviverem , cada vez menos tempo para se irem descobrindo . Hoje o tempo familiar consome-se nas horas de deslocação para o trabalho , no trabalho propriamente dito e que nunca respeita as 8h diárias e no final do dia , no apoio limitado aos filhos . O tempo passa e o conjugue (ele e ela ) deixam de ter alguma privacidade , acabam por ser dois desconhecidos que um dia tiveram filhos. O problema que esta sociedade nos levanta é precisamente esse , tira o temp necessário para o convivio humano . Eu infelizmente não tenho filhos , talvez por isso tenha a possibilidade de ter algumas horas diárias dedicadas á minha esposa (companheira , mulher , etc...). Amigos meus que têm filhos passam os dias a correr , é colocar os miudos na escola , o stress de ver o trabalho a acumular , ter de sair mais tarde e não saber como ir buscar os miudos , chegar á noite , fazer o jantar , alguns trocar as fraldas , ver os trabalhos de caso alg . ainda vê ?) , preparar jantar , lavar loiça , estender roupa , passar a ferro , prepara o dia seguinte , deitar os miudos e ...meia-noite. Aquela conversa de como correu o dia, que problemas surgiram , o que vamos fazer , etc.não tem tempo de existir . Onde existe ? no trabalho , com outras pessoas ... Acabamos por nos dissociar daquela pessoa com quem escolhemos partilhar uma vida ... E isso além de triste é deprimente . Todos queremos ser felizes , acontece que com o stress que hoje temos acabamos por não o ser. Admito que o Cardeal , e mesmo a hierarquia religiosa não esteja confortável a abordar este assunto , literalmente falta-lhe a experiencia lol ) mas ao menos fala , tenta e foi nesse sentido que li o texto . Admito que nesta parte tenha dado algum desconto mas também tenho de admitir que ler só uma frase no meio de um parágrafo maior é tirar coisas do contexto.
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De Luis a 22.02.2012 às 16:45

Rui , só agora vi que era o autor do blog, perdoe-me a ousadia de responder . Foi só uma contra-argumentação , o que até acho benéfica para que vários pontos de vista se cruzem .

abr
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De Rui Rocha a 18.02.2012 às 22:41

Excelente o seu comentário, Cristina.
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De Isabel T. a 17.02.2012 às 19:36

Obrigada por ter escrito tudo o que me ia na alma.
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De Rui Rocha a 18.02.2012 às 23:03

Eu é que agradeço a sua leitura, Isabel.
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De a 17.02.2012 às 19:38

"...homens probabilidade de não servirem para nada seja lá onde for é bem maior." Deve ser uma daquelas feministas que desdenha homens, queria vê-la sem homens na sua vida.
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De Petazeta a 17.02.2012 às 20:21

Não querendo desfazer mitos, parto do princípio que alguém que dá a cara num blog destes e assina Rui Rocha não será uma donzela casadoira. Especialmente naquela parte em que, e passo a citar: (...) "a ficar alguém em casa a educar os meus filhos, ser eu próprio a fazê-lo" (...) "Melhor, só mesmo se a minha mulher pudesse estar em casa connosco"...

Portanto, arriscaria dizer que referir-se a Rui Rocha como "uma daquelas feministas que desdenha homens" parece-me um exagero, ou um erro de género.

Mas isto sou eu, que entendi que "...homens (...) a probabilidade de não servirem para nada seja lá onde for é bem maior." é uma frase com humor para aligeirar a escrita. Opiniões .

Ao Rui Rocha, uma observação interessante essa discriminação velada que não sugere a igualdade de direito do pai em educar a criança Parabéns pelo post .
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De Fernando Mendonça a 17.02.2012 às 22:58

Deves, Zé, estar a precisar de homens; procura-os!
A mossa que deste post deu cabo de ti. Coitado, até dá pena o quanto não entendes!
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De Rui Rocha a 18.02.2012 às 23:03

O preconceito é tal que até o impede de ver o óbvio, Zé.
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De Rita a 17.02.2012 às 20:06

Concordo que a mulher é realmente uma educadora, mas essencialmente uma lutadora, a mulher evoluiu, reivindicou os seus direitos e conseguiu a sua independência.
A mulher dos dias de hoje não precisa de seguir o estereótipo de "Dona de Casa", lamentavelmente para alguns homens que ainda precisam de quem cuide deles, deveriam pensar que a mulher para além das 8h diárias de trabalho cuida da sua família isso só prova na grande capacidade de gestão, organização a mulher é um ser polivalente.

Sr. Cardeal sabe porque se festeja a 8 de Março o dia da Mulher??? Pense nisso....

Rui os meus Sinceros Parabéns!!!!
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De Rui Rocha a 18.02.2012 às 23:04

Obrigado, Rita. E retribuo-lhos pelo seu comentário.
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De sarraceno a 17.02.2012 às 20:14

Valha-te Deus, eminência! Mas onde, e em que ruas escuras, é que esta espécime de avis-rara tem andado, para aparecer aqui e agora com este discurso tão desprovido de sensatez? Esta atoarda, isto que este homenzinho diz, não passa de uma falácia impregnada de azebro , caruncho, bafio e teias de aranha para tentar convencer as mulheres de que em casa e, de quando em vez, uma saltada à igreja, é que elas estão bem. Aí, entregues ao padre, é que elas estão protegidas do Demo. Se, por acaso, tiverem rebentos noviços para o prior observar e encaminhar, tanto melhor. Perdoai-lhe, Senhor! Ele está passado dos carretos.
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De António Vasconcelos a 17.02.2012 às 23:29

É isso aí! Nem mais, Serraceno! Excelente o teu comentário e escrita!
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De Rui Rocha a 18.02.2012 às 23:04

Pois parece ser exactamente esse o sentido das palavras e do pensamento do cardeal, Sarraceno.
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De Carlos Gomes a 17.02.2012 às 20:16

Tem razão. Para responder a este post eu teria que descer ao nível da ignorância quiçá estupidez e aí você ganha-me de certeza. Quando não percebemos o sentido das coisas . . . calamo-nos ou procuramos ajuda. Não foi o seu caso.
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De Ivone Mendes da Silva a 17.02.2012 às 20:18

Sabes o que isto mostra, Rui? Uma gritante incapacidade de reconhecer e aceitar a mudança dos tempos. Quem assim fala, sendo voz da Igreja, já está a perder. A perder o mundo e as pessoas
Eu sou católica, sei do que falo.
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De O SÁTIRO a 17.02.2012 às 21:04

Católica?
por arte de quem?
seria melhor dizer...
pagã...q tem a lata de se dizer católica
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De jonasnuts a 17.02.2012 às 22:40

Como lhe respondi ali em cima, e para que não restem dúvidas (caso as hovesse), eu não sou católica. Sou mãe. E solteira, imagine-se.
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De candido a 18.02.2012 às 16:48

auto inseminada! Imagino eu...hehe
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De jonasnuts a 18.02.2012 às 19:50

Não...... do que sei, apenas houve uma maria que conseguiu impingir essa patranha.
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De Gonçalo F. a 17.02.2012 às 23:05

Deus não existe! Terás tu a capacidade de tolerar o meu ateísmo, OSátiro? A mim repugna-me o teu machismo (conheces alguma mulher, pá?).
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De J Sagres a 17.02.2012 às 23:12

E que tem Deus a ver com este assunto?

Consegues explicar-me como se eu fosse... crente!?
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De Gonçalo F. a 18.02.2012 às 00:21

não percebeste que o âmago desta discussão é deus? Daa!!
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De Rui Rocha a 18.02.2012 às 23:06

É o que me parece, Ivone. E, em todos os sentidos, a Igreja Católica, aliás como qualquer organização ou instituição, teria muito a ganhar com a inclusão real e efectiva das mulheres.
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De Penso, logo existo a 17.02.2012 às 20:25

Valha-o Deus, homem. Você não entendeu nada do que o Bispo disse. Abriu a boca e disse asneira. Atente na historia do homem e veja que o que o Bispo disse, não é, nem mais, nem menos, uma verdade observada na maioria das sociedades. A nossa, a sociedade ocidental, está em declínio. Umas das razões, é a de a mulher deixar de ter o seu principal papel. Papel que, muito dificilmente, o homem conseguirá substituir, e muito menos o Estado. Ser mãe, mulher e esposa. Ser mãe, o pai não pode, a não ser que altere a natureza. Que eu saiba, o pai ainda não dá à luz. Ser mulher, o homem, não consegue ser, mesmo que fingindo, travestido. Mesmo que faça umas plásticas, vista umas saias e seja eunuco, mesmo capado, não é nunca uma mulher a 100%. Pode parecer, mas não é. Ser esposa, um homem pode imitar, mas não tem sucesso. Mas, como dizia, a sociedade de hoje está doente. Veja a quantidade de mães que despejam às pressas os filhos, nas amas, cresces e escolas. Pode-se mesmo afirmar, que deixam os filhos nos "parques de estacionamento", como dum carro se tratasse. As mulheres, divorciam-se da educação dos filhos literalmente. Entregam a responsabilidade chata de educar e ensinar os filhos. Entregam-nos a pessoas desconhecias e não importando muito, como são tratados. Mais parecem, animais num estábulo, a que determinada hora do dia, lhes dão uma porção de ração. O Estado republicano, alimenta este estado de coisas, porque trata as pessoas como escravos. Considera, números em vez de pessoas. Só lhe interessa, o número de braços que possam trabalhar. De preferência, que trabalhem e não pensem.
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De Maria a 18.02.2012 às 00:22

Quem deixa os filhos, no "parque de estacionamento" são os dois...o pai e a mãe...ou a família só é importante quando queremos e interessa? No meio desta discussão toda..tenho uma dúvida, mas afinal para que serve o pai? Ele não é educador, não dá carinho...não está presente..que canseira. Já demonstramos há anos que 1: Não existe instinto materno, 2: Quer o pai quer a mãe são ambos importantes para um bom desenvolvimento, 3) que a criança necessita de alguêm disponivel do ponto de vista afectivo, e tanto pode ser a mãe como o pai...
enfim...
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De Rui Rocha a 18.02.2012 às 23:15

Enfim mesmo, Maria.
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De Rui Rocha a 18.02.2012 às 23:08

A Maria já lhe respondeu.

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