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Up yours!

por Teresa Ribeiro, em 06.11.11

A Ordem dos Médicos ameaça boicotar os genéricos. A patroa da saúde em Portugal, que até hoje nenhum governo conseguiu dobrar, diz que está nesta guerra em defesa dos interesses dos doentes. Muito preocupados com a nossa saúde, os senhores da OM recusam a prescrição  dos medicamentos que dizem ser menos fiáveis. A indústria farmacêutica, que amiúde lhes proporciona salutares convívios em locais exóticos, também concorda que, para nosso bem, o melhor é continuarmos a consumir os medicamentos de marca.

Não fossem outros médicos, como os do Sindicato Independente dos Médicos, dizerem que a prescrição por substância activa "é essencialmente segura e serve os melhores interesses dos doentes e sociedade", e eu saber que em países ricos e civilizados como a Inglaterra e a Alemanha se aplicam políticas que favorecem o mercado de genéricos, eu ainda pensava duas vezes. Assim, parece-me que o que está mesmo a fazer falta a esta discussão é o debate sobre a necessidade de se produzir um novo medicamento para a prepotência e impudicícia, a aplicar no único sítio que me ocorre. Sim, falo de supositórios.

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104 comentários

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De Amendes a 06.11.2011 às 14:06

Mil por cento de acordo...

Não é preciso ir à estranja... basta-nos o exemplo dos nossos hospitais!

Se os doentes internados fossem tratados com medicamentos ditos de marca... a divida do SNS seria - quantas vezes mais(?) não sei dizer)- e , em conformidade o indice de mortalidade seria elevadissimo ! Não me consta que a OM se tenha revelado contra a prescrição de genéricos nos hospitaisPostos de Saúde.
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De Anónimo a 07.11.2011 às 00:41

Deviam trabalhar num hospital para conhecer a verdade sobre os medicamentos ditos genericos , porque por vezes para tratar o doente só com medicamentos originais .... por muito que falem veja com os proprios olhos. vão aos serviços de Urgencia ou tentem saber como são feitas as ECOs de stress e vejam a substancia que é usada e as doses recomendadas e as que são injetadas nos pobres doentes genericos ) os defensores dos genericos que são conhecedores e profissionais da saude não digam os exemplos de outros paises já a politica dos respetivos Infarneds são diferentes e não tem mama dos respectivos responsaveis com aprovação de medicamentos como tem vindo acontecer seja com ou sem marca....
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De Resposta ao anónimo a 07.11.2011 às 14:49

É engraçado que fale com tanta certeza, quando eu, que já trabalhei numa fábrica de produtos farmacêuticos, via os mesmo comprimidos seguirem o mesmo método de produção e apenas na fase de embalagem serem separados para as diferentes marcas onde algumas delas eram genéricos e outras os vendiam ao triplo do preço. Acredito que haja casos em que os comprimidos, ditos de marca, possam levar alguns "aditivos" mas a verdade é que a maioria são iguais e esses aditivos não servem para mais do que os tornar mais agradaveis no que diz respeito ao sabor/textura/aspecto. Por isso, você que pensa que por trabalhar num hospital sabe tudo, é melhor informar-se antes de abrir a boca.
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De cris a 07.11.2011 às 15:42

Muita boa resposta! Genericos sao seguros e essa canalhada de doutores q rezam a cartilha das grandes pharmas q se danem.
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De A. Santos a 07.11.2011 às 17:51

Já fizeste testes? Fia-te na Virgem... e não corras!
Os genéricos não são o mesmo que um produto de marca. Pergunta a quem trabalha em bloco operatório!
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De R.Almeida a 07.11.2011 às 15:58

Farinha, muita farinha. Não venha com tretas.
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De Amiga a 07.11.2011 às 17:22

Gostava muito de perceber o que o sr anónimo escreveu mas, só com uma virgula, num texto desse tamanho, fica dificil.
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De A. Santos a 07.11.2011 às 17:44

Meu querido Amendes, que pena que tu não saibas o que se passa nos hospitais! Já terá morrido muita gente por ter tomado genéricos nos hospitais... V. Exa é que não sabe!...
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De Rita Vasconcellos a 06.11.2011 às 14:24

Boa!
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De Alice Alfazema a 06.11.2011 às 14:59

Excelente ideia :))
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De Ana Vidal a 06.11.2011 às 16:27

Boa, Teresa! E nada de genéricos para esse novo medicamento. Sugiro que seja dos laboratórios Rocket.
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De S a 06.11.2011 às 16:28

Grande confusão que há aqui...

A Ordem não é contra os genéricos, nem a prescrição dos genéricos. É contra que a decisão da marca de genéricos seja feita na farmácia e que os doentes andem a saltitar de marca em marca. Logo, não é contra a prescrição por DCI em meio hospitalar, porque o genérico é sempre o mesmo e é fácil saber qual é caso haja problemas (excepto nas alturas em que a farmácia hospitalar decide mudar de marca, mas isso não está sempre a acontecer). Todos os médicos têm casos de doentes a quem prescreveram o genérico mais barato e que acabaram com um genérico mais caro, sem o doente ter percebido, ou de doentes a tomarem o mesmo fármaco duas vezes porque a caixa é diferente, por exemplo.

Considerando que os médicos não mostram grande resistência em relação a prescrever genéricos (há moléculas com taxas de prescrição em genéricos de 90%) ou a trancar as receitas, nem os farmacêuticos se mostraram reticentes em substituir por genéricos mesmo quando as receitas estão trancadas, eu diria que quem prefere genéricos já os toma neste momento. O que esta lei facilita é a troca entre diferentes genéricos, conforme o que dá mais jeito à farmácia.

São bioequivalentes, mas não são 100% iguais. Se o doente toma um medicamento que está junto ao limite inferior e depois troca por outro que está no limite superior do intervalo (ninguém sabe quais são quais, porque o Infarmed prefere não disponibilizar o resultado dos estudos de bioequivalência, sabe-se lá porquê), em alguns medicamentos com margens terapêuticas mais estreitas pode haver problemas. Para além disso, o doente chega a uma consulta com uma reacção adversa inesperada e o médico não faz ideia qual foi a marca e o doente também não. E depois não há papel amarelo de farmacovigilância do Infarmed para ninguém...

Por outro lado, talvez possam começar a pensar se as farmácias ganham o mesmo, independentemente do fármaco que vendem. Acham mesmo que as margens de lucro são todas iguais e que não têm benefícios em vender uma determinada marca de genéricos em vez de outra? Quando falam de genéricos vs medicamentos originais, quase que fazem parecer que os genéricos não têm marca, como se fossem uma espécie de instituição de caridade, quando obviamente têm marca, delegados de informação médica, brindes e interesse em vender mais do que a outra marca (seja a do medicamento original ou as dos genéricos). O lado positivo é que, como agora vão chatear os farmacêuticos, deixam de andar tanto "à caça" nos corredores e assim não tenho de usar as minhas técnicas de despiste.
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De Teresa Ribeiro a 06.11.2011 às 23:57

Caro S, agradeço as suas explicações, mas se é assim como diz, como interpreta a polémica que existe entre os médicos sobre este assunto?
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De zebrim a 07.11.2011 às 03:21

Caro S ,
Gostava de lhe lançar um desafio.
Analise na provincia que é mais fácil, a prescrição de um médico de família que segue um determinado doente e verificará que a maioria dos médicos não tem o cuidado de receitar sempre as moléculas de genéricos do mesmo laboratório. Varia sem critério o laboratório, normalmente o do delegado que o visitou ultimamente. Afirmo o que estou a dizer pois trabalho numa farmácia de provincia onde os delegados também nos visitam para saber como estão a sair os medicamentos dos seu laboratórios.
É para nós fácil encontrar uma correlação.
E os comerciantes somos nós !!!!!!!!!!!!!!!!!!
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De Anónimo a 07.11.2011 às 11:23

Eu tenho que admitir que a informação dos médicos não nos é dada (aos pacientes e ao público em geral) pelo interesse numas viagens à ilha das "malucas ou dos malucos" (Molucas). ainda que possa admitir que, entre a escolha de medicamentos equivalentes, hipotéticamente alguém prefira optar por prescrever aquele cujo laboratório até oferece uma estadia em qualquer sítio. Por outro lado, em tempos envolvi-me numa saudável discussão com uma farmacêutica que queria impingir-me um produto em pó em troca daquele que eu queria. Disse-lhe que o medicamento em comprimido não me causava efeitos aborrecidos e que esse em pó sim (refiro-me a um comprimido banal muito conhecido e que tomo uma vez de dez em dez anos quando calho ter uma dor de cabeça). Ela dizia-me que eles eram exactamente o mesmo. E eu respondi que sendo exactamente o mesmo alguma coisa de diferente existia, porque um causava-me desconforto e o outro, em comprimido, não. Também envolvi-me numa outra discussão com um farmacêutico quando lhe garanti que as vacinas para a gripe não eram todas iguais e que produziam reacções diferentes de pessoa para pessoa. Perante a admiração referi que minha mãe durante anos tomava uma determinada vacina para a prevenção da gripe, e sempre que a tomava tinha diversas reacções (corrimento nasal, febre ligeira, erupção nos lábios e um desconforto). Em conversa com um médico amigo, que tinha sido médico da família durante muitos anos (já reformado), relatei tais efeitos. Depois de me ouvir aconselhou-me para que dissxesse a minha mãe que mudasse para uma vacina de nome X. No ano seguinte minha mãe pediu a tal vacina a sua médica, TOMOU-A E NUNCA MAIS TEVE REACÇÕES SECUNDÁRIAS. Dei esta informação a um amigo que padecia dos mesmos sintomas sempre que tomava a vacina e, mudando de marca, TAMBÉM NÃO VOLTOU A TER TAIS REACÇÕES.
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De zebrim a 07.11.2011 às 16:08

Pois é mas o que diz não prova nada. Como deve saber a vacina da gripe tem uma composição diferente todos os anos e o senhor não tomou a vacina das duas marcas no mesmo ano.
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De Anónimo a 07.11.2011 às 16:42

Caro Zebrim, só não prova para você. As pessoas que tomavam a vacina, tomavam todos os anos da mesma marca. E quando mudaram de marca os sintomas pararam. Se isto não lhe diz nada tenho a certeza que mais nada dirá. A relação que procura estabelecer não passa de um exercício de imaginação. No meu caso, coloca-se a questão do produto em pó e em comprimido. Se também não lhe diz nada, nada posso fazer. Uma coisa é a ciência, outra coisa são os cientistas e outra coisa ainda são aqueles que se julgam cientistas e detentores da ciência.
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De zebrim a 07.11.2011 às 17:47

O senhor devia ser mais claro e menos ofensivo, pois como já deve ter percebido nesta discussão estão envolvidos muitas pessoas que têm formação na área da saúde.
Vacinas para a gripe só existem injectáveis . O que o senhor tomou chamam-se reforços imunitários que não têm bem a mesma função.
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De Anónimo a 07.11.2011 às 18:26

O senhor continua a não ler o que está escrito. E essa de que existem várias pessoas ligadas à area da saúde não serve de factor de intimidação para mim. Quanto a ser ofensivo não vejo onde pode encontrar tal em meus escritos. O que disse está dito e nada mais acrescento. Eu não tomei nenhum reforço imunitário. Minha mãe e um amigo meu é que tomaram a vacina para a gripe, e ocorreu exactamente o que descrevi. Continuo a dizer que as comparações que pretende estabelecer não têm qualquer fundamento para o exemplo em causa. O caso está provado e constatado pelos médicos destas pessoas, e reforçado por um médico com anos de experiência. Não estou a falar ao acaso e a estabelecer hipóteses. O que referi é um FACTO!
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De zebrim a 07.11.2011 às 18:32

Tomar os medicamentos que são bons para os problemas dos vizinhos não quer dizer que estejam indicados para os nossos. Isso chama-se "automedicação" que é perigosa e desaconselhada por todos os técnicos de saúde. O médico seu amigo não o chamou à atenção para esta situação?
Esta é uma prática muito comum no nosso País, se calhar pela dificuldade de acesso aos médicos.
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De Anónimo a 07.11.2011 às 18:42

O senhor sabe que as vacinas só podem ser prescritas por médicos, e nenhuma farmácia vende a vacina sem receita médica. Não vejo aonde pretende chegar com o que escreve. Eu não citei o nome dos fármacos exactamente para evitar confusões e/ou más interpretações.
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De Miguel a 07.11.2011 às 13:06

Caro S, vejo o seu texto e compreendo a lógica do mesmo, no entanto existem algumas falácias que comprometem toda a conclusão a que chega.

O problema aqui está no sistema de genéricos instituído em Portugal, e na forma como o Infarmed disponibiliza AIMs e como os preços são feitos.

Provavelmente é médico, ou então um farmacêutico teve alguma relação intima com a sua esposa/filha, porque vejo ai uma clara tentativa de colocar o ónus desta medida no lado das farmácias, o que não pode estar mais longe da realidade, e passo a explicar:

1º O mercado do genéricos tem estado, em grande parte e especialmente no interior, "escolhido" pelos médicos que ganham compensações em vários formatos, muitas vezes monetários, sem que disso paguem ao estado qualquer imposto. Ou seja, de modo completamente ilegal e imoral já vi médicos a prescrever princípios activos que inclusive uma marcas nem tem no seu portefólio. Enfim, é a protecção do doente no seu expoente máximo...

2º As farmácias, como agente final do circuito do medicamento, detêm a escolha dos produtos que decidem ter em stock e decidem ceder aos seus utentes. A partir do momento que o INFARMED (autoridade máxima do medicamento) considera um medicamento apto para cedência no mercado, este é tão válido quanto qualquer outro, e não vamos levantar hipocrisias nisto, é um facto cientifico.

3º Os critérios de escolha de um determinado genérico em detrimento de outro são, antes de mais, e isto processa-se como em qualquer outra empresa, critérios de valor comercial, nomeadamente um valor em linha com o mercado e rastreabilidade e garantia de qualidade.

4º Existem excelentes médicos em Portugal, e farmacêuticos que apenas pensam em lucros. Assim como a situação completamente inversa. A natureza humana leva a que isto aconteça. Mas os argumentos dos médicos são completamente inválidos, sabendo que queixam-se muito da suposta incapacidade dos genéricos vs medicamentos de marca vs outros genéricos, mas raramente apresentam essas supostas falhas ao Infarmed. Entre as 3 classes que apresentam falhas nos medicamentos (médicos, farmacêuticos e enfermeiros), os médicos são o que menos o fazem.

5º Eu, como gestor e farmacêutico, preferia que existissem poucas ou apenas uma linha de genéricos no pais, com poucos laboratórios por molécula. Mesmo perdendo margem comercial. Iria ser mais fácil para o utente, para que os médicos não fizessem estas parvoíces, e em ultima análise, melhor para os gastos do estado.

Assim, é fácil de compreender que a grande falha é no modo como os genéricos estão implementados em Portugal. Permite ser uma classe que devia estar alheia a esta escolha (os médicos) escolher em detrimento de factores pouco transparentes e sem bases cientificas.

O ideal seria o INFARMED escolher outra forma de acção, que nivelasse os preços (em algumas moléculas existem disparidades de preços ridículas, tipo 40-4€), que diminuísse o numero de apresentações, e apresentar uma forma credível e cientifica para os médicos responsáveis apresentarem as suas excepções justificadas para casos particulares. Felizmente muitos profissionais de saúde em Portugal são excelentes, e acredito que a médio prazo isto vá acontecer. Mas enquanto tiverem bastonários a defender o indefensável, só vão aldrabar e confundir os mais de 99% da população que não percebe nem tem que perceber a dinâmica do mercado do medicamento.
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De Anónimo Desconhecido a 07.11.2011 às 15:13

Ou seja, defende, tal como o Cordeiro sonhava, uma fábrica de genéricos pertencente à ANF, e a verticalização do negócio, era bonito era.
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De Miguel a 07.11.2011 às 17:52

Nada disso, até defendo um mercado aberto. Apenas acho que as politicas do Infarmed deveriam ser claras e objectivas, e nada do que são actualmente.
Deveriam haver um numero limitado de autorizações por molécula, e talvez uma espécie de concurso para os mesmos. Devem existir modelos de mercado testados e eficazes.

Seria melhor para toda a gente, especialmente para o estado. Apenas iria era acabar com a mama dos médicos, assim como de uma parte considerável da industria farmacêutica, e isso já incomoda muita gente.

Atenção que eu até contra mim falo, porque esta medida não iria trazer muitas vantagens às farmácias. Apenas logísticas, e o mais provável era reduzir o preço ao qual estou a ceder actualmente os medicamentos.

Mas deixaria de criar o ambiente de suspeição e de refúgio que os médicos continuam a criar e ajudaria em muito os utentes e o estado, e inevitavelmente traria uma estabilidade a este sector, que bem precisa.
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De Tiro ao Alvo a 06.11.2011 às 19:36

Se o comunicado da Ordem dos Médicos, sobre este assunto, correspondesse inteiramente à verdade, e se assim procedessem todos os médicos, a cota de genéricos deveria estar próximo dos 40%, ou seja, o dobro da que se verifica agora, exclusivamente por causa da actuação menos própria de muitos clínicos, que não querem abdicar de certas regalias. Isso ninguém pode refutar - é público e notório, como dizem os advogados.
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De BISTURI a 06.11.2011 às 22:35

ATENÇÃO :
Quando se quer escrever e falar de qualquer assunto mandam as boas regras que se procure boa informação...
DE MÉDICO E DE LOUCO TODOS TEMOS UM POUCO...
Quando se trata de falar de saúde ou doença saltam logo os velhinhos fantasmas anti-médicos toda a gente quer bater no céguinho...
Esquecem ( ou não sabem) que existem genéricos e genéricos, medicamentos de marca e genéricos de marca...
Só o médico deve prescrever para bem do doente e não deve ser o farmacêutico ou o empregado de balcão da farmácia a decidir que medicamento o doente deve levar para casa...
Nesta altura do campeonato vir falar de negócios e viagens com os médicos é estar a leste da actualidade e armar confusão desnecessária e maldosa...
BENDITA INVEJA QUE POR AQUI REINAIS...
Mande sempre...
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De Teresa Ribeiro a 06.11.2011 às 23:52

Inveja? Ser médico dá status, sem dúvida. Mas nem todos sonham ser médicos, acredite. Desconfiança, pode haver e sabe porquê? Por culpa dos médicos, cuja cumplicidade com a indústria farmacêutica é conhecida e que, apesar de alegarem o contrário, tantas vezes têm actuado contra os interesses dos doentes.
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De Anónimo Desconhecido a 07.11.2011 às 00:00

Mas os genéricos são comercializados pela mesma indústria farmacêutica que acusa, a única diferença é que em vez de terem que visitar os médicos, passa a prevalecer o negócio do bónus à farmácia. E as farmácias não fazem stock de todos os genéricos, por isso tentam empurrar o que têm em stock, sendo ou não o mais barato. O seu post está uma confusão, porque falou do que não sabe, o que também não é crime nenhum, afinal é o que há mais por essa blogoesfera fora.
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De Teresa Ribeiro a 07.11.2011 às 00:45

O meu post baseia-se em notícias que vieram a público sobre esta oposição que a Ordem está a fazer à adopção de uma política de medicamentos que privilegia a comercialização dos genéricos. Uma posição que, conforme também foi divulgado pelos jornais (lamento, mas não é possível fazer link), não é partilhada por toda a classe médica. O que me indica a mim, que não percebo nada disto, que as objecções da OM são discutíveis.
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De A. Santos a 07.11.2011 às 18:01

Teresa Ribeiro!
Confie na Ordem dos Médicos...para seu bem!
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De zebrim a 07.11.2011 às 04:04

Mais um senhor Dr. que devia compar uma farmácia.
As farmácias só empurram o que o senhor prescreve, que por sua vez os delegados lhe empurraram, acompanhado de mais algum beneficio.
Os Sr. Dr. que estam preocupados com esta alteração, são aqueles que fazem as 4 cruzes nas receitas a não autorizar qualquer alteração na prescrição e que sabem que sabem que se a farmácia alterar, não vai receber o dinheiro.
Há um centro de conferências de receituário do ministerio da saúde que todos os meses devolve 2% das receitas.
Em breve também vai controlar as prescrições dos Sr.s Dr.s e aí é que vai correr tinta na comunicação social.
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De zebrim a 07.11.2011 às 04:13

O senhor também fala do que não sabe.
Leia o decreto e verá que a farmacia só pode substituir por um dos 5 genericos mais baratos à venda no País e que o INFARMED vai informar quais são.
Logo como poderá constatar não se preocupe que as farmácias não vão ter assim as vantagens que tenta insinuar no seu comentário.
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De BISTURI a 07.11.2011 às 00:20

Essa tão caduca acusação de os médicos colocarem os interesses da indústria à frente dos interesses dos seus doentes foi chão que deu uvas...
Sabe que sem o apoio dessas mesmas e tão condenadas casas farmacêuticas a formação cientifica e técnica dos médicos estaria pelas horas da amargura ...Se os médicos estiverem à espera dos organismos oficiais para terem actualizações técnicas e cientificas nem à praia iam ou até nem para fazerem um pic-nic teriam verbas ou uma churrascada científica dava!!!
Faz a mínima ideia do custo de uma ida a um congresso internacional? Sem falar do custo de um curso teórico-práctico !!! E tudo para ser utilizado em prol dos doentes de cá...
Menos extremismo de posições e mais cuidado nas acusações supérfluas não ficam mal a ninguém...
Haja saúde...
Espero que encontre sempre pela frente um médico actualizado ...
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De Teresa Ribeiro a 07.11.2011 às 00:50

Pois, são esses os argumentos que constam da cartilha. Já os ouvimos. A indústria farmacêutica é de uma generosidade enternecedora. Os almoços, já dizia o Friedman, é que não são grátis. Mas é a vida.
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De BISTURI a 07.11.2011 às 10:58

Para continuar e talvez terminar esta pequena disputa blogosférica tenho a lamentar que invoque um auto-denominado Sindicato "Independente" dos Médicos...
Os sindicatos não têm competência científica para emitir opiniões sobre prescrição terapêutica...!!!
Se eles se dedicassem a defender as condições de trabalho dos seus associados em vez de darem chapeladas aos sucessivos ministros da saúde!!!
Há médicos que se encontram há mais de 10 anos em CIT-contrato individual de trabalho, com condições degradantes, sem hipóteses de progressão profissional...!!!
E este sindicato assinou uma proposta de carreiras com a ex-ministra Ana Jorge em vésperas de eleições para lhe dar a mãozinha!!! este acordo deveria ser regulamentado e constar uma nova grelha salarial ...que nunca viu a luz do dia!!!
Sabe quantos dias para a chamada formação profissional têm esses médicos? 5 (cinco) dias anuais!!!
Acha muito? Pois se forem a um curso practico no estrangeiro que em média duram 5 dias, ultrapassam esses dias e acabam por ter de meter dias de férias ...para formação !!! Acha justo !!!
Afirma que até os médicos não tem opiniões concordantes...Pudera !!! A medicina é uma arte e não uma ciência exacta...Pode para o mesmo assunto encontrar posições e opiniões as mais divergentes...Agora compete ás autoridades com reconhecida competência científica diferenciar o trigo do joio e depois vale a nossa actividade e experiência do dia a dia...
Eu temo sinceramente pela competência das gerações mais novas ...não temo pelas suas capacidades !!! Mas não chega serem capazes e não terem oportunidade para conhecerem e frequentarem, presencialmente, centros de excelência por esse mundo fora, nomeadamente na área cirúrgica que é a minha...mesmo e apesar de ser com os tais almoços que acha que não são de graça!!!
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De Teresa Ribeiro a 07.11.2011 às 13:03

Os sindicatos não têm competência científica para emitir opiniões sobre prescrições terapéuticas? E se as pessoas que falam pelo sindicato forem médicos, como é o caso? Continua sem lhes reconhecer competência científica?
Quanto às condições de trabalho dos médicos, não duvido que tenham razão em muita coisa, mas anos de sobreposição abusiva de horários no público e no privado não lhes rendeu uma grande imagem. Há dias soube pelos jornais, através de Miguel Reis, do Movimento dos Médicos com Contrato Individual de Trabalho, que há médicos a trabalhar na Função Pública que recebem 80% do que ganham em compensações remuneratórias e outros benefícios. 80%? Fiquei pasma. Se isto não é falta de transparência, não sei o que lhe chamar. Mas a verdade é que se tal acontece não é por culpa dos médicos, mas de quem tem gerido - com os pés - o SNS.
Também não duvido que sejam justas as vossas reivindicações quanto à formação, mas tal não se deve resolver à custa dos favores da indústria farmacêutica, como é fácil de perceber. A questão é que esse procedimento se instituiu de tal forma que passou a ser considerado normal. E não é.
Já agora, para começar, porque não voltam a permitir que gente com verdadeira vocação para a Medicina entre para os vossos cursos? Tem sido escandalosa esta segregação, cujo resultado está à vista. Tanto quiseram, que acabaram por abrir terreno à contratação de médicos estrangeiros. Para ser um bom médico o menos importante é conseguir tirar 19 de média para entrar na faculdade. Mais do que mentes brilhantes, o que precisamos nos hospitais é de profissionais que gostem de cuidar de seres humanos.
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De Anónimo a 07.11.2011 às 15:55

O modo como hoje em dia a medicina é exercida em Portugal está descrita quando afirma que para ser um bom médico o menos importante é conseguir tirar 19 de média para entrar na faculdade e que mais do que mentes brilhantes, o que precisamos nos hospitais é de profissionais que gostem de cuidar de seres humanos.
Ou seja, a medicina no nosso país é grosso modo hoje em dia exercida por alunos marrões que têm boas notas no secundário mas que não passam disso mesmo uma vez que uma larga percentagem desses aprendizes não têm vocação nenhuma para a medicina.
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De zebrim a 07.11.2011 às 15:59

Então o Sr. também é membro da Ordem dos Medicamentos. Eu pensava que a Ordem dos médicos servia para defender os interesses dos médicos e que em assuntos laborais estaria ao lado do sindicato dos médicos, mas pelos vistos está mais preocupada com a industria farmacêutica e com os lucros que as farmácias vão ter.
Gostava de lhe perguntar por que razão os contactos individuais de trabalho não podem ser feitos com médicos ? . Serão diferentes de todos os outros portugueses que também os têm nas mais diversas profissões ?
Que tipo de contrato fazem os senhores com os hospitais privados onde trabalham depois de saírem do publico ( recibos verdes). Já pensaram que o vosso segundo patrão são os banqueiros deste país que cada vez vos irão pagar menos pelos actos médicos. Já viu quantos consultórios privados estão a fechar e os seus colegas a terem de ir trabalhar para as clínicas e hospitais dos bancos. Com esses os senhores " não fazem farinha" nem greves e se estiverem mal " mudem-se". Aos banqueiros já aceitam a precariedade ao ministério da saúde não !!
Quando houver um governo com coragem de enfrentar a OM e abra o acesso ao curso de medicina e que como em qualquer profissão os melhores se destaquem, tudo será diferente.
Enquanto forem poucos todos são bons e tudo podem exigir.
Por fim tenho esperança que as novas gerações de médicos que está a ser formada agora, em Portugal e no estrangeiro, tenham uma maneira diferente de pensar e de agir.
Não nos podemos esquecer que a geração de médicos que está agora no poder na OM são aqueles alunos que entraram para a faculdade no 25 de Abril e que sempre tiveram a vida facilitada,
em termos de avaliações, passagens administrativas etc. etc.. Por isso perder direitos ao fim de 35 anos de reinado é difícil, maus hábitos !!!!!!!!!
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De Maria da Paz a 07.11.2011 às 00:58

Ex.mo Senhor Dr. Bisturi:
Creio que tem toda a razão!
E oxalá tenhamos sempre médicos actualizados. Mas actualização, formação avançada e séria, o Estado não a dá. Todos sabemos disso.
Bem-haja por estas palavras!
Os meus cumprimentos.
Maria da Paz
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De zeka a 07.11.2011 às 01:50

A segurança da ciência e a demagogia do empirismo

O resultado da investigação feita pelo LEF – Laboratório de Estudos Farmacêuticos não poderia ser mais expressivo: a qualidade de todos os medicamentos genéricos ficou integralmente reconhecida.

A qualidade dos genéricos, conclui o estudo, está garantida e é idêntica à dos medicamentos de patente.

http://www.genericosvscommarca.blogspot.com/

http://trovoadaseca.blogs.sapo.pt/23686.html

http://medgenericos.blogspot.com/2008/05/medicamentos-genricos-vs-medicamentos.html

http://pharmaoeste.blogspot.com/2009/04/genericos-vs-marca.html

REMÉDIOS GENÉRICOS SÃO MAIS BARATOS PORQUE NÃO EXIGEM GASTOS COM PESQUISAS E PROPAGANDA, COMO ACONTECE COM OS MEDICAMENTOS DE MARCA

http://revistavivasaude.uol.com.br/Edicoes/63/artigo95107-1.asp
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De atchim a 07.11.2011 às 05:53

Essa desculpa que os medicos necessitam de ir a congressos para estarem actualizados é uma boa desculpa......hehehe... e claro tem que ser terceiros a pagar...com isto quer dizer que as demais profissões não têm congressos pagos são uma cambada de analfaburros e não sabem o que fazem nas suas profissões? Há que fazer os trabalhos de casa em vez de ir para congressos e dizer que se estão a actualizar, será que me faço entender....! é que depois cai-se no ridiculo de ir a uma urgência ir a um dito Sr. doutor que mal sabe auscultar, pede uma batalhão de exames ( analises ) para ir á pesca de qualquer patologia, pois dirigir ao respectivo problema está de gesso, ( atenção que não são todos, mas são para aí 90 % deles a contar com os estrangeiros que nem eles percebem os doentes nem vice-versa), e depois a culpam é das actualizações. Eu penso que em parte deve ter razão, é muita actualização em congressos e pouco estudo no basico enquanto alunos.... Viva a medicina....
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De Muleta a 07.11.2011 às 01:13

Os custos de uma ida a um congresso internacional são enormes e normalmente à custa dos outros profissionais que muitas vezes auferem muito menos que a classe médica estabelecida (não falo dos novos). Além de que muitos destes custos prende-se com os destinos exóticos escolhidos para congressos médicos destinados mais ao lazer do que ao estudo. Alguém ainda se lembra do congresso de Oftalmologia em Macau que para ter quorum para a sra. Ministra foi preciso usar os funcionários do hotel? E olhem que foi um grande congresso mais de 6 centenas de especialistas...
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De BISTURI a 07.11.2011 às 11:18

Caro senhor:
Está a falar de obscenidades e eu falo de coisas sérias que lhe deveriam ser muito caras como potencial doente ( que todos somos e seremos um dia) que deve desejar ter pela frente um profissional competente , actualizado e capaz !!!
Ou será dos que prefere a quantidade à qualidade ?
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De zebrim a 07.11.2011 às 04:40

Agora já parece que estamos a falar com verdade.
Se é importante formar os médicos e os outros técnicos de saúde e a industria farmaceutica pelos vistos tem verbas para a fazer, vamos passar essas verbas para um fundo de formação do ministério da saúde(pago quando das negociações da introdução no mercado ou das comparticipações), para que todos os técnicos de saúde tenham acesso ao mesmo, sem terem de prestar contas ao laboratório que lhe pagou essa mesma formação, como acontece hoje.
NINGUÉM DÁ NADA A NINGUÉM.
Assim todos são mais livres, e a formação será mais bem dividida por todos, também haverá mais control e a formação não será férias, relójios, canetas, equipamento para os consultórios privados, decoração de habitação, carros para os lideres de opinião etc., etc., etc.
Não nos podemos esquecer que na classe médica há muita gente seria que não está preocupada com esta cruzada da OM, que não se vendem à industria farmaceutica e que se preocupam sobretudo com os doentes.

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De médico atípico a 07.11.2011 às 19:23

farto-me de rir com estas discussões, toda a gente acha que tem a razão do seu lado. queria aqui intervir, porque esta história dos congressos está muito mal contada. hoje em dia a internet é a maior fonte de (in)formação médica. é perfeitamente possível estar actualizado sem se ir a congressos internacionais. além disso, como o colega bem sabe, muitas idas a congressos mais não são do que viagens pagas pela indústria. claro que isto não se aplica a todos os médicos, há muitos que realmente aproveitam em termos científicos a ida aos congressos e estabelecem-se colaborações com colegas de diferentes países, formam-se grupos de trabalho com bastante interesse e por aí fora. mas não me posso esquecer que ainda este ano em roma, num congresso de 4 dias, só descobri que 3 colegas do meu hospital tb lá estavam, porque os vino coliseu, na única tarde em que não fui ao congresso.
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De BISTURI a 07.11.2011 às 11:29

Minha cara senhora :
"Ser médico dá status..."
Mas que coisa mais descabida...
Eu dou-lhe de muito bom grado o meu status pelo seu conforto pessoal e talvez monetário...
Vivo do meu trabalho, não tenho fortuna de familia...
Se ter status é PASSAR 41 ( QUARENTA E UM ) DIAS DE SERVIÇO DE URGÊNCIA DURANTE ESTE ANO E DURANTE 24 (VINTE E QUATRO HORAS ),FORA DA FAMÍLIA E NO DESCONFORTO DE UM HOSPITAL...
Então eu tenho mesmo MUITO STATUS...
SOU MESMO UM PREVILIGIADO...
OBRIGADO PELA CONSIDERAÇÃO...
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De zebrim a 07.11.2011 às 03:35

Não se pique Sr. Doutor, o Sr. não reconhece a autoridade do INFARMED que até é dirigido por um colega seu. Os senhores reconhecem a qualidade dos medicanentos pelo cheiro, ( do perfume das delegadas) ou a OM tem um Laboratório secreto onde faz avaliação dos genéricos (" donativos" ).
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De zebrim a 07.11.2011 às 03:48

Sr. Dr.
Parece que a inveja é das farmácias.
Sabe que agora há muitas à venda, até por 1 €.
Compre uma e vai ficar melhor informado sobre aquilo que fala sem saber.
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De zeka a 07.11.2011 às 01:14

Ainda não li todos os comentários... acho que a receita do post é demasiado inócua para o mal que afecta a douta Ordem.

Estive nos EUA e os medicamentos são embalados na farmácia, na quantidade prescrita pelo médico, sem marca, com as tomas impressas numa etiqueta produzida a partir da receita e coladas no frasco de plástico.

Então precisamos duma petição com milhares e milhares de assinaturas para enfiar pela arrogância acima da hipócrita (de Hipócrates?) Ordem para que se renda à vontade do cidadão. A receita até serve para provar que, por vezes, o medicamento de marca é desadequado, como em casos a que já assisti nas farmácias com enorme indignação do técnico de serviço.

No caso mais recente que se passou comigo, foi-me imposto o Nebilet que custa 4x o preço do genérico, por uma médica que não me conhece!

Isto só pode ser corrupção e prepotência!

Se os genéricos não fossem de confiança, o que dizer das certificações a que estão obrigados e da legalidade da sua autorização de venda?

É uma atitude inaceitável: referendo JÁ!!!!!!!
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De zebrim a 07.11.2011 às 03:05

Hoje no EXPRESSO vem um artigo sobre um" possível boicote a metade dos medicamentos por parte dos médicos", sugerindo a OM que só devem receitar medicamentos que não tenham genérico.
Será que ninguém com responsabilidade neste país por exemplo a Ordem dos Farmacêuticos, pergunte ao bastonário da ordem dos médicos por que razão este está preocupado com os genéricos no ambulatório e não está nos hospitais ?
Os doentes que estão hospitalizados certamente tem um estado de saúde mais precário do que os doentes que não estão hospitalizados.
Teria alguma coerência se a OM tivesse uma unica posição para todos os medicamentos e em todas as situações.
Assim fica claro que o problema não é "tecnico-cientifico" é um problema de perca de regalias que toda a população portuguesa conhece bem, tem medo de ter "menos formação paga pelos laborátorios" !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Aproveitem esta minha refleção para desmascarar aqueles que não sabem respeitar a profissão do Farmacêutico e que a este tratam como comerciante.
É mais feio ser vendido e currupto sob a bata de Sr. Doutor.
Dr. José Manuel Silva o senhor é a cara desta cruzada que até os seu colegas do sindicato dos médicos são contra si. Por fim quero dizer que este meu discurso só serve para aqueles que enfiarem o barrete pois considero que em todas as profissões há gente boa e gente má.
Por fim pensava que a ordem dos médicos servia para resolver os problemas dos médicos, mas parece que está mais preocupada com o problema dos medicamentos e dos laboratórios, é estranho !!!!!!!!!!!!!!!!!!
Sugiro que o bastonário abandone a ordem dos médicos e que constitua a ordem dos medicamentos, também era um bom ministro das finanças, pois como médico pode ser tudo melhor do que ninguém e ajudará o governo a criar mais um imposto como já sugeriu "FAST FOOD".
Mais um triste com grandes pretenções que é alguem !!!!!!!!!
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De Curiosidades a 07.11.2011 às 09:41

Os mais informados, talvez me consigam explicar!?
Se é o médico que determina qual o medicamento mais adequado para cada caso (seguindo o critério da bioequivalência), depreendo que, este técnico tenha 'ido beber' toda a informação à propaganda medicamentosa dos DIM. Que certeza terá sobre a sua composição, a não ser pelo que lhe foi 'vendido', e pela suposta idoneidade descrita na bula...?
Tenho o maior respeito por quem consegue estabelecer uma estratégia terapêutica, pensando estar a fazer o melhor que pode ser feito, no entanto, a ignorância (ou a persistência em se manter ignorante) tem limites...
Mantenho-me firme na defesa dos profissionais dedicados à sociedade, que, felizmente, ainda grassam por este país, no entanto, por outro lado, exijo como contrapartida a sua firme e determinada reeducação. O primeiro passo será acabar com a prepotência da OM; será que estes senhores não conhecem a obra do Fernando Namora? Ter-se-ão esquecido do verdadeiro propósito do acto médico...a arte de curar...pela vida.

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