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Justiça em tempo útil

por João Carvalho, em 25.10.11

«O Tribunal de Famalicão condenou a Universidade Lusíada a pagar 91.350 euros de indemnização, por danos morais, à mãe de Diogo Macedo, estudante do 4.º ano de Arquitectura que morreu em Outubro de 2001 depois de ter sido submetido a uma praxe nas instalações da universidade, em Famalicão.» Foi há dez anos.

«A instituição adiantou que mais uma vez voltou a recorrer desta decisão». O caso deverá estar concluído daqui a menos de dez anos, mas isto é apenas um palpite.

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14 comentários

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De Rui Rocha a 25.10.2011 às 17:59

Tu e a tua mania de usar oximoros nos títulos dos posts , João.
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De Fábio Martins a 25.10.2011 às 18:03

É o normal, ontem era para ser o julgamento de um homem que já devia estar preso há muito mas o julgamento voltou a ser adiado, desta vez porque o juiz estava doente. Perguntaram para quando fica marcado então e a resposta que deram foi "ele está sem a agenda com ele, depois serão contactados".
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De João Carvalho a 25.10.2011 às 18:16

É um descanso. Para quem não tem a consciência tranquila, claro. Mas não se esqueça de que só deve estar preso quem tiver sido dado como culpado e condenado.
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De João Carvalho a 25.10.2011 às 18:12

Eheheh... Este país é uma inspiração, Rui.
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De monge silésio a 25.10.2011 às 18:21

Para tal previsão, é porque ... já consultou o processo.

E trinta anos? Que factos suportam? Tal vez cinco, ou cinquenta?..

Não diga que é o habitual...pois milhares de sentenças são dadas por ano e não aparecem nas "notícias"... e não sabem o tempo .

Generalidades, pois.
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De João Carvalho a 25.10.2011 às 18:38

Errado. Nem previsão, nem factos, nem hábito, nem generalidades. Está lá escrito: palpite. Qual foi a palavra que V. não percebeu?
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De monge silésio a 25.10.2011 às 18:55

Percebi. O que você não percebeu é tão simples quanto isto:

E porque não palpita que o caso vai ser solucionado em dez meses?

Isto é, o que você tem em mente é o resultado do que diz, tornando como referencialidade "o palpite"(a desculpa), mas o significado do que diz é claro: para degradar, dizer por dizer...e sempre mal, é a saga...

Porque não diz que sabe que, realizado no 5º juizo cível, é de justiça cível que se trata? Porque não diz que decorre da notícia que os ofendidos recorreram após um processo crime à acção civel como faculta a lei ...e no prazo aludido no art. 498 CC?
Mais, porque razão não critica o que está na lei, p. ex. art. 712 cpc, 655cpc?
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De João Carvalho a 25.10.2011 às 19:05

Percebi tudo, meu caro. E a minha resposta ainda é mais simples: não satisfaço tudo quanto V. diz e não adianto outros aspectos do caso que V. refere para não confundir.

Em suma: apenas quis salientar que o caso já leva dez anos e que ainda não se sabe quando será concluído. É tudo.
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De Luís Reis Figueira a 25.10.2011 às 18:59

E a ASJP, já disse alguma coisa?
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De João Carvalho a 25.10.2011 às 19:07

Ainda não. A ASJP é muito tímida.
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De monge silésio a 25.10.2011 às 19:31

A ASJP tem mais que fazer do que andar a comentar tudo o que os "noticiadores" escolhem, no seu tempo, e de acordo com critérios que vêm das redacções.

Por outro lado, apesar da beca de côr preta, o juiz não é bruxo...e a ASJP também não.

Por exemplo, para a longevidade da acção pode ter contribuído vários factos:
-- o facto de advogado da família do estudante ter intentado a acção passados 3 anos, ou mesmo 5, ou até menos ou mais...a própria not´cia não é esclarecedora.
--um atraso do juiz seja da Relação seja da 1ª instância;
--algum incidente legal;

Em suma não o sabemos, ...não dizemos...um silêncio wittgensteiniano.
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De João Carvalho a 25.10.2011 às 21:09

Escusa de tentar explicar-me como é a ASJP, que eu conheço bem.
Já agora: não trabalho em redacções e tenho aquele hábito estranho de dizer o que entendo quando entendo.
A propósito: esqueceu-se de tomar o calmante ou é impressão minha?
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De monge silésio a 25.10.2011 às 21:27

*
Carríssimo, você é inteligente, cinja-se ao objecto, e deixe de cumprir a velha regra de Lénine, o qual em 1907, escrevia que deveria destroçar-se o adversário pelo insulto, pela diminuição, ou humilhação. Para quem gosta de "novidade", mas já os gregos nos 500 a.c. o sabiam...
*
Mas satisfazendo a sua curiosidade posso garantir-lhe que não tomo.
*
Sendo uma impressão sua impõe-se um dever de cuidado em não aderir ao solipsismo colectivo, a sua impressão (porque não formada em factos, a não ser a tradução do debate, e que todos enriquece e que demos) é afirmativa, ...mera impressão, inidónea a julgar.
*
Um grande Bem Haja. Cordialmente.
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De João Carvalho a 25.10.2011 às 21:33

Acho que V. descobre sozinho o que mantenho da conversa, entre aquilo que é sério e o que é irónico. O insulto é que não faz o meu género, mas sei que V. sabe disso.

Um abraço.

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