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Castração química

por Rui Rocha, em 23.10.11

Sim, sou a favor em casos como este. E só mais uma coisa. Não há processo, moldura penal ou enquadramento jurídico que possa justificar que um filho da puta deste calibre permaneça em liberdade.

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4 comentários

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De Cristina Torrão a 23.10.2011 às 19:30

Uma vergonha! As penas são muito pequenas para crimes destes (aliás, para todos os crimes sexuais). É preciso revê-las, urgentemente!!!
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De zedeportugal a 23.10.2011 às 21:06

O uso de Depo-Provera pode causar vários efeitos colaterais, incluindo aumento de peso, fadiga, trombose, hipertensão, leve depressão, hipoglicemia e raras mudanças em enzimas hepáticas.
Além de questões éticas, a castração química pode aumentar a pressão arterial em indivíduos do sexo masculino, por vezes a níveis perigosos, além de poder causar ginecomastia, um efeito colateral que algumas vezes é tratado com tamoxifeno, um SERM. Outros efeitos secundários, tais como a formação de depósitos anormais de gordura no fígado, estão sendo investigados.


Ninguém, nem nenhuma espécie de justiça, deve arrogar-se o direito de administrar a outrém qualquer tipo de substância que possa causar-lhe dano físico ou doença incapacitante.
Existem outros tratamentos e, em caso de reincidência, poderia ser fortemente agravada (leia-se alongada) a pena de privação da liberdade.
A ser doutro modo, brevemente teremos alguém a defender a castração de outro tipo de criminosos (por causa da transmissão de "genes" que vários "estudos" supõem ser próprios dos criminosos), depois a castração dos deficientes mentais (por idênticas razões) e... a imaginação é o limite - também para a estupidez.

Nota: Concordará que também não parece uma boa escolha ofender a mãezinha do criminoso por causa dos crimes dele.
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De Francisco Sousa a 23.10.2011 às 21:28

Química? Só?
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De anónimo a 26.10.2011 às 17:09

É abjecto. Não tenho e nunca tive estrutura emocional para aguentar uma notícia destas e admiti-la como facto consumado. Tenho quatro netos, três são meninas. Sou contra a pena de morte, mas numa situação destas não tenho muita certeza se ainda o sou.

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