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Para quem gosta de comparações (2)

por Rui Rocha, em 18.10.11

Uma coisa é certa. Face ao período normal de trabalho semanal da Administração Pública e do sector privado em 2012 (35h00 vs. 42h30), em doze meses e por exemplo, um trabalhador administrativo de uma empresa privada terá estado ao serviço da sua entidade patronal mais 300 horas (em rigor, até um pouco mais do que isso) do que o seu equivalente da função pública. Isto é, se tomarmos como referência o perído normal de trabalho da AP, o trabalhador do sector privado terá trabalhado mais 2 meses do que o trabalhador da função pública.

 

Mais uma vez, penso que não faz sentido ter em conta as tolerâncias de ponto pois que estas estarão, certamente, em vias de extinção.

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8 comentários

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De cenas underground a 18.10.2011 às 17:26

Bem observado.
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De Rui Rocha a 18.10.2011 às 18:43

São factos, Cenas.
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De singularis alentejanus a 18.10.2011 às 17:39

E para não falar das autarquias de Norte a Sul, que para além dessa benesse, ainda teêm autocarro camarário para levar os trabalhadores a casa.
O forrobodó tem que acabar!
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De Rui Rocha a 18.10.2011 às 18:44

O caso é simples, Singularis. Ou o forrobodó acaba ou acaba connosco.
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De Teresa a 18.10.2011 às 18:01

Deixe-me contar-lhe uma coisa, Rui. Até 20 de Junho passado fui considerada da função pública, agora estou desempregada. Os meus dias de trabalho raramente eram de menos de dez horas, o que perfaz 50 horas semanais (na verdade mais). Horas extraordinárias? Não, não recebia, era mesmo só dedicação e estar presente quando era necessário. O que se prolongava quase todos os dias já em casa, em telefonemas de trabalho. Ou em jantares com amigos, que muitas vezes se impacientavam, "mas nunca te deixam em paz?" Fora os muitos jantares de que tive de desistir em cima da hora, retida pelo trabalho.
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De Rui Rocha a 18.10.2011 às 18:53

Teresa,

antes de mais, lamento muito a situação. Sei o que é estar desempregado e... é algo que não se deseja a ninguém.

Quando se escreve um post destes, corre-se o risco de apanhar na rede situações individuais que não confirmam o sentido do que se disse. Ou por manifesto abuso ou porque as pessoas voluntariamente vão muito para lá do que lhes é exigível. Em todo o caso, o enquadramento geral e legal é o que consta do texto. E, no sector privado também não faltam situações como as que relata.
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De Teresa a 18.10.2011 às 19:09

Eu sei, Rui. Trabalhei no sector privado a maior parte da minha vida, e nunca tive o espírito de cumprir horário. E também nunca recebi mais por isso. É a chatice de ser secretária, fica-se enquanto se é necessária. :))

E obrigada pela solidariedade.

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