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Estatísticas expõem juízes portugueses

por Teresa Ribeiro, em 25.10.10

Os melhores salários para um dos piores desempenhos. Segundo um relatório da Comissão Europeia é esta a relação custo-benefício desta casta de funcionários do Estado, a mesma que anda a chorar os cortes salariais determinados pelo novo O.E. e a tributação do subsídio de residência.

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22 comentários

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De João Carvalho a 25.10.2010 às 13:15

Boa malha.
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De Anabela Prates a 25.10.2010 às 15:22

é ver João Palma, hoje na TSF. Fala quem sabe.
Mas uns quantos que falam do que nao sabem.

Eu sei o que faz um médico, um enfermeiro, um professor...a maior parte nao sabe o que faz um juiz ou um procurador. Pensam que só julga ou acusa. Enfim...

Aturam esta sociedade de gente invejosa, desclassificada (ver as médias de facuildade dos magistrados, porque será?). Esta gente que vota há anos no bloco de interesses instalado (CAVACO/ SOARES)
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De Teresa Ribeiro a 26.10.2010 às 13:25

Sabe-se que de facto esta tem sido uma classe muito perseguida. Tadinhos.
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De Teresa Ribeiro a 25.10.2010 às 13:17

Não tão boa como a lata que eles têm para a troca, João.
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De João-Sem-Terra a 25.10.2010 às 14:03

-e os médicos do Estado com as farmaceuticas?
-e os amigos deputados que pagam almoços a jornalistas e comentadores ?
-e quem controla o custo de um doente?
-gostariam de ser julgados por alguém sem "casta" mas funcionário (dependente de um ministério)?
--sabem quantos juízes sao advogados (e em melhor situação)?
--sabem de algum juiz que possa trabalhar noutro sítio que nao o tribunal?
--acreditam só em coincidências?
--a justiça nao dá votos, pois ao decidir dá razão a um contra o outro, e amanhã é o contrário!

Não pensem que defendo alguém, só não concedo é que se ataque uma profissão...e esta já atingiu certa gente deste país. Não ando atrás de modas, só acho estranho ir-se na PROPAGANDA sem reflectir.
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De Teresa Ribeiro a 25.10.2010 às 14:09

Propaganda? A fonte é insuspeita, João Sem Terra. São estatísticas da CE, que nos comparam com os outros a partir dos mesmos critérios de avaliação. É por isso que as estatísticas europeias são, regra geral, muito incómodas para os portugueses.
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De Joao-Sem-Terra a 25.10.2010 às 15:30

Ignora que 5 seja igual a 4? É um paradoxo matemático.
Minha cara, não conhece direito suficiente para perceber sequer o critério. Estude.
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De João Carvalho a 25.10.2010 às 16:01

Deixa lá, Teresa. Esse João-Sem-Terra não sabe do que fala. Basta ver aquela dos «deputados que pagam almoços a jornalistas e comentadores». Ele nem sabe que há deputados que nem têm para jantar.
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De Agústin Perrón a 25.10.2010 às 18:14

Para os distraídos:
http://www.tribunalconstitucional.pt/tc/acordaos/20020141.html
Para os sábios:
http://www.tribunalconstitucional.pt/tc/acordaos/20020141.html Para os que pensam que sabem do que falam:
http://www.tribunalconstitucional.pt/tc/acordaos/20020141.html
Esta gente iletrada, verdadeiros "alemães" nas vésperas de 33...
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De Teresa Ribeiro a 26.10.2010 às 13:35

A avaliar pelo apelido "Sem-Terra" deve ser um dos homeless que agora vão ter de pagar a tributaçãozinha do subsídio de residência.
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De uva magister a 25.10.2010 às 18:18

...procure saber porque razão os magistrados brasileiros ganham o dobro dos portugueses. Foi para acabar com...

...quanto às estatísticas estamos conversados: a sua ignorância é atestada pela resposta que vai ser realizada, procure-a!

...vc nao vê a coincidência?
...um exemplo a asjp, vá ao site www.asjp.pt , reuniu-se no sabado....
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De Teresa Ribeiro a 26.10.2010 às 13:27

Sou eu e quem produz estas maçadoras estatísticas: uma cambada de ignorantes. Pois.
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De singularis alentejanus a 25.10.2010 às 14:38

Estou ardentemente desejando que este tipo de estatística, não nacional mas sim da UE, chegue ao lobby autárquico. Vai ser o bom o o bonito se um dia aparecer.
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De Pedro Correia a 25.10.2010 às 23:37

Naturalmente de acordo, Teresa. Questiono-me, a propósito, sobre a qualidade e a pertinência das sentenças destes magistrados que revelam tanta e tão chocante insensibilidade social.
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De joão-sem-terra a 26.10.2010 às 11:25

Vc sabe aquilo que vem na imprensa.
Qualificada pelos vistos (veja-se caso esmeralda...tanta injustiça...e afinal? ja nao se fala e há paz)

Ignora a quantidade de sentenças que são dadas diariamente!
Mas permite-se a ter a lata de dizer "insensibilidade" etc.
Os casos que aparecem nos jornais não chegam a 0,01% dos relatados...mas permite-lhe ter opinião.

Aceito que certos casos ...enfim..., mas...sabem ? Só aparece as anomalias....

Pedro, faça um exercício, faça uma sentença criminal p. ex . Veja os seus requisitos no art. 374 do CPP e faça!
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De Teresa Ribeiro a 26.10.2010 às 21:51

Deixe-me dizer-lhe, Joao Sem Terra, que o exemplo da Esmeralda, que citou, não podia ser pior. Se aquela criança sofreu o que sofreu foi devido, primeiro que tudo, à morosidade da nossa justiça. Quanto ao resto que me diz, pois, na Imprensa só aparecem as anomalias, porque só as anomalias são notícia. Isso é válido para qualquer área de actividade, mas não é por acaso que a justiça e os profissionais que a ela estão ligados têm uma imagem particularmente má junto da opinião pública. É que as anomalias são mais que muitas. E se isto não é claro para si, lamento dizer-lhe que está bastante isolado.
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De Teresa Ribeiro a 26.10.2010 às 13:30

A avaliar pelos comentários que chegaram a esta caixa, insensibilidade social é o que pelos vistos pessoas como nós estão a revelar em relação a estes senhores.
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De paulo sá a 26.10.2010 às 14:25

Teresa,
O trabalho de um julgador (seja juiz, árbitro, decisor de um processo disciplinar) é árduo.
Um trabalho que exige recato, discrição.

Não é positivo os juizes andarem na chafurdice dos opinion-makers, mas percebo-os numa coisa: a função que exercem é de importancia vital num estado de direito, e felizmente há excelentes decisões que sao dadas todos os dias e nao vêm nos jornais.
Se consultarem www.dgsi.pt percebe-se. E repare-se este site só, e só tem as 3% de sentenças.

Ao visitar o site da ASJP fiquei surpreendido com a democraticidade do mesmo e reparei que as respostas que eles dao são aceitáveis: aumento do irs, uma vez que é um imposto progressivo e universal.Só. E em todo o rendimento. Denota-se que estão conscientes do problema que afecta a todos.

Receio bem que muitos opinion makers tenham o preconceito de os atacar, ou porque já foram condenados, ou porque nunca conseguiram ser (o exame de acesso é dificilimo), ou porque ignoram a função.

Há um lado neles que eu acho criticável.
Com honrosas excepções, a grande maioria faz tudo de chapa, para acabar processos, a correr, sendo que os prazos legais sao longos (um advogado tem 30 dias para contestar, 30 para recorrer). Talvez por excessiva legislação, denota-se pouco estudo (por falta de tempo?), e sobretudo pouco cultos (filosofia, literatura, descrições do real) e pouco desembaraçados no caracter finalistico-decisório do processo.
Agradecido.
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De Teresa Ribeiro a 26.10.2010 às 21:55

Paulo Sá: um dos nossos mais graves problemas é a ineficiência da nossa justiça. Se há unanimidade na nossa sociedade em relação a algum ponto, é a este. Os juízes, como não podia deixar de ser, têm a sua quota de responsabilidade nisto. Não vale a pena tentar tapar o sol com a peneira.
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De paulo sá a 27.10.2010 às 15:08

Concorda-se , mas quem aguenta julgamentos todos os dias, sentnças à noite...despachos às 18h (dezenas). após um dia de audiencias...? Cada juiz recebe juízos com 2000 , 3000 processos...

O mesmo juiz decide a injúria da amásia e o factoring ...o furto do lidl no valor de 4 euros e o divórcio...
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De rosa a 27.10.2010 às 23:25

como já alguém disse ali em cima: "tadinhos"!!!
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De Teresa Ribeiro a 28.10.2010 às 00:16

Se falar com médicos, que também são considerados uma das classes profissionais mais privilegiadas, também se queixam. É a vida, Paulo Sá. Faz parte da função, mas não serve para desculpar a incompetência. Nisso penso que estaremos de acordo.

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