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2016

por José António Abreu, em 31.12.16

A economia cresceu menos do que em 2015. O crescimento deveu-se não ao previsto aumento do consumo interno mas ao turismo e às exportações. Agora o governo diz que a aposta são o investimento e as exportações. Tudo indica que o crescimento permanecerá anémico.

A dívida pública aumentou. Apesar das medidas do BCE, as taxas de juro subiram, tanto no mercado primário como no secundário.

A operação de recapitalização da Caixa Geral de Depósitos foi adiada para 2017. O processo incluiu uma tentativa governamental para contornar legislação existente. Seria mais grave noutros tempos.

Descontando operações de recapitalização de bancos, o défice público deverá baixar cerca de 0,5% em 2016 (contra uma média superior a 1,3% nos cinco anos anteriores). 0,3% dessa redução ficará a dever-se a um perdão fiscal a que o governo não gosta de chamar perdão fiscal. Além disso, as cativações permanentes subiram e os pagamentos em atraso provavelmente também.

Apesar da construção de hotéis e da abertura de espaços vocacionados para o turismo no centro de Lisboa e do Porto, o investimento caiu. Em percentagem do PIB, o investimento público caiu para níveis da década de 1950. Parece que até os socialistas entendem que é necessário apertar em algum lado. Há uns anos, quem imaginaria que o fizessem aqui?

A taxa de desemprego desceu. É uma boa notícia. Provavelmente teria descido mais com mais investimento. De preferência, privado.

Os impostos indirectos aumentaram. Em 2017 continuarão a aumentar.

Os «lesados» do BES vão ser salvos pelos contribuintes. Com um pouco de boa vontade, a Cornucópia também.

O sistema de Educação conseguiu bons resultados a nível internacional. A análise ainda não abrangeu as mudanças introduzidas pelo actual governo.

Na Concertação Social, o governo conseguiu um acordo para aumentar o salário mínimo. Logo a seguir, um ministro comparou os parceiros sociais a gado. Estes nem mugiram.

Marcelo viajou, falou e tirou selfies, viajou, falou e tirou selfies, viajou, falou e tirou selfies, viajou, falou e tirou selfies, viajou, falou e tirou selfies. Considerando que tomou posse apenas no início de Março, em 2017 deverá conseguir viajar, falar e tirar selfies ainda mais. Poderá ter problemas em manter taxas de crescimento significativas a partir de 2018.

A «geringonça» aguentou-se. Parabéns a António Costa. Bloco e PCP estão mais domados do que CDS alguma vez esteve. Como se viu no caso da TSU, até os termos dos «acordos de entendimento» já podem ser violados.

 

Mas, globalmente, parece que os portugueses andam satisfeitos. Óptimo. Sempre apreciámos o status quo. E, no fundo, estamos habituados à mediania.

Bom 2017.

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55 comentários

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De jo a 31.12.2016 às 12:08

Os portugueses são um povo com sorte.
Necessitavam de um governo estável, se lhe tem saído a PàF na rifa nem durava dois meses, que foi o que durou a PàF.
Por outro lado pelo menos já não começamos as discussões do OE com a definição de que parte do Estado Social vamos cortar. Só para 2016 a PàF tinha 600 milhões em cortes prometidos nas pensões.
A situação económica do país é má, o que não é (nem nunca foi desde 1143) uma novidade. Mas ainda há uma diferença entre não resolver um problema como o empobrecimento do país,e pensar que ele é a solução dos nossos males.

Não deixa de ser ternurento ver certas pessoas dizerem que a dívida não é gerível, ou que o investimento público devia ser maior. Quando o PSD começa a falar como o BE é sinal de que ficou sem discurso.
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De Costa a 31.12.2016 às 14:20

Donde, está tudo muito bem. Mesmo que se caminhe para a completa negação do afirmado e para o desastre. Mas sendo a mentira dos nossos (dos seus) e o desastre obra dos nossos (dos seus), tudo se justifica, louva e tem um lado virtuoso que tudo purifica: é de esquerda.

Costa
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De jo a 31.12.2016 às 18:33

O desastre é como o Diabo: Está para vir quando os nossos não estão lá. Mas vem devagar e não quando o chamam.

Já que falamos de mentiras, não sei se alguém se lembra das eleições de 2010 e das lágrimas que se choraram devido à dureza dos cortes impostos pelo governo Sócrates, e das alegações do conhecimento profundo da situação económica do país e de não haver necessidade de cortar os subsídios de Natal e muitas outras tretas. O ar ofendido quando nos contam uma mentira fica bastante prejudicado quando já se mentiu, e muito.

Tal como as lágrimas pela falta de investimento público ou a exigência de despesas do Estado para promover o crescimento.
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De Costa a 31.12.2016 às 19:59

Se uns mentiram há uns tempos, isso legitima a mentira presente de outros. Tudo o resto é irrelevante. É tudo e é o que decorre das das suas palavras: são todos mentirosos e desde que agora lá estejam os mentirosos da sua cor tudo está bem.

O país (e essa coisa bizarra chamada realidade) que se dane.

Costa
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De Tiro ao Alvo a 01.01.2017 às 09:30

Costa, o JO pensa assim porque agora está a mamar. Quando deixar de mamar, muda.
Comparar o que se está a passar agora com o tempo das eleições em 2010, quando ainda não se sabia a verdadeira dimensão do buraco que o Sócrates nos estava a meter, não passa de uma desonestidade.
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De Manuel Silva a 01.01.2017 às 11:16

Tiro ao (lado do) Alvo:
Essa de ter sido o Sócrates a criar o problema de Portugal, que tem défices crónicos há, pelo menos 43 anos, é a melhor anedota que já ouvi.
Por pior que o vigarista tenha sido, e parece que foi bem pior do que se esperava.
Veja aqui os défices entre 1990 e 2013, da AMECO, a Base de Dados oficial da União Europeia:
https://www.dropbox.com/s/hw2yuin3uuzwwuc/D%C3%A9fice%20de%201990%20a%202014%20-%20AMECO.docx?dl=0
E o brilhantismo das contas no período áureo do «deixem-nos trabalhar», entre 1990 e 1995.
É pena que não haja nesta Base os dados dos anos anteriores.
Portanto: a nossa debilidade crónica / a verdadeira pesada herança do Estado Novo (que não foi o ouro do BdP, mas sim o atraso do país, infraestrutural, educacional, científico, nos índices da Saúde, etc.) / os efeitos do PREC / o despesismo cavaquista nas obras faraónicas (Expo98,.CCB, Autoestradas às pazadas - continuadas pelo Guterres, diga-se a verdade) e no NSRFP (Novo Sistema Reumeratório da Função Pública) / a globalização plena com a entrada da China no Comércio Mundial / os efeitos do Euro / a crise do Subprime de 2007/08, nada disto contribuiu para o buraco que rebentou em 2010 no país.
Apesar de haver 20 anos que crescíamos tão pouco que nos endividávamos a 10% ao ano.
Não, toda a culpa foi do Sócrates.
Homem, há agora tanta casa nova de óculos, de nível internacional, passe por uma e substitua essas lentes manhosas.
Ou vá à habitual Multiopticas.
Parece que têm lá lentes incolores, o laranja distorce muito as cores da realidade.
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De Tiro ao Alvo a 01.01.2017 às 14:17

Quando o Miguel Silva escreve que "apesar de haver 20 anos que crescíamos tão pouco que nos endividávamos a 10% ao ano" e não repara que isso aconteceu, exactamente, no governo do Sócrates; quando diz que "é pena que não haja nesta Base os dados dos anos anteriores" a 1990, parece não querer ver o que aconteceu nos governos do 1º ministro Cavaco, quando Portugal registou, depois do 25/4, o maior crescimento na economia. Mas pode procurar informações noutras fontes credíveis, na pordata, p.e..
Portanto, não entendo por que é que o Manuel veio aqui defender o JO que, desonestamente e a meu ver, veio aqui comparar, como sendo iguais, o tempo económico que corria em 2010, com o tempo actual. Será que não está a precisar de óculos não coloridos?
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De Vento a 01.01.2017 às 22:00

Tiro ao Alvo,pPorém o pagamento das responsabilidades desse crescimento foi diferido no tempo, juntamente com o crescimento do monstro.
Penso que a retórica actual traduz-se no crescimento sustentado e sustentável para as gerações futuras. Fico surpreendido que se use tal crescimento como modelo ou referência.
Guterres salientou muito bem os jobs for the boys, herança de Cavaco na administração pública e empresas públicas.
Foi neste período que as indústria ficam ao abandono e que a agricultura e pescas fica dependente de subsídios à não produção.

Se este legado, entre outros factores, serve de enaltecimento, não vejo que a construção de auto-estradas, da ponte Vasco da Gama, com um buraco de 897 milhões de contos, a construção do Centro Cultural de Belém e a Expo 98 tenham evitado tal descalabro e a continuação do mesmo.

Dir-me-á certamente que não devo olhar para as notícias. Mas isto foi notícia. Da mesma forma que Cadilhe afirmou ter sido Cavaco o pai do monstro.
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De Manuel Silva a 02.01.2017 às 00:00

Tiro (sempre ao lado) do Alvo:
Eu sei o que crescemos, o que nos endividámos e quem foi o safado do Sócrates. Não preciso que me explique. Mas chateia-me solenemente a distorção propositada ou o desconhecimento dos números por parte de algumas pessoas. Acima de tudo a falta de ponderação na avaliação das situações, que é feita sob o efeito de um sectarismo partidário ou ideológico.
O Sócrates só governou 6 anos (de 2005 a 2011), mas nós endividámo-nos desde muito antes: precisamente 1980. Mas nesse ano tínhamos ainda apenas dívida de 39,9% do PIB.
O pior foi que a partir daí foi sempre a subir. Mas as razões são várias, é preciso compreendê-las, não atirar todas as culpas para cima de um safado, por mais que seja safado.
Sabe quando é que ultrapassámos a 1.ª vez os 60% de dívida?
Em 1987, com Cavaco Silva, quando recebíamos cerca de 9 milhões de euros/dia da CEE: a dívida subiu para 61,3%.
E a 2.ª vez?
Em 1991, com Cavaco Silva, quando continuávamos a receber cerca de 9 milhões de euros/dia da CEE e o barril de petróleo tinha baixado para 9 dólares: a dívida subiu para 62,8%.
E a 3.ª vez?
Em 1995, com Cavaco Silva, quando continuávamos a receber cerca de 9 milhões de euros/dia da CEE: a dívida subiu para 60,9%.
Sabe quando desceu?
No tempo do Guterres, entre 1995 e 2002. Recebeu 60,9% e deixou 55,7%.
Sabe porquê? Porque as taxas de juros baixaram para valores históricos; por isso foi o único 1.º ministro que deixou uma dívida um pouco menor do que encontrou.
Depois cresceu imparavelmente após a entrada no euro e o regabofe do dinheiro barato, da moeda forte, de pensarmos que já éramos ricos.
Cresceu muitíssimo mais depois da crise mundial desencadeada pelo Subprime e da falência do Lehman Brothers, a partir de 2008, porque em 2007 era de 62,7%. Há quem se tente esquecer que isto existiu.
Quando eu disse que «é pena que não haja nesta Base os dados dos anos anteriores a 1990» é para comparar tudo com o mesmo critério e pela mesma entidade externa, percebeu agora?
O senhor disse: «parece não querer ver o que aconteceu nos governos do 1.º ministro Cavaco, quando Portugal registou, depois do 25/4, o maior crescimento na economia»
NADA MAIS FALSO: Cavaco - 1.º ministro de 6/11/85 a 28/10/95.
1985 (não é dele, mas 1995 é praticamente todo)
1986 – 4,1%
1987 – 6,4%
1988 – 7,5%
1989 – 6,4%
1990 – 4,0%
1991 – 4,4%
1992 – 1,1%
1993 – 0,2% negativos
1994 – 1,0%
1995 – 4,3%
Média de crescimento: 3,9%
Agora o Guterres: 1.º ministro de 28/10/95 a 6/2/2002.
(1995 não é dele, 2002 também não, praticamente. Isto para usar critérios o mais semelhantes possível)
1996 – 3,7%
1997 – 4,4%
1998 – 5,0%
1999 – 4,1%
2000 – 3,9%
2001 – 2,0%
Média de crescimento: 3,85%
Portanto, mantém-se o padrão, crescimentos baixos, com tendência decrescente, pois os fundos europeus não o aumentam mas os efeitos do Euro já se começam a sentir, a década seguinte o confirmará: média de 1,7%.
E se quiser recuar um pouco mais, talvez perceba porque nos começámos a endividar desde 1980.
1974 – 1,1%
1975 – 4,3% negativos
1976 – 6,9%
1977 – 5,6%
1978 – 2,8%
1979 – 5,6%
1980 – 4,6%
1981 – 1,6%
1982 – 2,1%
1983 – 0,2% negativos
1984 – 1,9% negativos
1985 – 2,8%
Média: 2,28%.
Moral da história: mesmo com o PREC, a seca terrível de 1976 que fez fechar a indústria por turnos, devido à falta de água nas barragens para produzir electricidade (lembra-se?), 2 intervenções do FMI (e respectivas políticas recessivas) e sem 9 milhões de euros/dia de fundos europeus crescemos só 1,62% a menos do que no oásis cavaquista, e a média conseguiu ser positiva.
Quer agora uma visitinha ao défice? Sabe porquê? Porque o défice gera dívida.
Cavaco (6/11/1985-28/10/1995):
1990 – 6,1%
1991 – 6,9%
1992 – 4,4%
1993 – 7,4%
1994 – 7,1%
1995 – 5,4% (quase todo o ano de Cavaco)
(Faltam os dados da AMECO entre 1985 e 1989. Gosto sempre de usar dados da mesma entidade e, de preferência, internacional. Para evitar meter os dados do Constâncio, lembra-se?)
Guterres (28/10/1995-6/4/2002):
1996 – 4,9%
1997 – 3,7%
1998 – 3,9%
1999 – 3,1%
2000 – 3,3%
2001 – 4,8%
Durão Barroso (6/4/2002-17/7/2004):
Santana Lopes (17/7/2004-12/3/2005):
2002 – 3,4% (só 3 meses do governo Guterres)
2003 – 3,7%
2004 – 4,0%
(Continua)
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De Manuel Silva a 02.01.2017 às 00:01

(continuação)
Sócrates (12/3/2005-21/6/2011):
2005 – 6,5% (quase todo o ano deste governo)
2006 – 4,6%
2007 – 3,1%
2008 – 3,6%
2009 – 10,2%
2010 – 9,8%
Passos (21/6/2011-30/10/2015):
2011 – 4,3% (metade do governo Sócrates)
2012 – 6,4%
2013 – 4,9%
Fonte: AMECO – Base de Dados da UE
Agora pergunto eu? Para quê este meu trabalho se os seus óculos laranja não o deixam lê-lo?
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De Tiro ao Alvo a 02.01.2017 às 13:47

Manuel Silva, não me acuse daquilo que não sou. E admita que também pode ser traído pelas suas simpatias.
O Manuel diz que "em 1987, com Cavaco Silva, quando recebíamos cerca de 9 milhões de euros/dia da CEE", mas diz mal. É certo que foi nos governos de Cavaco Silva que Portugal começou a receber dinheiros da CEE, mas muito longe do valor quer indica. Durante os primeiros governos do Cavaco, os fundos recebidos da CEE andaram, em média, pouco acima de 1 (um) milhão de euros/dia, muito longe dos 9 milhões que indica. Depois de Cavaco, o valor dos fundos foi sempre a subir, tendo atingido o pico superior durante o governo do Santana Lopes, veja bem. E depois disso, os valores recebidos anualmente da Europa, foram bem superiores aos que foram recebidos no tempo do Cavaco. O Manuel, pelo que se vê, encontrará essa informação fiável com facilidade.
Concluindo, se estivéssemos face a face, tinha muito gosto em debater este tema consigo. Assim, fiquemos por aqui e aceite que foi durante os governos de Cavaco que, em democracia, Portugal mais cresceu e que, depois de 2001 andamos a marcar passo, período em que foi o PS que, por muito mais tempo, deteve o poder.
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De Manuel Silva a 02.01.2017 às 15:39

Tiro ao Alvo:
É o que eu digo.
Enquanto não tirar os óculos não consegue ler.
Eu pus-lhe a média de crescimento do tempo das vacas gordas, dos fundos europeus a rodos, do petróleo a 9 dólares e do melhor 1.º ministro desde o tempo em que o Viriato combateu os Romanos: crescemos 3,9%.
Com o mole e incompetente Guterres crescemos 3,85%.
É diferença substancial!
Ma a dívida e o défice foram maiores com o competente Cavaco.
É obra.
E o senhor, o que tem a dizer?
Nada.
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De Manuel Silva a 02.01.2017 às 15:57

Tiro ao Alvo:
«Entre 1989 e 1993, no que correspondeu ao I Quadro Comunitário de Apoio, Portugal recebeu 14,8 mil milhões de euros em fundos estruturais e de coesão, segundo apurou Augusto Mateus no estudo 25 Anos de Portugal Europeu.»
in jornal Observador.
É fiável esta fonte?
Mas ainda continuou a receber do II Quadro Comunitário de Apoio.
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De Tiro ao Alvo a 02.01.2017 às 17:35

Manuel Silva, não vale a pena continuar. Eu chamo-lhe a atenção para os erros que cometeu, ao indicar o valor de fundos que Portugal recebeu da CEE, e o Manuel enreda-se em explicações para esclarecer o inexplicável. Repare apenas nisto: diz que, durante os governos do Cavaco, Portugal recebeu 90 milhões de euros POR DIA, quando, nos primeiros três anos, de 1986 a 1989, pouco mais do que aquele valor foi recebido POR ANO. Pode conferir esta informação num trabalho do Augusto Mateus, aqui: http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223054629Q6yOU5pa6Gx45OK0.pdf, página 669.
E quanto ao crescimento da economia, a mesma coisa, idem, idem.
Em conclusão, fique o Manuel na sua, que eu fico na minha. E amigos como dantes.
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De Vento a 02.01.2017 às 15:43

Os 9 milhões/dia que o Manuel refere diz respeito ao período até 2011. Refere a média do que se recebia através do QCA (Quadro Comunitário de Apoio). O montante até essa data situava-se nos 80 mil milhões, podendo ir até 96 mil milhões, se englobado o QREN.

Estima-se que, no período de Cavaco, Portugal recebia algo como cerca de 3 mil milhões/ano.
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De Manuel Silva a 02.01.2017 às 16:53

Vento:
Admito que tenha havido engano no número apresentado pela fonte que consultei.
Por isso fui a outra, o Estudo de Augusto Mateus.
Só entre 1989 e 1993 recebemos 14,8 mil milhões de fundos europeus.
Assim até eu governava bem.
Contudo, perderam as eleições para o frouxo Guterres em 1995, o que mostra bem que os efeitos deletéreos (roubos, falcatruas, projectos fictícios, projectos megalómanos, etc.) não foram tão bons quanto os devotos acham.
Eu não quero afirma que com outro 1.º ministro tivesse sido melhor.
Mas, por isso, não podemos deixar de ser críticos do que aconteceu: betão a rodos, autoestradas a mais e ferrovia a menos, etc., etc., etc.
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De Vento a 02.01.2017 às 19:54

Sim, esse valor dá os cerca de 3 mil milhões/ano que referi.

A questão do período cavaquista, que tão enaltecida é, traduzo-a da seguinte forma:

A mediocridade governativa ficou disfarçada pelo dinheiro que corria de Bruxelas. Mas a Bruxelas, então, convinha-lhe tais políticas.
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De amendes a 31.12.2016 às 19:04

"....Socialistas a invocar a sua qualidade de trabalhadores para deixarem de trabalhar..."

A. Campos - 1917

Bom Ano
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De Anónimo a 31.12.2016 às 12:34

Queria terminar o ano com uma boa ação.
Toda a gente escreve e diz - e escreve e diz muitas vezes - "status quo".
E não é.
É "statU quo".
A palavra “status”, fazendo expressão com “quo”, tem de ir também para o ablativo, por uma questão de concordância.
Apesar de o meu portátil discordar de mim e alinhar com a maioria…
Um BOM ANO para todos!
João de Brito
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De José António Abreu a 31.12.2016 às 14:49

O seu portátil segue a lógica anglo-saxónica - mas também alemã, russa, etc. -, que adapta a expressão ao formato de substantivo. Mas tem razão, em português é mais correcto usar "statu quo".
Bom ano.
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De isa a 31.12.2016 às 12:55

A ignorância em que o povo vive é completamente aflitiva. A percepção que têm do Mundo que os rodeia, até parece viverem dentro de uma caixa de ilusões e, por essa razão, cada vez que acordam é sempre nas alturas de crise, quando já não há muito a fazer e, cada crise acaba, sempre, por ser pior que a anterior.

Presumo que gostem de viver em negação até se "esborracharem", novamente, contra a parede. Metade da culpa é dos próprios que não procuram informar-se com meios como a net, uma autêntica pérola de informação, completamente desperdiçada e, a outra parte da culpa pertence aos políticos e aos canais informativos "tradicionais" que lhes mentem à descarada. Quem saberá que os italianos já fazem filas para tirar o seu dinheiro dos Bancos que começam a desabar?
Meteram-nos num Mundo Global que, não sabem minimamente como funciona mas, continuam a olhar para o seu próprio umbigo, como se fossem imunes às tempestades que se aproximam.
No fundo, vão curtindo até ao último segundo mas, não vão escapar de, mais tarde ou mais cedo, ter de enfrentar a Verdade. É como chamar os bombeiros quando o fogo já consumiu tudo o que havia e, depois, quererem bodes expiatórios, quando eles também contribuíram para o problema.

E, para não estragar, não traduzo:

"There is beauty in Truth, even if it's painful. Those who lie, twist life so that it looks tasty to the lazy, brilliant to the ignorant, and powerful to the weak.
But lies only strengthen our defects.They don't teach us anything, help anything, fix anything or cure anything.
Nor do they develop one's character, one's mind, one's heart or one's soul."
José Harris
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De Vento a 31.12.2016 às 12:56

Lá vai o meu caro em busca de notícias para distorcer a realidade. Só uma pequena achega para emoldurar este seu texto

1 - O meu caro esquece que o turismo também engloba consumo interno, apesar de ser contabilizado como exportações. Logo, nas exportações também está incluído o turismo. A quebra nas outras exportações deve-se a 2 factores: a paragem temporária da refinaria bem como as exportações de veículos. Significa isto, meu caro, que os seus mentores políticos estavam em derrapagem quando apontavam as exportações e não o consumo interno como vector de sua política. Exportações essas que já estavam em queda apesar de disfarçadas pelo aumento do preço dos produtos e não da exportações efectivas.
Mais, o consumo interno aumentou. Em Fevereiro conhecerá os dados a este respeito.

2 - Contabiliza o aumento da dívida pública mas não inclui nela os movimentos da dívida, isto é, os pagamentos.
http://www.tsf.pt/economia/interior/governo-faz-reembolso-antecipado-ao-fmi-de-cerca-de-dois-mil-milhoes-de-euros-5511745.html

3 - O défice atingiu em Setembro 2,5 %. Significa isto que a propaganda em torno do atingimento do valor do défice estimado por via do PERES é uma falácia.
Os privados não têm massa para mandar cantar um cego. Significa isto que só com investimento público a economia cresce. Quando eu afirmava que um bom défice seria o de 2,9% pensava exactamente nos benefícios para a economia através do investimento público.
O JAA, contraditoriamente, defende a verdade e o seu contrário. A coligação do não sei quê anda mesmo sem norte. Viva a geringonça!

Desejo-lhe um Ano Novo repleto de Novidades.
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De Tiro ao Alvo a 31.12.2016 às 15:13

Vento, os pagamentos feitos por este governo (e também pelo anterior) foram feitos recorrendo ao crédito, ou seja, foram feitos com dinheiro emprestado ao Estado, isto é, com a emissão de nova dívida pública.
O Vento, com tiradas destas, desilude.
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De T a 31.12.2016 às 19:04

O Vento é um caso clínico, não será de admirar quando brevemente passar a bufa e desaparecer outra vez. Como já deve te bebido uns copos, conseguiu alongar o suficiente para fazer a ginástica do costume para defender o indefensável. Eu que nem tenho partido encho-me de vergonha alheia que haja gente que se preste a estes propósitos, ou dormem melhor ou têm uns óculos especiais, só pode.
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De Vento a 31.12.2016 às 20:19

Meu caro, os movimentos da dívida são estes que referi. E haverá mais. Se isto não é argumento ao tema em apreço vou ali e já venho. A dívida seria maior, com ou sem dinheiro emprestado, se os movimentos não se tivessem registado e as poupanças inerentes em juros não contabilizassem no futuro.

O camarada que veio comentar de seguida como não entende desabufa. Fiquei a saber agora que quem não tem partido torna seus argumentos credíveis. Embebedam-se com umas tretazitas de pacotilha e dizem que outros andam com os copos. E apontam sempre para o umbigo convencidos que o Sol nasce e põe-se aí.

Também é bom de vez em quando um copito, mas só recomendo a gente crescida e que não conduza mal nestas auto-estradas virtuais. De preferência tinto maduro, para evitar os altos teores de açúcar.
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De Tiro ao Alvo a 31.12.2016 às 20:47

Vento, fale só do que sabe. Essa de vir para aqui falar de "movimentos da dívida" não tem pés nem cabeça. A dívida ou diminui, ou estabiliza ou cresce. E, com este governo, a dívida pública aumentou mais do que o que estava a aumentar no governo anterior. E contra isto batatinhas.
Portanto não venha o Vento tentar tapar o sol com uma peneira, pois fica com a careca à mostra...
Bom ano, é o que lhe desejo.
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De Vento a 31.12.2016 às 22:01

Quem não sabe o que diz é você. Nem tampouco entende o significado de movimentos da dívida.
A sua arrogância de entendida só faria sentido se me dissesse que que dos 50 mil milhões de aumento da dívida na legislatura anterior tivesse ficado alguma coisa para o investimento e revitalização da economia.
Portanto, faz-se de ás na economia com palavras insignificantes para demonstrar que nada tem a contrariar no meu comentário.
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De Vento a 31.12.2016 às 22:05

Passou-me.
Ano Feliz também para si.
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De Vento a 31.12.2016 às 22:24

Fui aos meus arquivos apanhar algo que ajude a entender isto dos movimentos da dívida a uma pessoa tão entendida quanto você:

http://expresso.sapo.pt/economia/2015-05-09-Divida-externa-cresce-212-mil-milhoes-de-euros-1
Como explica estes movimentos? Se tiver algum ensinamento para nos proporcionar, agradeço.

E já agora, também sobre este movimento:
http://visao.sapo.pt/lusa/portugal-devolveu-66-mil-milhoes-de-euros-antecipados-ao-fmi-igcp=f813905

Será que isto não contribuiu para baixar os valores finais da dívida?
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De isa a 01.01.2017 às 12:48

Não interessa como "massajam" os números da Dívida porque, resumindo e concluindo, ela não pára de crescer e, ultimamente, muito antes do aumento dos juros, já tinha acelerado.

Na verdade, há quem veja o "bonzinho" que distribui, eu vejo uma subserviência aos "Lobos" porque, estes, querem uma Dívida muito mais alta porque, cada português dever 23.524 euros (quando antes deste governo devia pouco mais de 21.000), a ideia é mesmo essa que, com qualquer desculpa, consigam que fique impagável para nunca mais podermos sair debaixo das suas patas.
Faz-me confusão, como querem acabar com a austeridade e não se importam de pôr em causa a nossa Liberdade e, eternamente, ficar a obedecer, precisamente, àqueles que querem ser os Senhores do Mundo e ter o seu Governo Global Totalitário para nos transformar em gado obediente que, com sorte, receberá "dinheiro racionado".

Se não produzimos, se continuamos a aceitar dinheiro, como raio pensam que estamos a caminhar para melhor? Só se gostarem mais de, em vez de estar na boca do Lobo, prefiram estar na goela.

Vá tomando nota, porque para além da Dívida, no mesmo sítio, pode ver crescer a percentagem relativamente ao PIB (neste site com dados governamentais, chamado de GDP) já vai em 134,08%.
Os 99% andam às turras mas, a única diferença está que, enquanto uns olham para o Presente, os outros estão preocupados com o Futuro, não só nosso mas, das Futuras Gerações de Escravos e, no entretanto, o 1% goza e enriquece à nossa conta, e, apenas, espera por Dívidas impagáveis e escravos garantidos e, com os seus triliões, pensa que não controlam a criadagem? Pensa que há incorruptíveis? Que não manipulam o Sistema para porem a sua própria criadagem? Porque será que uns sobem nas escadas do Poder, até com malabarismos e outros são afastados?

Como explica estarmos com menos ferramentas para podermos controlar o nosso próprio destino? O Parlamento ter de fazer Orçamentos com o aval de Bruxelas, eurodeputados que não podem Propor ou Vetar Leis, um BCE que é um Banco Privado do 1% portanto, o que eles, definitivamente, Não Querem é que paremos de pedir dinheiro, muito menos que paguemos a Dívida e, acima de tudo que continuemos divididos como clubes de futebol, até estarmos todos unidos, debaixo das garras das 10 Famílias que, verdadeiramente, já controlam isto tudo e, já estão preparadas para castigar o Brexit, o Não no Referendo italiano e de um Trump (se ele for real e não for comprado ou assassinado) Muitos se's mas, muitas realidades óbvias, basta levantar os olhos do umbigo e do clubismo, para ver quem, realmente, serve quem e qual o objectivo do 1%.

Outra coisa, pensa que as Guerras sem Fim são por acaso?
Em todos os Partidos políticos, aqueles que tenham realmente boas intenções (não os outros, com interesses pessoais e que fazem parte do problema) se saíssem fora da sua caixa partidária e procurassem onde está o Verdadeiro Problema, lhe garanto, era meio caminho para resolver todos os problemas dos cidadãos europeus e do Mundo.
Nunca esquecer o Dividir para Conquistar e, há séculos que gerações do 1% sabem isso muito bem:
"Em política e sociologia, dividir para conquistar (ou dividir para reinar), (derivado do grego: διαίρει καὶ βασίλευε), consiste em ganhar o controle de um lugar através da fragmentação das maiores concentrações de poder, impedindo que se mantenham individualmente. O conceito refere-se a uma estratégia que tenta romper as estruturas de poder existentes e não deixar que grupos menores se juntem." - Wikipédia

Quanto à Dívida, pode vê-la todos os dias e até quanto, cada um de nós, tem de aumento... nessa Dívida.
http://www.nationaldebtclocks.org/debtclock/portugal

Pensa que é por acaso, depois da criação da UE, os países estarem todos endividados? Até a Alemanha com uma Dívida de 2.293.697.550.600.413 sempre a crescer e que já é 78,02% do PIB? O mais forte, foi o que recebeu mais migrantes, Acaso? A economia do país mais forte também tem de ser destruída, Acaso?
Só para quem for ingénuo ou viver na ilusão que, assim, ainda tem algum voto na matéria.
Não quero pôr ideias na cabeça de ninguém porque não tenho Partido político, só quero que "acordem" e investiguem por conta própria, pelo menos, aqueles que não estejam acomodados ao Sistema, nem sejam criados do 1%
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De Vento a 01.01.2017 às 16:31

Você, isa, mistura questões existenciais com questões económicas. Responder-lhe-ei a uma e a outra de forma breve.

As questões de natureza existencial, que se reflectem também em todos esses factores que aponta e outros que não apontou, devem-se ao próprio Homem. Nunca se tem o que se deseja para todos, porque quase todos desejam de forma diferente.
Portanto, a vida traduz-se em viver com as diferenças e também em desviarmo-nos do caminho das cuspidelas das serpentes. Mas também, quando sem alternativa, apanharmos as serpentes pela cabeça e extrair-lhes o veneno.

Existe ainda um outro caminho alternativo que passa por viver a vida custe o que custar e não por qualquer preço. Quem vive por qualquer preço sujeita-se a matéria prima transaccionável. Quem vive segundo o princípio de custe o que custar está no mundo sem pertencer ao mundo.
Para que isto aconteça é necessário olhar para os "lírios do campo" e para a erva que hoje desabrocha de forma viçosa e amanhã é queimada.

O mundo não me assusta, as guerras tampouco e o mal só me impele a ser diferente. Ainda que saiba que por vezes para se obter a paz é necessário dar um bom par de pontapés pela tomatada de quem o merece. Uma vez feito, respeita-se o anterior inimigo ou adversário.

Quanto à dívida, não me preocupa assim tanto. Jamais a pagaremos. Costa lá vai dizendo que a renegociação não se coloca. Mas ele diz isso como violinista que não me atrai nesse som. Talvez lá por Bruxelas gostem de o escutar nessa nota. A minha música não é monocórdica. Gosto de harmonia. E é isto que vai acontecer.
Como acontece já aqui:
http://24.sapo.pt/economia/artigos/eurogrupo-grecia-dissipou-as-duvidas-sobre-a-sua-determinacao-para-reduzir-a-divida

Aliás, sempre afirmei que isto aconteceria. Ao contrário dos ilustres entendidos deste blog e da coligação do não sei quê.

Por último, o 1% não me preocupa. Preocupam-me mais os totós que circunavegam em torno desse 1% para ganhar umas benesses e uns míseros pratos de sopa.
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De isa a 01.01.2017 às 22:32

Veja bem a quem está a chamar totós, porque dizem, eles, estar a governar muito bem países e, para o bem do povo, até há quem "bata palminhas" a esses totós
Aqui, aposto que não viu os links que eu deixei, senão não lhes chamava totós lol

Misturo "questões existenciais com questões económicas"?

Onde quereria enfiar as questões económicas se não existíssemos?
Pois o problema começa aí, essa mania de compartimentar aquilo que não faz sentido em separado, no entanto, o que você diz querer separar, acaba por obrigar a minha existência a cumprir desejos de outras existências, basta legislar para obrigar os outros a uma existência que não querem que seja dessa maneira ou seja, têm o sistema perfeito para controlar quem "deseja de forma diferente".

Os colectivistas odeiam tudo o que não for uniforme, cinzento, saído de linhas de montagem. Só descansarão quando acabarem com tudo o que for escolha individual. Por acaso ou não, exactamente, o mesmo que quer o tal 1% para o seu governinho global, nada de países, nada de culturas diferentes, nada de individualismo, gado que é gado tem de obedecer às regras deles e, não querem que paguemos a dívida, querem-na maior, uma desculpa para nos "castigar" e tirar a nossa Liberdade de escolha, para sempre ou pensa que é só não pagar?
Por acaso, não estou a falar com um adolescente pois não?
Presumo que seja um adulto responsável que sabe que as nossas acções têm consequências.

O vosso truque de querer separar, encaixa perfeitamente na vontade de mandar na existência dos outros porque, quem não cumprir, podem lavar as vossas mãos das culpas e deixar um "Estado" que não passa de um grupo de pessoas, obrigar os outros a fazerem o que não querem ou tirar-lhes o que, num dado momento, lhes apetecer. E, se não obedecerem, são castigados com taxas e multas e até podem ser privados da sua liberdade, quando não mataram, não tiraram nada a ninguém, só não concordam com as leis desse grupo de pessoas e, começando a tirar quem não vota, adicionando os que se opõem, já nem é a maioria que decide.
Viu alguma coisa mudar com aquela abstenção de mais de 59,1% nos Açores, somada aos que não aprovaram os "eleitos"? Cada vez mais, começam a mostrar a falácia do Poder em que, apenas, uma minoria diz saber o que é o melhor para a existência dos outros todos.
Já sei que vai dizer que a culpa é dos que não votam mas, provavelmente, quem não vota já descobriu que é inútil pois o Sistema está viciado e, agora, mais do que nunca, as ordens vêm de fora mas, pelo que vejo, é dos que ainda não "acordou"... talvez, um dia

"Parliamentarian, a very honourable profession among thieves" - Chris Roper
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De Vento a 02.01.2017 às 13:22

Você faz a festa e deita os foguetes. Não necessita de contestação porque responde às suas próprias questões.

Que quer que lhe diga? Se você já sabe como todos pensam e agem penso que só resta você mudar. Não? Claro que não! Você infelizmente não está no lugar certo, porque consigo o mundo mudaria.
Aí está o problema existencial. O mundo não é como você deseja. Mas os outros são o que você pensa.

Por último, estou à espera que me acorde. Mas vai ter de me acordar suave.
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De isa a 02.01.2017 às 18:42

Pois aí é que reside o problema porque, nem que seja à força, querem mudar quem não pensa da mesma maneira e, mesmo que estivesse numa maioria, qual é a vantagem de nos transformarmos em rebanho?

Não sabe que, como rebanho, somos mais controláveis?
Não vê a tentativa de Centralizar o Poder a nível Global?
Não vê que é a maneira mais fácil de acabarmos nas mãos de um "Clube de Pastores" psicopatas? E que eles têm dinheiro infinito, para comprarem todos os "Cães" que precisarem?

A Natureza é feita de diversidade e, essa diversidade, por exemplo, traz mudanças benignas, faz como que, por exemplo, haja cientistas que, na sua individualidade, até conseguem descobrir como curar doenças.
A praga é que, até nas escolas querem descer o nível da aprendizagem para que ninguém se sinta excluído (com as vossas manias de igualdade acabam por criar os próprios preconceitos e matam logo os futuros cientistas). Ninguém se chateia por ter olhos de outra cor, poderíamos gostar de escolher mas, passou a ser natural, não termos de ter, todos, os olhos da mesma cor.
Não é crime ou menos honrosa a diferença. Nem sequer seria problemático, haver quem tenha mais aptidão para trabalhos práticos e outros para trabalho mais intelectual, todos encaixam num Mundo Natural mas, tanto querem remendar as diferenças (pelo menos, aquelas que podem manipular) que, no fim, acabam por destruir a própria coesão social.
A Natureza está certa, o homem é que quer ser superior à própria Natureza e acaba por estragar tudo.

No fundo, até querem forçar a própria Natureza ao vosso modelo, o qual, tem graves problemas e vão empobrecendo a Sociedade no seu Todo.
Até conseguem fomentar a preguiça, o que também diminui a riqueza dessa sociedade.
Só há duas maneiras para o ser humano produzir mais para uma Sociedade, poder ganhar mais dinheiro ou ser obrigado pela força. Qual incentivará mais e produzirá mais riqueza?
Mas, se você ganhar o mesmo a produzir 100 bolos ou 1000 bolos, porque o que ganha em 900 bolos é para redistribuir, para quê trabalhar mais, esforçar-se ou arriscar um empréstimo que lhe pode estragar o resto da vida?
Só se for parvo arrisca mais, para ganhar o mesmo. Aqui percebem o ponto de vista do trabalhador mas, esquecem que só há trabalhadores se existirem postos de trabalho. Agora pensa que, sem incentivo, vai haver +900 bolos para redistribuir?
Por isso, os impostos não podem passar uma determinada percentagem, não que alguém fuja a eles mas, passa a não haver incentivo.

A economia para funcionar, não pode excluir a natureza humana no seu todo, aliás, nessa mentalidade anti-natural, querem tanto que sejamos todos iguais que, se pudessem, como uns nascem mais altos, até seria bom começar a fazer umas operações e serrar uns ossos para ficarmos todos da mesma altura.
Querem tanto redistribuir que, com as vossas utopias, vamos acabar, por não ter nada para redistribuir e aí, a burrice foi tanta que acabámos na dependência externa, criada por gastar mais do que aquilo que se produzia e, Todos, acabaremos nas mãos dos "pastores" psicopatas.
Essa conversa "de chacha" de que faço a festa e deito foguetes é precisamente a conversa que nos "enterra" porque, eu dou os argumentos para defender as minhas ideias e espero ouvir argumentos que, poderiam mudar a minha opinião mas, Seus que não saiam de grupos partidários que ficam limitados aos da "caixa", tipo seita religiosa onde, a nenhum membro é permitido discordar, apenas repetir.
Ao enfrentar ideias novas, se só há argumentos, finitos, produzidos em série, resta "festas e canas", o que não enriquece a argumentação e que está a ficar cada vez pior, começam a rotular as pessoas e, facilmente, passam ao insulto para rematar a conversa.

Não é importante, ter ou não ter razão mas, deliberadamente, para melhor nos controlarem, querem que só pensemos dentro das ideias dos rebanhos porque, verificar factos e meditar sobre ideias diferentes ou novas, só beneficiaria os 99% e seria péssimo para o Governo Global do 1%.
Consigo abri uma excepção, tentei debater mas, sabia, de antemão, que seria como deitar palavras ao vento precisa de passar a brisa e, em vez de sair a atacar, experimente investigar por si próprio, livremente, fora da "caixa" há muito mais, para além das "sopas" do costume.
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De isa a 02.01.2017 às 19:41

Vento, no final, palavras para quê?

O caminho do Socialismo ou qualquer tipo de governação colectivista, mesmo nos nossos dias, podemos ver o resultado final dessa Utopia:

https://www.youtube.com/watch?v=j1axS9lyxJ0
This Is What Socialism Looks Like In North Korea & Venezuela
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De Vento a 02.01.2017 às 20:11

É o que eu digo, isa. Você vê ataque onde não existe. Foi uma constatação, não fiz ataque.

Se eu fosse atrás do rebanho não teria preconizado, por antecipação, o actual modelo governativo em Portugal. Está aqui registado.
Se eu fosse atrás do rebanho não teria preconizado, por antecipação, as medidas económicas que foram implementadas por esta dita geringonça. Está por aqui registado.

E também está registado, por antecipação, muito do que veio a ocorrer um pouco por este mundo muito antes de acontecer. Desde a Grécia, passando pela Crimeia e pela Ucrânia, Os acontecimentos na Turquia, a que dei o nome de implosão, a Síria, a vitória de Trump bem como a de Guterres para a ONU. Etc. etc. etc. Se isto é seguir o rebanho, veja bem não vá estar num redil sem se dar conta. Apesar do esforço em tentar mostrar tanta isenção.

Preste bem atenção, pois daqui por uns tempos voltarei a antecipar-me ao rebanho.

Eu sei que sou um ser divino, mas não sou Deus. Não tenho respostas para tudo, ainda estou caminhando.

A única resposta que lhe posso dar para suas angústias é esta: Tenha fé. Confie em Deus. Ore. Dizem que a oração nada faz. O propósito da oração não é o que nós podemos fazer com ela. Mas, isto sim, o que Deus faz por nós, individualmente e colectivamente.
É Ele o seu guia, não eu.
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De Vento a 31.12.2016 às 23:02

Para não estar à espera da publicação, e para que não me acuse de mauzinho, vamos lá trabalhar esta questão da dívida cujos valores dizem respeito ao III trimestre.
A dívida bruta, isto é, os montantes que o Estado pede emprestado a outras entidades, deduzido o serviço da dívida (amortizações e pagamentos de juros), cresceu do final do II trimestre para o final do III trimestre de 131,7% do PIB para 133,1%.
Contudo a DÍVIDA LÍQUIDA, a diferença do valor da dívida bruta com a constituição de depósitos pelo estado, para o mesmo período, decresceu de 121,8% para 121,5%. Portanto, o nível de dependência financeira do Estado reduziu.

Mais ainda, nesse período não se tinha observado o tal movimento da dívida, isto é, a antecipação das tranches ao FMI que referi no meu comentário resposta ao JAA. Será que necessito continuar para fazer entender a semântica do movimento da dívida?
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De Tiro ao Alvo a 01.01.2017 às 10:03

Escrevi "a dívida não reduz, pelo contrário, aumenta" quando queria escrever "a dívida não reduz, pelo contrário, aumenta ou mantém-se ao mesmo nível".
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De isa a 01.01.2017 às 22:43

Quando a coisa fica complicada, especialmente quando a querem complicar, para encaixar num certo ponto de vista... reduz, não reduz, aumenta pois aumenta e, quanto à maneira, bastou tornar os países dependentes de uma droga chamada dinheiro que eles controlam e criam nos teclados e, como há quem acredite em utopias, são esses que cavaram o buraco e, com essa do não pagar, ainda vão arranjar maneira de os ajudar a pôr um pedregulho em cima do buraco, para ficarmos sem escapatória.
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De Tiro ao Alvo a 01.01.2017 às 11:26

Vento, quando você escreve que "A dívida bruta, isto é, os montantes que o Estado pede emprestado a outras entidades, deduzido o serviço da dívida (amortizações e pagamentos de juros), cresceu do final do II trimestre", vê-se que não entende bem do que está a falar. Eu sei que o Vento está convencido que sabe destes assuntos porque lê muito sobre o que deles aparece na comunicação social, mas fique a saber que uma percentagem muito elevada de notícias sobre estas matérias, contém asneiras.
Serviço da dívida, é o somatório das amortizações mais juros; as amortizações abatem à dívida, o pagamento dos juros, não.
Todavia, como acontece com o nosso Estado (e, infelizmente, desde há muito), se as amortizações são feitas com recurso ao crédito, isto é, com recurso a novos empréstimos, a dívida não reduz, pelo contrário, aumenta ou mantém-se ao mesmo nível.
Tudo isto para lhe dizer que o Vento não deve comentar assuntos desta natureza, que, vê-se bem, não domina convenientemente. O que não é vergonha nenhuma. Muito boa gente, inclusive muitos governantes, "padecem" desse "mal", e estes com muito mais responsabilidades do que nós.
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De Vento a 01.01.2017 às 13:06

Bem se os juros não abatem à dívida, como explica então quando nos movimentos não amortiza os juros. Será que não contabiliza isto como dívida?

Quando se faz o giro da dívida não contabiliza como dívida os juros quer vencidos quer vincendos?

Estas questões são de elementar bom senso em matéria contabilística. Em matéria económica há outras questões elementares que verifico que não domina. E isto não tem que ver com notícias. As notícias estão aí para que comentasse as ocorrências, isto é os movimentos e os procedimentos.
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De Vento a 01.01.2017 às 13:11

Bem, verifico que já está de acordo com o "movimento da dívida". Para uma pessoa entendida já é um avanço.
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De Tiro ao Alvo a 01.01.2017 às 20:20

Vento, onde foi buscar essa ideia de que estou de acordo com aquilo a que chama o "movimento da dívida"? Olhe que está enganado. "Movimento da dívida", assim como o Vento escreve, não é nada.
E não compreendo como continua a escrever banalidades desta natureza, eu que já li coisas escritas por si com pés e cabeça.
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De Vento a 02.01.2017 às 20:24

A resposta já a ofereci mais abaixo.

Mas deixo-a aqui novamente:
http://24.sapo.pt/economia/artigos/divida-publica-diminuiu-13-mil-milhoes-de-euros-em-novembro

Esta informação, hoje publicada, foi o objecto de minha resposta ao JAA. Se isto não é movimento, vou ali e já venho.
Mais, o JAA tinha dados respeitantes ao III trimestre. E a minha resposta visava alertar para os movimentos que se deram e que não constavam das estatísticas públicas.
Sim, a isto dá-se o nome de Movimentos da Dívida.

Abraço
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De Vento a 01.01.2017 às 13:42

Adiantando-me uma vez mais, permita-me ensinar um pouco mais.

Na gestão empresarial, ainda que haja distinção entre contabilidade pública e contabilidade empresarial privada, constitui-se provisões para responsabilidades futuras, isto para quem faz uma gestão criteriosa e responsável.
Estas provisões podem dizer respeito, por exemplo, para investimentos futuros mas também a pagamentos de responsabilidades assumidas.
Ao contrair uma dívida contratualizo também o pagamento das responsabilidades futuras, juros.
Sob o ponto de vista jurídico constitui-se em falta quando se observa o não cumprimento da responsabilidade aprazada. Sob o ponto de vista contabilístico constitui-se como responsabilidade futura, dívida, o pagamento dos juros e a amortização do capital resultante do empréstimo. Daí a s provisões.

Se você conhecesse estas regras elementares da gestão e da contabilidade não afirmaria o que afirmou.
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De Tiro ao Alvo a 01.01.2017 às 20:04

Vento, fiquemos por aqui. Apenas lhe digo que nisto de gestão, empréstimos, amortizações, serviço da dívida, etc., está a tentar ensinar o padre-nosso ao vigário. E mais uma vez, bom ano.
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De Vento a 01.01.2017 às 20:50

São dois vigários em paróquias diferentes. Um com o Pai Nosso Bizantino e o outro com Ele Romano, talvez. Vai dar ao mesmo.

E também desejo-lhe um Bom Ano.

https://www.youtube.com/watch?v=rzXjjzM9UFo
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De Vento a 02.01.2017 às 13:25

Aqui tem o exemplo dos movimentos da dívida:

http://24.sapo.pt/economia/artigos/divida-publica-diminuiu-13-mil-milhoes-de-euros-em-novembro

Fiz-me entender agora?

Abraço
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De Manuel Silva a 31.12.2016 às 19:08

Senhor J. A. Abreu:
Para credibilizar a tese de cada um, convém não fugir muito à verdade.
O investimento público caiu para níveis da 1.ª metade dos anos 80, não para os níveis da década de 1950.
É um pormenor, ainda assim convém ser rigoroso.
Acho curioso o novo endeusamento do investimento público pelos liberais, que andaram décadas a diabolizá-lo.
Eu pensava que a nossa salvação estava no investimento privado, e esse, apesar do contexto internacional de extrema incerteza, que o anterior governo não teve com esta dimensão (agudização da crise dos refugiados / incerteza eleitoral na Alemanha / incerteza do referendo em Itália, depois de 4/12 incerteza eleitoral / Brexit / incerteza na eleição nos EUA, agora certeza Trump e suas consequências nas expectativas / quebra do preço do petróleo e crise nas economias dos petrodólares / abaixamento das importações para a Angola / China / EUA / Alemanha / Brasil / redução de 50% da produção da Autoeuropa / avaria na Refinaria de Sines e quebra das exportações), digo, o investimento privado, apesar deste ambiente de incerteza, está a aumentar.
Se quer saber algo mais de substantivo sobre a evolução da economia portuguesa, leia este artigo com atenção:
http://ladroesdebicicletas.blogspot.pt/2016/09/cinco-palavras-chave-para-perceber.html
É de uma pessoa que sabe do que fala, analisa minuciosamente os números, é intelectualmente honesta e não faz demagogia torturando os números até que eles digam o que ele quer que digam para poder fazer proselitismo ideológico-partidário.
Quanto ao resto do seu post, confirma o que o António Galamba (do PS) dizia hoje: o Diabo já cá está.
E eu acrescento: só alguns deram por ele, curiosamente nem o trombeteiro se conta no grupo de videntes de olhos bem abertos.
Quanto ao crescimento, foi mais baixo do que o de 2015 mas mais alto do que o de 2011 a 2014.
Concluo que tem a certeza de que se o governo fosse o que ganhou as eleições minoritariamente, mas não conseguiu um apoio parlamentar maioritário (nem sequer uma solução à Rajoy) o crescimento era superior, tendo conseguido inverter a quebra que já se vinha concretizando desde Agosto de 2015 (que deu 1,2% em 2016): se há quem acredite em bruxas, porque não nisso?
Se quiser revisitar o oásis anterior ao actual governo, leia a carta de demissão de Vítor Gaspar: http://diariodigital.sapo.pt/images_content/2013/2013711829_carta%2001072013.pdf
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De Manuel Silva a 31.12.2016 às 20:24

De facto, o Insurgente é uma verdadeira autoridade (em torturar os números até obter os resultados que quer).
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De José António Abreu a 31.12.2016 às 20:46

Duas notas:
1. Jorge Costa já andava a mostrar números e previsões correctos em 2010-2011 - à época, no Cachimbo de Magritte -, quando o pessoal do "Ladrão de Bicicletas" insistia na medidas que levaram Portugal à bancarrota.
2. Comparar o crescimento de 2016 com o de 2011 a 2014 (i.e., durante a fase inicial de um período de ajustamento) diz tudo o que preciso de saber acerca da seriedade com que você discute os assuntos. E fica muito aquém da de Jorge Costa.
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/5086691.html
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De Manuel Silva a 01.01.2017 às 08:54

Senhor JAA:
E o senhor, quando esquece todo o contexto negativo que começou a fazer decrescer as exportações desde Agosto de 2015, por consequência, o crescimento do PIB (só a Autoeuropa é responsável por 1% do PIB e reduziu a produção há quase um ano para 50%), digo, ao esquecer todo o contexto que lhe apresentei, o senhor discute seriamente os assuntos.
Vê-se!
Proselitismo político-partidário de sentido único, é o que o senhor faz permanentemente.
Quanto ao Ladrões de Bicicletas, só há lá um indivíduo que me merece confiança: Ricardo Paes Mamede.
Não me faça fã de quem não sou.
Já me viu citar alguém mais de lá?
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De WW a 31.12.2016 às 21:42

O JAA esqueceu-se de referir um facto : a subida dos juros que já roçam os 4% e que se devem a múltiplos factores incluindo os internos, direi que continuam a dar-nos corda para nos enforcar-mos mais uma vez pois vitimas precisam-se para manter o status da banca falida.

Em Itália o banco Monte Dei Paschi foi intervencionado pelo estado italiano que assumiu capital no valor de 5000 milhões de euros mas ao que parece não chega (segundo o BCE) indo contra as directivas que obrigavam os accionistas a assumir perdas até aos depositantes que estão agora protegidos (até 100 mil euros) a 100% segundo o governo italiano.

Ao que parece não só a França é a França mas também a Itália é a Itália.

Para os mais esquecidos lembro a intervenção do Banif em finais de 2015 que custou naquele exacto momento cerca de 3000 milhões ao Estado Português e em que uma das justificações era o facto de em 2016 entrarem em vigor as novas "regras" que poderiam impor perdas aos depositantes.


Boas entradas e que não venha o Diabo em 2017

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De isa a 01.01.2017 às 13:26

2017, 2018... penso que continuará tudo a ser manipulado até conseguirem arrasar a economia europeia mais forte, a da Alemanha, cuja Dívida já vai em 78,02% do PIB, tem que passar os 100% como os outros, para poderem trazer outra crise como a de 2008 mas, muito pior, a mãe de todas as crises e, aí, substituir o dinheiro para virtual, aí, controlarão, definitivamente, todos os seres humanos e só vão precisar de um único Banco, o World Bank e, este, se vir a documentação tem prazo para ter o ID de todos os seres humanos deste Planeta. Documentação saída do próprio Banco, está tudo à vista, para quem quiser procurar.
Só resta saber se o Brexit acontece porque, por enquanto, nada mudou e se Trump é real e, quer mesmo parar os psicopatas do Globalismo isto, se, no entretanto, não o comprarem ou matarem porque exemplos não faltam.
Basta ouvi-los e, há muito tempo, Um Governo, Um Banco com um único sistema monetário, em que o FMI vai trabalhando, metendo no seu "cabaz" todas as moedas, chinesa, indiana... nenhuma escapará e, Um Exército (que, neste contexto, só pode servir para nos pôr na ordem). As Nações Unidas já tomaram posse de todos os Oceanos, só faltam as águas territoriais.
Vamos ver, as próximas eleições europeias e quantos europeus estarão "acordados" porque isto estava a ficar sem saídas possíveis e, sempre a caminhar para o mesmo objectivo, o da minoria, a elite psicopata.

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