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O convite visto à lupa

por João Carvalho, em 31.07.09

A Ana Lourenço conseguiu ter, na SIC-Notícias, os dois protagonistas do caso do convite socialista a Joana Amaral Dias. Esta, no Jornal das 9, puxou daquele ar sobranceiro habitual para dizer que já tinha explicado tudo antes, que entendeu não falar mais e ir uma semana de férias e que a imprensa demorou muito tempo a procurar a verdade. Como é que isto se conjuga não sei, mas ouvi-a rejeitar qualquer contacto mais intimista ou baseado na amizade, porque só tinha estado com Paulo Campos uma vez e a proposta que este lhe lançou foi feita por telefone. Acrescentou ainda que não teve qualquer dúvida em recusar a ideia, por ter sido muito crítica em relação ao PS durante estes quatro anos e tal.

Depois, na hora seguinte, a Ana Lourenço chegou à fala com o secretário de Estado das Obras Públicas. É inenarrável a conversa que mantiveram, com Paulo Campos a referir-se a ele próprio na terceira pessoa, à jogador de futebol: «O Paulo Campos disse», «o Paulo Campos fez», «o Paulo Campos aconteceu»...

Foi um longo momento atabalhoado e quase me vi com pena dele. Foi quando decidi puxar da lupa e observar a historieta ao pormenor. Disse ele que falou com ela duas vezes: um telefonema inicial dele para saber se ela estaria disponível e um telefonema posterior dela para lhe dizer que não estava disponível.

Visto o caso assim à lupa, tirei duas conclusões. A primeira é que a Ana Lourenço merece ser felicitada pela pachorra para aguentar aquilo sem o mais pequeno ar de enfado ou ironia, excepto quando Campos, membro do governo, disse que nem sabia o que é o IDT (o Instituto da Droga e Toxicodependência).

A segunda conclusão tem mais peso em todo este embrulho. Joana Amaral Dias confirma que foi contactada, jura que nunca lhe passaria pela cabeça algo que não fosse declinar o convite e... foi por certo pensar para mais tarde ela própria telefonar e responder. Registe-se.

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Orgulhosamente só?

por Carlos Barbosa de Oliveira, em 31.07.09

“Sei que represento as mulheres portuguesas e tenho muito orgulho nisso” – afirma Maria Cavaco Silva numa entrevista a ser publicada amanhã no “i”.
Não sei se as mulheres portuguesas  também se sentem orgulhosas com a sua representante, mas gostaria que me explicassem  o que  significa “cuidar da interioridade” dos filhos. É que a mulher do PR (ou deverei dizer esposa, João?)  diz que gostava de deixar essa marca aos filhos…

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O inimigo principal

por Pedro Correia, em 31.07.09

 

O PCP, fiel aos últimos 34 anos da sua história, continua a eleger o PS como alvo preferencial. Repare-se na edição desta semana do Avante! O editorial do órgão central dos comunistas portugueses considera que os socialistas propõem aos portugueses uma "irmã gémea da política que o PSD, se for governo, se propõe aplicar". Nas páginas de opinião, Jorge Cordeiro, membro da Comissão Política e do Secretariado do partido, refere-se às próximas autárquicas em Lisboa nestes termos: "O que a cidade tem justamente a temer por parte de Santana, tem-no em igual medida a temer por parte do PS." Anabela Fino faz um diagnóstico terrível: "A contra-revolução ganhou terreno, voltou ao Poder e paulatinamente foi reinstaurando (e ainda o está a fazer) a velha ordem capitalista, sob a larga capa da democracia, que ao fim de 33 anos de mau uso foi encolhendo, encolhendo e deu nesta duocracia actualmente em vigor."

Henrique Custódio, para não ficar atrás, salienta que Sócrates quis impor ao País um "conto do vigário" . E Jorge Messias, na coluna 'Religiões'(?), proclama, urbi et orbi: "Assim vai a vida de Sócrates... é como um balão que se esvazia! Fala e pavoneia-se mas não convence ninguém. E quando acontece a um político e homem de chicanas (tal como Sócrates revela na verdade ser) fazer streap-tease mesmo à beira das urnas e não captar simpatias, não convencer ninguém, a sentença popular fica ditada de antemão. Esperamos que nas próximas eleições Sócrates seja humilhado e não devemos lamentar que isso aconteça."

Ou seja: o PCP proclama a vários vozes no seu jornal oficial, sempre visando Sócrates, o que nem ousa insinuar em relação a Manuela Ferreira Leite, poupadíssima nesta edição do Avante!

Alguém se admira? Os comunistas disseram o mesmo de Mário Soares, Vítor Constâncio, Jorge Sampaio, António Guterres e Ferro Rodrigues. Não aprenderam nada, não esqueceram nada: para eles o PS é e continuará a ser o adversário principal. Vivem em 1917, imaginam-se bolcheviques em eterna disputa com os mencheviques. Antes do suicídio de Maiakovsky, da implacável censura estalinista a Eisenstein e da picareta aplicada no crânio de Trotsky. A bem da revolução.

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Perplexidade

por J.M. Coutinho Ribeiro, em 31.07.09

Há coisas que me deixam a matutar: como é que eu fui nascer precisamente no dia do orgasmo?

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Ainda sobre o dia de hoje

por Ana Vidal, em 31.07.09

 

Tudo se inventa, hoje em dia. Qualquer teoria é defensável desde que não tenha de ser provada. E no que toca a teorias de auto-ajuda, a oferta é quase infinita. Há até um maduro que defende qualquer coisa de tão extraordinário como o "parto orgásmico". Isso mesmo, leram bem. Um orgasmo durante o parto... querem coisa mais aliciante, tão "a calhar" naquele momento? Uma amiga grávida mandou-me a notícia por mail, e eu não queria acreditar no que lia...

 

Vale a pena ouvir o que diz o iluminado Ricardo Herbert Jones (deixo aqui estes dois excertos para quem não tiver paciência para ler todo o artigo, o que eu, aliás, entendo perfeitamente):

 

"O orgasmo durante o nascimento só pode ocorrer quando todas as variáveis de segurança, afeto, tranqüilidade e equilíbrio emocional estiverem garantidas. Desta forma, o orgasmo será a conseqüência deste ambiente de positividade, e não sua busca objectiva."  

 

"Parto orgásmico é um mergulho profundo no ser feminino. É a descoberta do prazer de parir; o segredo mais bem guardado, no dizer da parteira americana Ina May Gaskin. É uma possibilidade para qualquer mulher desde que possa despir-se das capas de medo criadas pela cultura patriarcal que tenta dominar a força criativa da mulher, culpabilizando-lhe o prazer e domesticando o feminino."

 

O blá blá blá continua aqui, para quem ainda não estiver devidamente esclarecido.

 

Tenho só a dizer-lhe, caro Ricardo Herbert Jones, que só um homem se lembraria de uma destas. Porquê? Porque só um homem pode dizer todas as asneiras que lhe vierem à cabeça sobre um assunto que desconhece em absoluto, sabendo que jamais terá de vivenciá-lo para provar a sua teoria... 

 

Tenha primeiro um filho, meu amigo - e de parto natural! - e depois venha falar-me de orgasmos durante essa experiência light...

 

(Nota: repescado do Porta do Vento, a propósito do post do Carlos com bolinha vermelha)

 

 

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Obrigado a todos. Com beijos e abraços.

por J.M. Coutinho Ribeiro, em 31.07.09

Com esta é que eu não contava. Enternecido. Obrigado, meus amigos.

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As melhores praias portuguesas (44)

por Pedro Correia, em 31.07.09

 

Ilha da Armona (Olhão)

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Este post tem bolinha vermelha

por Carlos Barbosa de Oliveira, em 31.07.09

Sou um bocado avesso a "Dias Internacionais de", mas este que hoje se celebra parece-me de grande utilidade e vou apontá-lo na minha agenda.

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A indignação vesga da CGTP

por Pedro Correia, em 31.07.09

O meu aplauso para Manuel António Pina, um dos melhores colunistas da imprensa portuguesa. Também ele é contra a indignação selectiva da CGTP, que encara as violações dos direitos humanos só com um olho aberto enquanto mantém o outro convenientemente fechado, não vá o PCP incomodar-se: "Quem, como a CGTP, não repudiará 'a ditadura e brutal repressão' nas Honduras e as 'numerosas detenções e mortes denunciadas por entidades de defesa dos direitos humanos'? Por isso, procurei no site da central o que, em nome dos seus 'princípios e valores fundamentais', a CGTP teria também feito (ou dito, ou apenas murmurado) face à 'ditadura e brutal repressão' e 'numerosas detenções e mortes' em Xinjiang e Teerão e 'às inaceitáveis violações dos direitos humanos' dos povos da China e do Irão denunciadas por 'entidades de defesa dos direitos humanos'. Pesquisei 'Xinjiang' e obtive zero resultados; pesquisei 'Irão' e obtive 15 futuros do indicativo do verbo 'ir' e uma referência às 'ameaças dos EUA ao Irão'."

Em total sintonia com o que eu já tinha escrito aqui.

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Ó p'ra mim, tão inchado!

por Carlos Barbosa de Oliveira, em 31.07.09

 

 

Eu ainda não escrevi sobre o programa de governo apresentado pelo PS, porque estava  à espera que algum dos meus companheiros de Delito reconhecesse os meus méritos na sua elaboração. Não estou a brincar! Alguém do aparelho anda a visitar o meu Rochedo e a aproveitar-se das minhas ideias.
Ainda não li o programa todo, mas uma das medidas  anunciadas  é esta, que eu já propusera em Março. 

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Porque hoje é dia de Festa...

por André Couto, em 31.07.09

 

 

...Vamos todos dar os Parabéns ao J.M. Coutinho Ribeiro!!!

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Silly Season (1)

por Ana Vidal, em 31.07.09

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Socialismo natal

por Adolfo Mesquita Nunes, em 31.07.09

Tenho andado pela Rua Direita a explicar, com um conjunto de pessoas, porque vou votar CDS nas próximas eleições. Tarefa que me tem deixado com pouco tempo para outras andanças e outros comentários. 

Mas esta recente proposta de José Sócrates dar 200 euros por cada rebento (em boa hora destacada pela Leonor e pelo Pedro), para além de merecer a nossa gargalhada, merece uma série de outros comentários.

A proposta do PS não é apenas disparatada nem eleitoralista, que também o é. É uma medida puramente socialista, de quem acha que pode resolver os problemas da natalidade com subsídios e incentivos directos e discriminações positivas. Como sempre, ficam por resolver todas as outras barreiras que, desde a lei do arrendamento à rigidez laboral passando pelo regime fiscal, impedem as famílias de, querendo, terem mais filhos. E assim se deitam uns bons milhões de euros ao lixo. É isto o socialismo.

De facto, e repito o que já escrevi, há duas alternativas nesta matéria. De um lado, as medidas de apoio directo à natalidade como veículo privilegiado de acção, que é o lado socialista. De outro, eliminação de todas as discriminações negativas que afectam a família e que a impedem de, em liberdade, escolher ter um filho ou não, que é o meu lado.

É por isso que a medida socialista é má, para além de eleitoralista. O problema não é o montante ser pequeno. É a política estar errada, como aliás se comprova por um qualquer estudo comparativo de políticas de natalidade.

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Coerências

por Sérgio de Almeida Correia, em 31.07.09

O Tribunal Constitucional (TC) chumbou, e bem, as normas do Estatuto dos Açores que obrigavam o Presidente da República a ouvir os órgãos regionais em caso de dissolução. Era um resultado esperado. O PS nacional foi a reboque do PS/Açores e acabou por dar cobertura a alguns complexados regionais que entendem que a relação entre o país e as autonomias deve ser feita com o apoucamento das instituições da República. Enquanto Alberto Martins veio agora deitar água na fervura e apelar a uma tardia prudência, as declarações do deputado Ricardo Rodrigues revelam o erro em que continuam a laborar alguns deputados e a sua falta de estatura e senso político. Foi mais um problema desnecessário e artificialmente criado pela direcção do grupo parlamentar e a direcção nacional do PS, pelo que querer atacar o TC de nada servirá. Jorge Miranda já tinha alertado para a evidência com a clareza a que nos habituou e fundamentação irrepreensível. Atacar o TC e acusá-lo de tomar decisões políticas, como parece ser a estratégia que se segue, é mais um perfeito disparate. Mas o PSD, que depois de ter votado favoravelmente o diploma por duas vezes acabou na votação final por se abster e a seguir suscitar a fiscalização sucessiva, também não sai melhor. Quem ontem tivesse ouvido Marques Guedes ficaria a pensar que o PSD esteve contra a aprovação do Estatuto "chumbado" tal a rapidez com que esse partido quis retirar dividendos políticos do "chumbo". Expressivo é também o silêncio de Alberto João Jardim. Agora que até tinha um bom pretexto para "malhar" no TC e defender as "autonomias" está calado. Será para não colocar em xeque a faltosa da festa do Chão da Lagoa?    

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Paranóia gripal

por Sérgio de Almeida Correia, em 31.07.09

Ao longo de mais de 20 anos de advocacia nunca deixei de cumprimentar um magistrado antes do início e do final de uma diligência. Por educação e por respeito para com a justiça e a magistratura portuguesa. Na passada 2ª feira, uma ilustre juíza, no final dos cumprimentos da praxe, virou-se para os advogados e disse que "qualquer dia talvez seja melhor eliminar esta parte", esclarecendo que o seu receio se devia à gripe A. Ontem, quando os advogados entraram já lá estava a senhora magistrada. O colega mais velho que seguia à frente do cortejo disse "boa tarde" sem fazer qualquer menção de se abeirar da bancada, mas acrescentando logo de seguida, entre o jeito de pergunta e a afirmação irónica, "então ficamos assim". Eu aguardei para ver a reacção. A senhora magistrada esboçou um tímido sorriso e assentiu. Ficámos mesmo todos assim. Sem jeito. Os cumprimentos estavam feitos. 

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O original e a cópia

por Pedro Correia, em 31.07.09

Sócrates cada vez mais me faz lembrar aqueles estudantes cábulas, que na hora dos apertos nada conseguem fazer senão copiar os outros. A cópia, naturalmente, é inferior ao original.

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Belles toujours

por Pedro Correia, em 31.07.09

 

Audrey Hepburn

 

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Brincalhões

por Leonor Barros, em 31.07.09

Não é preciso ser-se génio para perceber que esta medida não leva a nada e que não constitui um real apoio ou incentivo à natalidade. O rendimento médio dos portugueses é um indicador fiável de que a necessidade de apoio é premente e que deve repercutir-se no imediato. Daqui a dezoito anos as necessidades são outras, 252 euros com juros, segundo a Deco, servirão para muito pouco. Apelidá-la de “medida divertida” é um eufemismo simpático para mais uma medida vã.

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Ligação directa

por Pedro Correia, em 31.07.09

Ao Crónicas das Horas Perdidas.

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Palavras perdidas

por João Carvalho, em 30.07.09

Vivemos num país de palavras perdidas, em que muita gente gasta muito tempo a falar muitas palavras para dizer coisa nenhuma. A política encarrega-se de provar todos os dias aquilo a que me refiro. Com o intuito primário de escamotear a realidade, com o medo básico de perder a face, assistimos permanentemente a declarações pomposas e a afirmações veementes destituídas de quaisquer implicações e, como tal, sem qualquer significado real.

Um dos casos mais caricatos a que tantos têm recorrido (e não só os socialistas, como hoje tem estado a acontecer) está condensado nesta frase simples: «Vamos respeitar a decisão do Tribunal Constitucional.» É mais ou menos como o criminoso grave apanhado em flagrante e mandado para prisão preventiva dizer assim: «Vou respeitar a decisão do juiz.» Ou como alguém que está a almoçar numa esplanada ao sol dizer assim: «Vou aceitar que ainda não é noite.»

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Uma vitória clara de Cavaco

por Pedro Correia, em 30.07.09

 

Há sete meses, escrevi aqui o seguinte: o novo estatuto dos Açores, tal como saiu da Assembleia da República, está ferido de inconstitucionalidade. Cavaco tem razão: os poderes do Chefe do Estado não podem ser reduzidos ou condicionados por lei ordinária. Só uma revisão constitucional poderia fazê-lo. Sócrates não comprou apenas uma guerra inútil: comprou uma guerra condenada ao fracasso. Político e jurídico. Hoje o Tribunal Constitucional traduziu esta análise política num acórdão que confirmou oito inconstitucionalidades nos 140 artigos daquele estatuto, dando razão ao Presidente da República. Como sempre me pareceu evidente, José Sócrates comprou uma guerra inútil com Cavaco Silva para agradar ao socialista Carlos César, líder do Executivo açoriano. O bom relacionamento institucional e pessoal com Cavaco, que constituía um dos melhores trunfos do primeiro-ministro, degradou-se irremediavelmente devido a este episódio, que em nada confirma as tão propaladas qualidades políticas de Sócrates.

Sucede que os sociais-democratas não podem retirar qualquer aproveitamento deste lamentável episódio. Tal como também sublinhei aqui, se o PS andou mal, o PSD conseguiu andar pior ao não saber traduzir numa posição parlamentar clara o veto político do Presidente. A abstenção social-democrata na votação final do diploma foi mais do que cobardia política: foi um sinal óbvio de incompetência.

Sete meses volvidos, não consigo encontrar outro adjectivo que melhor defina o comportamento do PSD na Assembleia da República.

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Festança

por João Carvalho, em 30.07.09

Hoje deve haver festa rija em Felgueiras. Como Fátima Felgueiras foi absolvida de todos os crimes no processo do futebol lá da terra e como o tribunal apenas lhe criticou a "falta de rigor e exigência" na forma como procedeu, desta vez sobram motivos para celebrar.

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Esplanadas e restaurantes de praia (10)

por Ana Vidal, em 30.07.09

 

Kontiki Bar- Praia da Costa Nova

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Aposto que a culpa foi outra vez da comunicação social

por José Gomes André, em 30.07.09

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2º Encontro da quadrilha

por Ana Vidal, em 30.07.09

 

Ontem foi um dia especial para os delinquentes. Com ordem de soltura para um passeio no pátio* para desentorpecer as pernas, respirar o ar puro e morno de uma bela noite de Verão lisboeta, e também - ou não fosse o delito a opinião - conspirar e delinear estratégias futuras de fuga ou de motim, ou ainda de manobras de diversão para iludir a guarda armada da blogosfera. Chegaram das suas celas da ala esquerda e da ala direita, bem dispostos e compinchas, misturando-se no corredor central com uma animação de velhos amigos, e desceram até ao pátio, onde os esperava um jantar de ração melhorada:

 

Pão, azeite aromatizado, azeitonas curadas  

 

Sopa fria de caramelo de Alho com Tomates Cereja e Mozarelas

 

Lombo de Bacalhau com “Manja” à moda da Maçussa
Carne de porco preto confitado com migas de coentros

 

Bolo “Gazeta”

Tudo isto bem regado a

 

Casal do Além – Bucelas DOC, bco 2007

Grilos – Dão DOC, Tto 2006  

àgua mineral, café  

 

Falaram de tudo com humor e camaradagem - também de política, pois claro! - e sobre a mesa correram as mais escaldantes fofocas da actualidade nacional, o amor aos animais, a paixão das viagens, novidades e velharias, enfim, tudo o que faz as delícias de uma quadrilha de delinquentes. Alguns eram residentes ou chegaram da vizinhança: a Teresa, o Pedro, o Carlos (o anfitrião), a Leonor, eu, a Sofia, o Adolfo, o André e o Paulo. Outros foram transferidos de estabelecimentos mais  longínquos: o Joaquim (do Porto) e o António Manuel (do Alentejo), e para lá voltaram nos respectivos carros celulares.

 

Houve membros da quadrilha que não puderam estar presentes,  em gozo de licença ou ocupados com planos de fuga: a Ana Cláudia, a Ana Margarida, o Jorge, a Marta, a Cristina, o José, o Sérgio. Muito notada foi também a ausência de um ilustre ocupante da solitária (na Terceira): o João.

 

Mas todos eles estiveram lá em espírito e foram incluídos nos brindes.

 

Depois de muita conversa, à uma da manhã lá foram dispensados os delinquentes, mas em liberdade condicional. É que a pena é para cumprir: um jantar de convívio periódico, para manter viva a chama desta perigosa troupe. Porque o crime... compensa.

Até ao próximo!

 

 

* O pátio é o do Clube de Jornalistas, onde o jantar teve lugar.

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Benfica de Portugal!

por André Couto, em 30.07.09

Ver o Benfica entrar em campo sem lusa alma, sem um único jogador daqueles que, sendo benfiquistas ou não, cresceram a ver o Benfica jogar e prosperar, foi uma dor de espírito. Depois de detectada esta falha, não fosse ela evidente, ver o prosseguir dos dias, o chegar de mais reforços e contar que em oito continua a não haver um único português, é a meu ver um crime.
Sim, o Benfica está a jogar bem, sim, parece estar no bom caminho. Mas até que ponto isso é tudo o que interessa? Até que ponto é saudável e desejável saber que na maioria desta época estarão menos de dois jogadores portugueses em campo?
A identidade e a cultura de um clube é o que de mais profundo e valioso ele tem, ver o Benfica como uma indústria de comissões e negociatas com empresários e clubes de todo o mundo, desligando-o daquelas que são as suas raízes, é uma forma ruinosa de gerir o clube, é delapidar o seu património, obliterar e deixar perdida no tempo a sua cultura.
Recordo que ainda há poucas décadas o Benfica jogava apenas com portugueses e que foi assim que conquistou o que de mais precioso tem no Museu do Clube. Assim se formaram ao longo de décadas dezenas de históricos que hoje alimentam as ilusões e os sonhos, a alma e a mística. Continuando desta forma em breve restará uma amálgama de nada, um clube com uma história longínqua e identidade desconhecida.
O Benfica é um clube de raízes bairristas, o clube de todos os Bairros de Portugal. O Benfica não é a Sociedade das Nações e não será assim que recuperará o respeito que um dia todos lhe tiveram.

(também no E Pluribus Unum)

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As melhores praias portuguesas (43)

por Pedro Correia, em 30.07.09

 

Figueira da Foz

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Isaltino pode dar uma ajuda...

por Carlos Barbosa de Oliveira, em 30.07.09

Maria José Morgado investiga contas de Pinto da Costa na Suíça. As primeiras buscas serão efectuadas em praças de táxis.

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Teste cinematográfico 10

por Teresa Ribeiro, em 30.07.09

Como se chama "o filme mais belo de sempre"?

 

Solução do teste anterior: O Casamento de Maria Braun (1979) de Rainer Werner Fassbinder

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Um país que mata os seus heróis

por Pedro Correia, em 30.07.09

  

 

As revoluções devoram sempre os seus heróis. A revolução cubana confirmou esta regra como poucas: muitos dos companheiros de Fidel Castro nos anos duros da Sierra Maestra ficaram pelo caminho, desiludidos com a metamorfose da revolução em ditadura ou escorraçados por um regime que, ao contrário do prometido, não tinha lugar para todos. Mas a figura mais trágica dos anos de chumbo do ‘socialismo’ cubano é o general Arnaldo Ochoa Sánchez, que transitou da glória máxima para a humilhação suprema ao ser considerado inimigo do regime castrista na pátria de José Martí, autor de alguns dos mais geniais motes políticos escritos na língua castelhana. “Observar um crime em silêncio é cometê-lo”, dizia.

Arnaldo Ochoa observou certamente alguns crimes em silêncio. Só assim pôde ascender na hierarquia militar do castrismo, que concilia o comunismo puro e duro com o nacionalismo mais exacerbado. Tornou-se um dos oficiais de confiança do ditador, que lhe apontava as missões mais arriscadas – com destaque para o comando da brigada que derrotou os sul-africanos na batalha de Cuito-Cuanavale, no sul de Angola, em 1987. A maior proeza militar cubana de sempre no exterior.
Regressou a Havana entre unânimes aclamações de júbilo. Mas Castro não permitia que ninguém lhe fizesse sombra: decidiu transformar o herói em vilão, ordenando aos seus serviços secretos que forjassem a imagem de um outro Ochoa. Conspirador, trapaceiro, delinquente, traidor. Digno do opróbrio e da morte.
 
“Em Cuba, o real e a ficção, o teatro e a vida, baralham-se de tal modo, como num jogo de espelhos, que mesmo um observador atento muitas vezes tem dificuldade em distingui-los.” Assim escreve Tomás Vasques no romance O general foi-se embora sem ter bebido um trago de Havana Club (Asa, 2001). O general é Ochoa – toda a acção, muito bem construída, gira em torno deste combatente da Sierra Maestra e mártir da revolução cubana, fuzilado ao amanhecer de 13 de Julho de 1989 – fez agora 20 anos – após um julgamento sumaríssimo, iniciado a 25 de Junho no Tribunal de Honra das Forças Armadas Revolucionárias. A sentença estava ditada de antemão: a secreta gravara conversas privadas do general com ditos sarcásticos sobre Fidel e Raúl Castro. Silogismo simples: em Cuba, quem critica os irmãos Castro é contra-revolucionário. E todo o contra-revolucionário merece a morte.
O romance de Tomás Vasques tem desde logo o mérito, raro na literatura portuguesa, de olhar para fora das nossas fronteiras, situando grande parte da acção na bela e decadente Havana. E tem a vantagem acrescida de nos lembrar que alguns dos regimes mais perversos são os que ousam proclamar até à náusea o seu pretenso amor à liberdade.
 
General de divisão, distinguido com o título honorífico de Herói da Revolução, oficialmente considerado “um estímulo para todos os lutadores”, Ochoa tornou-se um anjo caído, vilipendiado em editoriais do Granma, que o apontaram como “implicado no tráfico de drogas”. Dezoito dias após a audiência de julgamento – uma brutal caricatura de justiça – recebia a bala fatal. “Rapazes, cumpram a vossa missão”, disse, de cara descoberta, aos membros do pelotão de fuzilamento, vários dos quais tinham servido sob as suas ordens.
Tomás Vasques fala-nos de tudo isto em páginas impressionantes – inesquecível, por exemplo, o capítulo em que o general e Fidel se encontram. A Ochoa, trágica figura de revolucionário convertido em personagem romanesca, aplicam-se bem os versos de Heberto Padilla, outro cubano que pecou por dissidência: “Muerte, / no te conoszco, / quieren cubrir mi patria / con tu nombre.”
 
Foto: Fidel Castro com Arnaldo Ochoa

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Escrito nos astros

por Carlos Barbosa de Oliveira, em 30.07.09

Segundo este senhor, a explicação da crise está nos astros. Bem me parecia. Disse-me uma joaninha que, depois de ler isto, Maya vai anunciar a sua candidatura às próximas legislativas.
 

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Giros e talentosos (7)

por Leonor Barros, em 30.07.09

 

 

Sting

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O folhetim do convite

por João Carvalho, em 30.07.09

Primeiro, foi Francisco Louçã a divulgar o "assédio" do PS a Joana Amaral Dias. A bloquista tinha ficado calada.

Depois, foi o porta-voz do PS a desmentir com veemência que José Sócrates a tivesse tentado fosse com o que fosse, o que só serviu para sabermos que Sócrates não o tinha feito pessoalmente, mas sem sabermos se alguém o fizera por conta própria ou em nome do PS ou do secretário-geral socialista. Joana manteve-se em silêncio.

A seguir, pareceu que o convite poderia ter partido dos socialistas de Coimbra. Joana continuou de boca fechada.

Hojeas notícias dizem que a abordagem foi feita pelo secretário de Estado das Obras Públicas, que nega tê-lo feito em nome do PS ou estar mandatado pelo seu secretário-geral e também nega ter oferecido cargos aliciantes, ficando por saber-se que convite teria ele feito se tudo não passou de uma iniciativa pessoal. Joana conserva o caso em segredo.

Assim, resta desejar a Joana Amaral Dias que recupere da grave rouquidão e esperar que não seja gripe A. E não se preocupe que não ficará mal na fotografia, porque o fotógrafo tinha mais que fazer e já se foi embora.

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Suficiente

por Jorge Assunção, em 30.07.09

Se o PSD garantir no seu programa eleitoral que, independentemente do contexto, não dará continuidade a isto, tem o meu voto.

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Expressões que detesto (28)

por Pedro Correia, em 30.07.09

"BAIRRO PROBLEMÁTICO"

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Ligação directa

por Pedro Correia, em 30.07.09

Ao Largo das Calhandreiras.

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Propaganda em três tempos

por João Carvalho, em 29.07.09

1. As novas instalações judiciais de Lisboa constituem agora palco de propaganda do governo. Nas Varas Criminais, os monitores de última geração promovem as acções do ministro da Justiça, através de uma filmagem em que o protagonista que conduz o espectador é o próprio ministro da Justiça. Alberto Costa contraria a indignação que a insólita iniciativa está a provocar, declarando que se trata apenas de informar de modo objectivo. Informar sobre as vantagens de se ter um ministro como ele, supõe-se.

 

2. A ideia é curiosa. Informar objectivamente sobre o que de bom um ministro faz é um dever, para que se perceba a razão pela qual os portugueses não cabem em si de contentes. Como é suposto todos os ministros acharem bem feito aquilo que fazem, não se vislumbra qualquer motivo para que os restantes ministros não se promovam de modo semelhante. Rodados os filmes e adquirido o equipamento, a única dificuldade parece ser encontrar lugares suficientes para transmitir todos os filmes do governo.

 

3. O caso mais complicado há-de ser a rodagem do filme sobre a actividade do ministro do Ambiente. A menos que seja aceitável uma curta-metragem sobre a sua inactividade. Com vista sobre a costa portuguesa, prolongada com vista sobre a costa espanhola, mais a costa francesa, a costa italiana e a costa grega. E intervalo para café. E uma alegoria inspirada no padre António Vieira, mas com um sermão às árvores. (Peço desculpa por não mencionar o nome dele, mas ninguém soube dizer-mo.  Só me dizem que existe.)

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Passado presente (CXXXI)

por Pedro Correia, em 29.07.09

 

Cerveja Clok

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As melhores praias portuguesas (42)

por Pedro Correia, em 29.07.09

 

Manta Rota (Vila Real de Santo António)

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Retratos a branco e preto 2

por Teresa Ribeiro, em 29.07.09

O 'bloco-central' dos tráficos de influência e da corrupção existe para além das coligações políticas e não depende delas.

Saldanha Sanches, Expresso (23.5.09)

 

As colossais fortunas obtidas, em tempo recorde, por gestores públicos, ex-políticos, antigos altos funcionários e autarcas não impressionam ninguém, muito menos a justiça.

António Barreto, Público (19.7.09)

 

Seríamos um excelente país e um excelente povo, se não fossem as excepções: a possibilidade de se suspender os bons princípios, a moral e os valores apregoados, para satisfazer uma necessidade passageira e logo a seguir retomar o discurso dos valores.

Miguel Sousa Tavares, no Expresso

 

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Pisca-pisca

por Carlos Barbosa de Oliveira, em 29.07.09

Depois de andar quatro anos a governar à direita, Sócrates começou a fingir que é de esquerda.  Todos os dias anuncia uma "medida de alcance social ", acena um apoio (ainda que tímido) a causas de esquerda e procura passar a imagem de que é socialista. Ou, pelo menos, social-democrata.

É tarde... A publicidade pode até nem ser má mas acredite, sr.engº, que não sou o único neste país a não acreditar em coincidências. Como neste caso...

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Assim não vamos lá

por João Carvalho, em 29.07.09

Este editorial de hoje e a oportuna chamada de atenção neste post mais abaixo sugerem uma reflexão que devia estar na ordem do dia entre nós, mas que os nossos políticos continuam a pôr de parte. E, contudo, tinha de considerar-se urgente como nunca, já que se mantém teimosamente em Portugal a confusão entre rendimento elevado e património elevado.

O património elevado é de ricos, que podem nem fazer nada porque as suas posses o permitem. Já o rendimento elevado é de quem trabalha e gere com sucesso, é de quem investe e cria. Ora, no nosso país, os dois casos são tratados do mesmo modo, para não dizer que, por vezes, o rico ocioso ainda sai beneficiado em relação ao investidor que trabalha.

Enquanto for assim, a deprimente falta de imaginação e competência, a insuportável falta de visão e ignorância dos que gerem a coisa pública deixar-nos-á cada vez mais fragilizados, num fosso crescente, agravado e descontrolado de injustiças sociais. O Estado precisava de cobrar com outra justiça, para redistribuir com justiça ainda maior. Com o miserabilismo habitual e a miopia tradicional não vamos lá. É pena, mas quem tem as ferramentas não sabe e não quer aprender a usá-las.

Só podemos lamentá-lo e fingir que acreditamos que vêm aí outras cabecinhas melhores. No nosso íntimo, sabemos que não. Tal como sabemos que boa parte das receitas do Estado continuarão a ser gizadas a martelo e muita redistribuição se manterá planeada a olho.

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A minha é maior que a vossa

por Pedro Correia, em 29.07.09

A Constituição espanhola tem 169 artigos. A Constituição da V República Francesa, 89. A da Alemanha, 146. A da República Italiana, 139. A da Suécia, 132.

Portugal, onde a mania de legislar é quase uma doença endémica, supera tudo isto: a lei fundamental portuguesa tem 296 artigos. Aqui está uma oportuna matéria de reflexão para a próxima legislatura da Assembleia da República, que terá poderes de revisão constitucional. Já que tanto se fala em "andarmos a par da Europa", não seria mau começarmos por ter uma Constituição à dimensão europeia.

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Foi há muito, muito tempo... [14]

por André Couto, em 29.07.09

... decorria o vigésimo nono dia do ano da graça do Senhor de mil novecentos e cinquenta e sete, quando foi criada a Agência Internacional da Energia Atómica. 

A Agência Internacional de Energia Atómica foi fruto de um discurso visionário de Dwight Eisenhower numa Assembleia Geral das Nações Unidas em 1953. Constituiu um fórum intergovernamental para cooperação científica e uso pacífico da tecnologia nuclear. Com a proliferação de armas nucleares, entre as atribuições da Agência Internacional da Energia Atómica passou a constar as recentemente famosas inspecções e investigações sobre suspeitas à violação do Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares. Esta atribuição é meramente de detecção uma vez que as acções e reacções serão sempre responsabilidade do Conselho de Segurança das Nações Unidas, o seu órgão político.
O seu Director Geral mais conhecido foi Hans Blix, historicamente famoso por sempre negar que o Iraque possuísse armas nucleares. Actualmente lidera a Agência o egípcio Mohamed ElBaradei que será substituído em Dezembro próximo por Yukiya Amano de nacionalidade japonesa.

As boas acções e importante papel da Agência Internacional da Energia Atómica foram reconhecidos em 2005 com a atribuição do Prémio Nobel da Paz tanto à Agencia como ao seu Director Geral Mohamed ElBaradei.

Destaco hoje este facto na medida em que é crescente a importância desta Instituição para a coexistência pacífica e paz entre os povos. Cito o actual Director Geral no discurso após receber o Prémio Nobel da Paz: "only 1% of the money spent on developing new weapons would be enough to feed the entire world and that, if we hope to escape self-destruction, then nuclear weapons should have no place in our collective conscience, and no role in our security.".

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A ler

por Ana Margarida Craveiro, em 29.07.09

O editorial de hoje de Martim Avillez. Só mesmo neste país é que alguém que traz para casa três mil euros líquidos é rico.

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Leituras

por Pedro Correia, em 29.07.09

  

 

"In 1948, normal domestic issues dominated the presidential campaign. Foreign policy did not become a major point because the Republicans did not choose to make it one, for a very good reason. They were very much a part of the existing policies, and more important, they did not think they needed the issue. Out of power for sixteen years, they were now confident, indeed overconfident, of victory; they felt themselves rich in Democratic scandals, and they overestimated the degree of unhapiness in the country. They also underestimated Truman as a political figure."

David Halberstam, The Best and the Brightest (Penguin, 1972)

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Boa ventura

por J.M. Coutinho Ribeiro, em 29.07.09

Eu bem sei que a Justiça entregue aos juristas não é grande coisa: Mas ter que ouvir Boaventura Sousa Santos a perorar sobre o tema, torna-a pior. Ainda por cima aquela gravata...

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Sem passado?

por João Carvalho, em 29.07.09

O Solitário Português, o assaltante de bancos que andou a sacar desde 2002, foi condenado. Segundo o que foi divulgado, provaram-se em tribunal 24 dos 26 assaltos a agências bancárias de que era acusado, pelo que apanhou um cúmulo de 14 anos de prisão. O aspecto mais curioso é o tribunal ter entendido levar em consideração o facto de o arguido não ter passado criminal, o que serviu de atenuante para a decisão da pena.

A justiça tem destas coisas engraçadas que a maioria dos comuns mortais jamais entenderá. O homem andou vários anos a roubar vários bancos. Certo? Se não tem passado criminal é só porque não foi apanhado antes. Certo?

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Ligação directa

por Pedro Correia, em 29.07.09

Às Novas Políticas.

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