Gostei. Vou aproximar-me. Fazem falta grandes causas e esta pode ser uma. Antes que seja tarde e o centralismo cego encerre este país.
De
douro a 3 de Junho de 2010 às 19:31
Bem haja!
O blogue do movimento é redutor, porque não deixa entrar quem não pertence a um daqueles grupos da blogosfera, o que não favorece a causa nem o debate. Que tal optarem pelo Sapo?
Abraços para o Nortadas, Francisco.
De
douro a 7 de Junho de 2010 às 12:04
Tem toda a razão João. Vou sugerir que se reveja a apresentação do blogue e, como outros também o sugeriram, que o Movimento organize um verdadeiro site.
Saudações
Eu próprio já sugeri alterações ao blogue (que tem um 'design' tristonho, ainda por cima) a quem me contactou.
Um abraço.
E a ideia de um Partido do Norte é concorrer com o Partido do Sul (PS) ? E os interesses do Norte são os interesses de Luís Reis, administrador da Sonae, e de António Mexia, administrador da Sonae... ou os daqueles a quem eles impõem as condições e os salários?
Para já, são conhecidos alguns aspectos do seu programa, pela voz de um outro mentor, presidente da Cotec Portgaul. Na sua opinião, "o IRC (imposto sobre os lucros) devia acabar".
Sendo eu do Norte, ainda não sei se vou aderir ao tal partido mas desde já declaro a minha disponibilidade para fazer parte da administração de uma das suas empresas.
Nada sei do que diz. E, para já, estou-me nas tintas, para ser franco, mas V. lá saberá melhor do que eu.
«Fazem falta grandes causas e esta pode ser uma». Logo, pode ser... ou não ser. E para tudo esclarecer o João Carvalho nada sabe nem quer saber - está-se «nas tintas»! Está-se nas tintas mas «gostou e vai aproximar-se». De olhos fechados, ao que parece.
Não finja que não percebeu, meu caro. Quando me aproximo, tenho o hábito de ir de olhos abertos. Se gostei da primeira abordagem? Já disse que sim. Uma coisa é certa: consigo não fiquei a saber mais.
eu eu que não fui contactado e até tenho a ponte Dom Luís no meu blogue...
Tirando a brincadeira... muito bem.
Sem brincadeira, Daniel, acho que vale a pena ir acompanhando.
De Sílvia a 4 de Junho de 2010 às 09:54
Vou aproximar-me também. Mas de forma discreta. Penso que o regionalismo não é a solução, desviando apenas os centros de decisão e os interesses; por outro lado, a que norte se referirão... como dizia um comentador, ao norte Porto ou ao norte geográfico?
O regionalismo pode ser muita coisa, Sílvia. Pode ser feito em traço executado na mesa de reuniões de certos interesses, como ia acontecendo há tempos. Mas pode ser racional, eficaz e de baixo custo, talvez.
De Sílvia a 4 de Junho de 2010 às 11:32
João, tenho as minhas dúvidas, não obstante acreditar ainda na determinação e na firmeza na afirmação de princípios e de orientações políticas coerentes e racionais. O complicado será, perante a visão do poder, manter a fidelidade a essa forma de ser e de estar.
Atenta.
:)
Nas grandes causas só há um modo: acreditar e lutar por elas, para que comecem bem e se evitem desvios.
De Sílvia a 4 de Junho de 2010 às 12:09
É isso João.
Acreditemos e lutemos sem delongas e com afinco!
De Sílvia a 4 de Junho de 2010 às 14:19
...não sendo a alma pequena. Sim.
Have a nice weekend, please! :)
De Joaquim Pinto da Silva a 4 de Junho de 2010 às 10:12
Para o A. Marques Pinto,
com um ramo de maias que não posso enviar por esta via, mas que em época própria lhe terei muito gosto em entregar (porquê maias? porque conjugam simplicidade, beleza e agrura, enfim um microcosmos nortenho).
Tive a oportunidade, enquanto pré-militante do Partido do Norte de receber uma entusiasmante mensagem de apoio a este, vinda de Santa Maria da Feira.
Respondi à Senhora da forma que lerá e que lhe explica porque é que não lhe podemos dar emprego:
Cara Paula,
Nem imagina a alegria que nos dá com a sua adesão voluntária.
Há como que um "poço de petróleo" debaixo da terra portuguesa, sobretudo no Norte, que espera apenas as sondagens para vir ao de cima.
Bravo e obrigado pela adesão incial.
Quando se deu este passo de Partido do Norte, simultâneo a bem dizer em vários locais, sabíamos que haveria receptividade mas nunca como a que estamos a viver. A Paula não sabe, mas escreveu para um e-mail do núcleo de Bruxelas do Partido em formação. Não tem importância nenhuma (vamos passar o seu contacto para o Norte, onde se centraliza tudo) e aliás pode olhar para o nosso blog, http://simregioes.blogspot.com/, mas sobretudo tem de acompanhar e participar no central : http://pelonorte.blogspot.com/ .
Por aqui temos um núcleo duro de 5 pessoas e uns apoiantes em número de 15, mas ainda não fizemos campanha propriamente, foi apenas no círculo pessoal.
No Porto (e não queremos criar mais outro "centralismo", mas evidentemente que ali está o sector mais forte) há dezenas de pessoas congregadas e nomeou-se uma Coordenadora.
Embora tenhamos alguns elementos provindos de um ou outro partido, temos sobretudo gente desiludida com a política e os partidos que quer trabalhar e criar algo de novo. Por exemplo, queremos as instituições regionais a rodar pelas várias cidades do norte, queremos deputados regionais a receber ajudas de custo e pouco mais, queremos dedicação e controlo das depesas públicas e nossas, queremos transparência de contas e de procedimentos... isto não é só para o Norte, é um exemplo,isto é uma "revolução" em termos de atitude política.
Mas bom, não posso dizer-lhe tudo em pouco tempo e, aliás, estamos a criar e não a ocupar espaço existente por isso as deficiências de organização, as incongruências, as dificuldades em organizar.
Gostaria de publcar no blog central a sua carta, retirando as referências pessoais que não interessam aos outros.
Receba um abraço nortenho e por isso mesmo mais português que nenhum outro.
Joaquim Pinto da Silva
Parece-me que te conheço de qualquer lado. Eheh...
Não sei se o A. Marques Pinto ficou mais esclarecido, mas acho que os nossos frequentadores ficam agora mais por dentro. Espero que, a partir de agora, continues a aparecer.
Um abraço.
Estava eu muito embalada a ler - e a gostar - da exposição de Joaquim Pinto da Silva, aprovando mentalmente as ideias e sorrindo à explicação de que a iniciativa é do Norte mas não necessariamente só para o Norte, já que pretende só ser um exemplo... quando tropeço na última frase "um abraço nortenho e por isso mesmo mais português que nenhum outro". Pronto, tudo estragado. Caro Joaquim, é isto o que mais temo num partido chamado "Partido do Norte" (ou "do Sul", ou "do Centro", tanto faz): o bairrismo. E num país com o tamanho do nosso faz ainda menos sentido qualquer divisão de "fronteiras". Por favor, diga-me que percebi mal a sua frase...
De Joaquim Pinto da Silva a 4 de Junho de 2010 às 13:44
Antes que seja tarde, e porque de facto foi uma frase que me pôs a pensar (e sou sincero, creia-me!), e porque ele há disto: frases que vão mais depressa que o pensamento, emotivas, apaixonadas (oh paixões, loucuras veras!), tribais (dirá) aqui vai a frase, como eu a vejo depois do reparo e como eu a via antes do relâmpago excludente, mas guardando o toque bairrista, que não é em si um defeito:
um abraço nortenho e, por isso mesmo, do mais português.
E, embora a frase fosse colocada em público (logo, política), tendo sido retirada à pressa de uma mensagem pessoal (bilateral), estou com certeza bem de acordo consigo: recebi amplexos bem letais de nortenhos e ternos abraços de lisboetas.
Dito isto, um abraço para a Ana, esperando que o aceite.
Ah, a enorme vantagem do humor inteligente! E então quando tem como aliados uma qualidade de escrita do mesmo quilate e a confissão de um carácter apaixonado, pode quase, quase, fazer esquecer que a alteração da frase é muito subtil...
Abraço aceite sem bairrismos, até porque tenho as melhores recordações de alguns abraços nortenhos.
:-)
Ainda bem que encontro tudo esclarecido.
Ana, sou amigo do Joaquim há muitos anos e acredito que o abraço nortenho tenha sido mais pessoal do que outra coisa.
Joaquim, a Ana está entre as melhores pessoas do DO, que são todas.
Espero ter conseguido que ficasse tudo mais esclarecido ainda.
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