Multiplicam-se os exemplos de empresas portuguesas que cada vez mais olham para o triângulo Lisboa-Brasília-Luanda como uma alternativa -- ou encaram-no de forma complementar -- às suas estratégias de investimento e de expansão na União Europeia (UE).
Estou profundamente convencido que estamos a assistir a um processo estrutural de reequilíbrio da nossa política externa. Desde a entrada na UE em 1986 que Portugal viveu um sonho. Um sonho que se começou a desmoronar quase de imediato, com a queda do Muro de Berlim, embora na altura não se tivesse consciência do seu impacto. Goradas as expectativas, pelo menos em parte, temos vindo a ajustar-nos à dura realidade. Como sempre acontece, a euforia deu lugar ao pessimismo. Agora, porém, começa a emergir uma política externa mais equilibrada.
Blogue da semana
Afinidades
Caminhos de Ferro Vale da Fumaça
Ligações
E as fadas... também se enganam no caminho?
(Once) twice, three times a lady... always a lady
Pleitos, Apostilas e Comentários
This is not simply a metaphore
Lá fora cá dentro
Crónicas das Horas Perdidas (Holanda)
Estrada Poeirenta (Moçambique)
No Cinzento de Bruxelas (Bélgica)
O Livro das Contradisoens (Timor-Leste)
Informações úteis