Sexta-feira, 6 de Novembro de 2009
por Teresa Ribeiro | 06.11.09

Que o desemprego continue a aumentar, já não é notícia. Em tempo de crise, infelizmente, é assim. Mas se as empresas deficitárias começam finalmente a ponderar reduzir não só o seu pessoal, mas também os prémios que atribuem aos funcionários de topo que não obtêm os resultados desejados então sim, estamos a assistir a uma mudança de paradigma. Uma mudança com reflexos positivos na tesouraria e na gestão dos recursos humanos. 

O pior da selva não é a competitividade, é a injustiça. 

 


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6 comentários:
De João Carvalho a 6 de Novembro de 2009 às 14:01
Não sei se é de paradigma... se é da vida, mas gosto dessa mudança. Subscrevo.


De mdsol a 6 de Novembro de 2009 às 21:09
Então? Há paradigmas que têm de ser mudados ..:)))))))))


De ze luis a 6 de Novembro de 2009 às 16:44
Acho que nem é a competitivdade, nem a injustiça.

Quando se admite, em Lei, que mesmo as empresas com lucro (às vezes diminuído umas décimas, ou nem que sejam dois dígitos, mas é sempre lucro) possam dispensar trabalhadores em nome de uma "reestruturação" e doi "mercado", só vejo selva.
Aqui, em Portugal, como lá fora.
Nisso a justiça é por igual.
Mas será justo?
Ou a lei da selva, que trucida pessoas?


De Fulano a 6 de Novembro de 2009 às 19:27
Usando da intuição, qual a percentagem de pessoas que em posição de "trucidar pessoas" em nome de mais lucro o fariam? A minha aposta: 80%
(optimista/pessimista?) Peco por excesso ou por defeito?


De Pedro Correia a 6 de Novembro de 2009 às 19:50
Mudança de paradigma. A questão esteve em cima da mesa, analisada pelo núcleo duro. Basicamente.


De mdsol a 6 de Novembro de 2009 às 21:10
Rigorosamente a não perder...
:))))


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